<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894</id><updated>2012-01-24T20:15:56.176-02:00</updated><category term='Espirito'/><category term='Batismo'/><category term='Santo'/><title type='text'>Entenda a Bíblia</title><subtitle type='html'>Comentários e exposições do Pr. Dinelcir de Souza Lima que objetivam entendimento de textos bíblicos e aplicação à prática cristã.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>78</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-4112723770906487714</id><published>2011-12-25T10:23:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T10:23:58.798-02:00</updated><title type='text'>JESUS CRISTO, O MESSIAS PROMETIDO</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;JESUS CRISTO, O MESSIAS PROMETIDO&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Pr. Dinelcir de Souza Lima&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Somos salvos por Jesus Cristo! Esta é uma maravilhosa e imutável realidade em nossas vidas. Para sermos salvos por ele, não precisamos conhecê-lo profundamente, em todos os seus atributos, em toda a sua glória, em todo o seu poder. Precisamos, apenas, reconhecê-lo como Filho de Deus que nos deu a vida eterna, e nos entregarmos a ele para que produzisse em nós tão maravilhosa transformação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, assim como aconteceu com os apóstolos, que primeiro o seguiram e depois foram, gradativamente, conhecendo-o melhor, precisamos nos aprofundar cada vez mais no conhecimento do nosso Senhor e Salvador. Quanto mais o conhecermos, mais o admiraremos; quanto mais percebermos suas características, suas qualidades pessoais, maior será o nosso amor e confiança nele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É nosso propósito levar os irmãos a estudarem bastante a respeito da pessoa de&amp;nbsp; Jesus&amp;nbsp; Cristo, percebendo fatos&amp;nbsp; que&amp;nbsp; envolvem&amp;nbsp; o maior homem da história da humanidade. Iniciemos, então, conhecendo-o como o Messias prometido por Deus e tão esperado pela humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;O MESSIAS PROMETIDO NO GÊNESIS - Gên. 3:15&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em hebraico, a língua em que foi escrito o Velho Testamento (com exceção de alguns poucos trechos que foram escritos em aramaico), a palavra Messias é &lt;i&gt;Mashiah&lt;/i&gt; e em grego, a língua em que foi escrito o Novo Testamento, é &lt;i&gt;Christos&lt;/i&gt;. Ambas as expressões são traduzidas para a nossa língua por Ungido, trazendo a idéia de alguém separado e designado para determinadas missões ou tarefas específicas dadas por Deus. Os sacerdotes e os reis&amp;nbsp; eram ungidos (Lev. 4:3; 6:22; 1Sam. 24:10), e os profetas provavelmente, também, eram ungidos (1Reis19:16). Deus, em determinadas ocasiões, refere-se a certas pessoas usando a expressão seu&amp;nbsp; ungido,&amp;nbsp; porque&amp;nbsp; foram&amp;nbsp; usadas&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;para o cumprimento de propósitos dele. Isso podemos confirmar ao lermos Isaías 45:1, e vermos Deus chamando Ciro, o rei persa, que nem mesmo era do seu povo, de seu ungido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como veremos em referências bíblicas adiante, havia, no entanto, a promessa de um ungido especial, único, que era anunciado com o duplo propósito de ser o Salvador dos pecados do homem e exercer o poder do seu reinado. No texto indicado inicialmente, no livro de Gênesis, apesar de não existir a expressão Messias, vemos nitidamente a promessa da vinda de um que salvaria o mundo, exercendo o seu poder de Rei dos reis, esmagando a cabeça daquele que induzira o homem ao pecado,&amp;nbsp; que é chamado por Jesus de “príncipe deste mundo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;O MESSIAS PROMETIDO COMO REI - Isaías 9:6,7&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No texto indicado, encontramos o profeta falando tão poderosamente inspirado por Deus, que se refere à vinda do Messias como um fato já acontecido. Devemos nos lembrar que o profeta Isaías escreveu cerca de 700 anos antes da vinda de Cristo, o que demonstra que a vinda do Messias já era um fato consumado no coração de Mas, o que queremos enfatizar no texto é a anunciação de que: “o principado está sobre os seus ombros” e “sobre o trono de Davi e no seu reino”. Em muitos outros textos encontramos a promessa de um rei ou a referência a ele. Ana, mãe do profeta Samuel, profetizou no seu cântico: “O Senhor julgará as extremidades da terra; dará força ao seu reino, e exaltará&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;o poder do seu ungido”(1 Sam. 2:10). Em 2 Samuel 7:8-17 encontramos a profecia de que o reino de Davi permaneceria para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando Jesus veio, foi como o Rei. Não um rei, mas o Rei. Só que os judeus não compreenderam a natureza do reinado de Cristo e pensaram que ele seria um rei terreno. Daí o receio de Herodes, o Grande, que temia perder o seu próprio trono (Mt. 2:1-18). E daí também a multidão, quando da multiplicação dos pães, tentar tomar Jesus, pela força, para fazê-lo rei (João 6:15).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por esta esperança deturpada é que o povo, quando percebeu que Jesus recusava-se a desempenhar o papel de um libertador terreno, de um rei que expulsaria os romanos do domínio sobre os judeus, voltou-se contra ele, gritando por sua crucificação. Para os judeus, o Messias significava um filho real de Davi, que seria ungido por Deus para trazer o livramento político do povo de Israel.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No entanto, o Messias, Jesus Cristo, foi enviado como o Rei de um reino que não é deste mundo, como o Rei espiritual, como&amp;nbsp; o Rei de tudo o que há no universo, como o Rei que está acima de todos os reis.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;O MESSIAS PROMETIDO &amp;nbsp;COMO&amp;nbsp; O SALVADOR&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Is. 9:4; 11:1-4.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quebrar o jugo é libertar, é salvar. Quebrar o cetro é símbolo da retirada da opressão de um dominador, é também salvar. Julgar com justiça e repreender com eqüidade é retirar de debaixo da opressão dos juízos injustos, da maldade. É também dar salvação. Mas existem muitos outros textos no Velho Testamento que prometem um salvador, como, por exemplo, Salmo 22; Isaías 53; Daniel 9:24-26.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Deus, desde os primórdios da humanidade, desde que o pecado entrou no mundo, prometeu e providenciou para que viesse o seu ungido, o Messias, aquele que salvaria o homem do domínio do pecado e de suas maléficas conseqüências, quebrando o seu jugo e restabelecendo o jugo suave e amoroso do próprio Senhor para aqueles a quem criara.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os sacrifícios provisórios de animais estabelecidos no Velho Testamento já eram anunciações simbólicas e solenes de que um dia viria aquele que, sem culpa, se ofereceria em sacrifício perfeito e perpétuo, salvando todos aqueles que, reconhecendo a&amp;nbsp; situação de pecado e, arrependidos, desejassem&amp;nbsp; o&amp;nbsp; restabelecimento&amp;nbsp; de suas vidas com Deus e longe do pecado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O povo de Israel, além de não entender o sentido do reinado do Messias, também não entendeu o significado da salvação que ele traria e, voltado para as coisas terrenas, pensou em salvação da opressão de outros povos (foram dominados pelos assírios, babilônicos, persas, gregos e romanos) e na sua entrada em Jerusalém, aclamou Jesus como um grande libertador, salvador político. Ao perceber que Jesus não estava interessado em libertar de situações políticas, rejeitou Messias e o crucificou, perdendo a grande oportunidade de salvar suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;CONCLUINDO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;1. A realidade do pecado na vida dos homens sempre incomodou a Deus, desde a eternidade. Não por feri-lo, mas por ferir ao próprio homem que é sua criatura, que é a coroa de toda a criação . Para libertá-lo, Deus providenciou a vinda do seu&amp;nbsp; próprio&amp;nbsp; Filho, formando um povo escolhido, para que dele viesse o Messias. Seu sacrifício foi muito grande e, se realmente amamos a Deus, o Pai, não temos como esquecer de tão grande amor manifestado por nós.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;2. O Messias foi prometido como Rei eterno. Ele veio e tornou-se Rei de todos aqueles que o aceitam, que o recebem. As nossas atitudes para com ele devem refletir se estamos prestando a ele a honra devida a um rei. Se assim não for, estaremos desprezando-o em nosso viver diário, em nossos cultos, em nossos objetivos como igreja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;3. Devemos ter a Jesus como Rei espiritual e não como&amp;nbsp; rei&amp;nbsp; material. Devemos lembrar que ele afirmou que o seu reino não é deste mundo e que estamos caminhando para tomarmos posse de um reino que nos está reservado desde a fundação do mundo. Se o aceitarmos somente como rei material, estaremos rejeitando-o tanto quanto os judeus o rejeitaram.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;4. Jesus veio como Salvador do que temos de mais importante porque entrará na eternidade, nossas almas. Veio para nos libertar do jugo do pecado. Mas ele só fará isso se assim o permitirmos. Devemos, então, ter para com ele duas atitudes sinceras: nos entregarmos para que nos liberte completamente e sermos gratos a ele por nos libertar, não diminuindo sua pessoa, colocando-o apenas como libertador de situações materiais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;5. Mantenhamos viva em nossas mentes a cena do sacrifício de Jesus por nós, para que sejamos sempre gratos a ele por nos dar a salvação. Lembremo-nos que ele veio para sofrer pelas nossas transgressões e pelas nossas iniqüidades; que o seu sacrifício nos trouxe a paz e a cura do pecado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-4112723770906487714?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/4112723770906487714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=4112723770906487714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4112723770906487714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4112723770906487714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/12/jesus-cristo-o-messias-prometido.html' title='JESUS CRISTO, O MESSIAS PROMETIDO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-8036392675938468946</id><published>2011-12-19T21:33:00.001-02:00</published><updated>2011-12-19T21:33:21.100-02:00</updated><title type='text'>O RECEBIMENTO DO ESPÍRITO SANTO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Talvez uma das maiores dificuldades de compreensão da doutrina do Espírito Santo esteja na falta de visão da diferença entre as expressões batismo e recebimento e, consequentemente, também na falta de compreensão a respeito da diferença entre o batismo no Espírito Santo, e o recebimento do Espírito Santo. Inicialmente devemos logo observar que a expressão batismo é referente a estar completamente imerso, completamente tomado, completamente mergulhado, completamente envolvido; e que a expressão receber é referente a ser alcançado por algo, obter ou alcançar algo, tornar-se o receptáculo de algo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Deve ser observado, ainda, que as idéias são completamente diferentes e que, quando confundidas, podem trazer sérios problemas doutrinários e, até mesmo, dificuldades na vivência de um cristianismo autêntico. Tão sério pode ser o problema&amp;nbsp; de&amp;nbsp; confusão entre o batismo e o recebimento do Espírito Santo, que igrejas já capacitadas para a obra de evangelização, para cumprir o seu papel de apresentar Jesus ao mundo, podem estagnar dedicando-se a intermináveis atividades de busca de um batismo inexistente para seus membros. Também indivíduos convertidos podem estancar o fluxo da pregação individual do evangelho a outros indivíduos, podem estagnar no aprendizado das doutrinas bíblicas, no cuidado e fraternidade com seus irmãos, ao lançarem-se em um frenesi inconseqüente, buscando algo que já receberam há muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Neste estudo, deveremos observar a diferença entre recebimento e batismo no Espírito Santo, quem recebe e como recebe o Espírito Santo. &lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;QUEM RECEBE O ESPÍRITO SANTO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Atualmente existem idéias muito estranhas no meio evangélico a respeito das pessoas que podem, ou devem, ou recebem o Espírito Santo. Uma delas é a de que só recebe o Espírito Santo aquele indivíduo que já foi batizado “nas águas”. Contra esta argumentação lembramos o fato de que o Espírito Santo veio sobre os da casa de Cornélio antes de serem batizados (Atos 10:44-48). Outra é a de que só recebe o Espírito Santo quem se dedica a intensos períodos de jejum e oração. Contra esta idéia também podemos citar a manifestação na casa de Cornélio, bem como todas as outras três manifestações registradas no Novo Testamento, onde, em nenhum momento os que foram alvo da manifestação do Espírito Santo estavam orando ou jejuando, pedindo o recebimento. Na casa de Cornélio o apóstolo Pedro estava pregando; em Samaria os samaritanos não estavam nem se importando em receberem ou não o Espírito Santo; em Jerusalém estavam todos assentados, quietos, e, em Éfeso, ninguém também pediu manifestação&amp;nbsp; alguma. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Definitivamente não há na Bíblia nenhum ensinamento ou fato&amp;nbsp; registrado&amp;nbsp; que direcione o&amp;nbsp; crente&amp;nbsp; a buscar&amp;nbsp; receber o Espírito Santo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;O que encontramos, na realidade, é um tipo só de ensinamento: que recebe o Espírito Santo todos os indivíduos que crêem em Jesus Cristo.&amp;nbsp; Vejamos os seguintes exemplos e ensinamentos bíblicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b&gt;1. O apóstolo João afirmou que recebem o Espírito Santo os que crêem em Jesus &lt;/b&gt;- João 7:39. Ele registrou a promessa do Senhor Jesus de que enviaria o Espírito Santo e explicou que receberiam o Espírito Santo os que cressem em Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b&gt;2. O apóstolo Pedro pregou a necessidade de crer em Jesus para o recebimento do dom do Espírito Santo&lt;/b&gt; - Atos 2:38. Diante da pergunta sobre o que fazer tendo o pecado de matar a Jesus Cristo, ouvintes compungidos ouviram do apóstolo Pedro a resposta: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo”. Arrependimento e batismo só são válidos para Cristo, se forem precedidos pela crença em Jesus como Salvador.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b&gt;3. O apóstolo Pedro afirmou que recebeu o Espírito Santo quando creu em Jesus&lt;/b&gt; - Atos 11:17. Apresentando sua defesa à igreja de Jerusalém a respeito do motivo de ter batizado Cornélio e os da sua casa, o apóstolo diz: “Portanto, se Deus lhes deu&amp;nbsp; o&amp;nbsp; mesmo&amp;nbsp; dom&amp;nbsp; que a nós, quando havemos crido no Senhor Jesus Cristo...” &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b&gt;4. O apóstolo Paulo tinha a convicção de que o indivíduo recebe o Espírito Santo quando crê em Jesus&lt;/b&gt; - Atos 19:2. A pergunta do apóstolo aos doze discípulos de João Batista, não deixa qualquer dúvida quanto à sua convicção: “Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b&gt;5. O apóstolo Pedro afirmou que o Espírito Santo é dado quando o indivíduo se arrepende e é batizado em nome de Jesus Cristo&lt;/b&gt; - Atos 2:38. Ou seja, quando crê em Jesus Cristo e manifesta ao Senhor Jesus esta crença através do batismo. Devemos lembrar que não há batismo autêntico sem crença em Jesus Cristo e que o batismo, nos primórdios, era concomitante ao ato de arrependimento dos pecados e crença no Senhor Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b&gt;6. O apóstolo Paulo foi cheio do Espírito Santo ao ser batizado&lt;/b&gt; - Atos 9:17,18. Lembrando do que dissemos anteriormente, que o batismo era um ato concomitante à crença, à entrega a Jesus Cristo, vemos o orgulhoso Saulo entregando-se ao batismo através de um obscuro (para ele) crente em Cristo, Ananias, o que manifestava, a Jesus Cristo, a sua entrega real como servo de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;COMO O CRENTE RECEBE O ESPÍRITO SANTO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Porque houve em Jerusalém, no dia de&amp;nbsp; Pentecostes,&amp;nbsp;&amp;nbsp; manifestações&amp;nbsp; visíveis e audíveis no batismo com o Espírito Santo, e, também, porque há em religiões animistas mani-festações físicas e lingüísticas quando um indivíduo fica incorporado por uma entidade espiritual, foi desenvolvida a idéia de que uma pessoa, ao receber o Espírito Santo, também precisa passar por manifestações físicas e lingüísticas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Não é verdade. A Bíblia não registra nenhum comportamento sobrenatural dos servos de Jesus Cristo quando receberam o Espírito Santo. Como pudemos ver nas duas lições anteriores, no dia de Pentecostes os discípulos não receberam o Espírito Santo, mas a igreja de Cristo foi batizada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Podemos dizer com certeza que não receberam o Espírito Santo naquele dia, porque há uma passagem bíblica que afirma terem ele recebido o Espírito Santo antes de Jesus subir para a presença do Pai. Em João 20:21,22 lemos: “Disse-lhes pois Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Os discípulos de Jesus receberam o Espírito Santo antes de acontecer o batismo no dia&amp;nbsp; de&amp;nbsp; Pentecostes, e o texto transcrito acima não faz qualquer referência a acontecimentos sensacionais, milagrosos, estapafúrdios, quando do recebimento providenciado por Jesus. Atualmente, alguns indivíduos estão utilizando este texto para assoprarem sobre outras pessoas e afirmarem que assim eles estão fazendo com que recebam o Espírito Santo. Também não é bíblico tal comportamento. Não foi nenhum discípulo quem assoprou sobre os outros, mas o próprio Senhor Jesus Cristo, num ato que demonstrava estar deixando para seus servos, para aqueles que creram nele, do seu próprio Espírito, tal como prometera anteriormente (ver João 14:16).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;O crente recebe o Espírito Santo sem qualquer manifestação exterior, como uma dádiva do Senhor Jesus Cristo, quando ele entrega-se a Jesus Cristo como Salvador e Senhor, entrega essa que é manifestada através da submissão ao batismo que foi ordenado por Jesus. Isto é o que expressa o apóstolo Paulo, quando, escrevendo aos crentes da Galácia, demonstra que o recebimento do Espírito Santo não é por obras, mas pelo ouvir com fé (Gál. 3:2).&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;CONCLUSÕES&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;1. Ficar a buscar recebimento do Espírito Santo depois de receber Jesus Cristo como Salvador, é imaturidade cristã, é falta de reconhecimento de que Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo são uma só pessoa. Como poderia alguém receber Jesus como Salvador, recebendo-o para habitar em seu ser, e depois receber o Espírito Santo como se fosse uma outra pessoa divina?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;2. Jesus, após sua ressurreição, voltou à presença do Pai onde está até hoje e de onde só voltará no dia do juízo final. Mas também afirmou que estaria com seus servos todos os dias, até que os séculos se consumassem. Afirmou também que, onde estivessem duas ou três pessoas reunidas no nome dele, aí ele também estaria. Como pode ser isto? Como poderia Jesus estar no céu sendo prometida sua volta conforme foi sua subida, conforme está registrado em Atos 1:11, e habitar em cada um que o aceita como Salvador? Só há uma resposta bíblica e lógica para esta questão: Jesus habita nos seus servos na pessoa do seu Espírito. Quando alguém recebe Jesus em sua vida, recebe na pessoa do Espírito Santo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-8036392675938468946?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/8036392675938468946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=8036392675938468946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8036392675938468946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8036392675938468946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/12/o-recebimento-do-espirito-santo.html' title='O RECEBIMENTO DO ESPÍRITO SANTO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-6916025306821488909</id><published>2011-12-12T09:26:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T09:26:14.010-02:00</updated><title type='text'>AS TAÇAS DA IRA DE DEUS</title><content type='html'>http://www.4shared.com/audio/AMDlo0R0/As_taas_da_ira_de_Deus.html&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Neste link você ouvirá um estudo a respeito de como Deus derramará a sua ira sobre a humanidade no final dos tempos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-6916025306821488909?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/6916025306821488909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=6916025306821488909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6916025306821488909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6916025306821488909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/12/as-tacas-da-ira-de-deus.html' title='AS TAÇAS DA IRA DE DEUS'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5251212273657900807</id><published>2011-12-10T19:17:00.000-02:00</published><updated>2011-12-10T19:17:33.719-02:00</updated><title type='text'>A VIDA ETERNA</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.4shared.com/audio/amNY8NiW/A_VIDA_ETERNA_-__Joo_cap_6_26_.html"&gt;http://www.4shared.com/audio/amNY8NiW/A_VIDA_ETERNA_-__Joo_cap_6_26_.html &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste link você encontra uma mensagem a respeito da necessidade de se trabalhar pela vida eterna e não pelas coisas perecíveis, baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5251212273657900807?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5251212273657900807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5251212273657900807' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5251212273657900807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5251212273657900807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/12/vida-eterna.html' title='A VIDA ETERNA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5392243591753240380</id><published>2011-10-23T16:29:00.001-02:00</published><updated>2011-10-23T23:42:45.962-02:00</updated><title type='text'>A PORTA DA A SALVAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Lucas 13:22-30&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;22&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;E percorria as cidades e as aldeias, ensinando, e caminhando para Jerusalém.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;23&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;24&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;25&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes a estar de fora, e a bater à porta, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei donde vós sois;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;26&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;27&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;E ele vos responderá: Digo-vos que não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;28&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas, no reino de Deus, e vós lançados fora.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;29&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;E virão do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-ão à mesa no reino de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt;30&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;E eis que derradeiros há que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;O Senhor Jesus sempre ensinou que há um só caminho para a salvação. Em certa ocasião ensinou que Ele próprio é o caminho para Deus, e sabemos que a salvação está em Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Neste texto do Evangelho de Lucas encontramos pessoas perguntando a Jesus se são poucos os que se salvam e Ele ensinando a respeito da porta de entrada no reino de Deus. Isto significa que existe a salvação, existe uma porta de entrada para o reino de Deus e que a salvação está em estar dentro do reino de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Estaremos comentando a respeito de algumas características desta porta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;1. A PORTA DA SALVAÇÃO É ÚNICA &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Jesus disse ao seu interlocutor que deveria lutar por entrar pela porta. Ele não disse por uma das portas, ou que escolhesse uma porta e entrasse como se existissem muitas, porém definiu que a luta deveria objetivar a entrada por uma porta definida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;2. A PORTA DA SALVAÇÃO É DIFÍCIL DE SER ATRAVESSADA&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando utilizou a expressão “lutai” o Senhor Jesus estava ensinando que não há facilidades em entrar pela porta da salvação. Ela só é atravessada mediante uma luta pessoal e intransferível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta dificuldade está no fato de ser uma porta estreita e de que muitos não poderão entrar apesar de se esforçarem por isto. Para entrar pela porta da salvação uma pessoa tem que abandonar as tradições familiares e sociais. Não adianta ficar preso a uma tradição religiosa regional ou familiar, como se todos fossem ser salvos por praticarem a mesma religiosidade de seus antepassados, ou de seus pais, ou de sua comunidade. Reconhecemos ser este um grande empecilho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outro empecilho para a entrada pela porta da salvação são os pecados. Ninguém entrará no reino de Deus com seus pecados. Tem que se arrepender, tem que confessá-los a Deus, tem que pedir perdão e tem que confiar a purificação somente através do sacrifício do Filho de Deus, Jesus Cristo, na cruz do Calvário. Somente o sangue derramado por Jesus Cristo tira o fardo de pecados que o homem leva consigo. E este fardo de pecados não passa pela porta estreita com quem deseja entrar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;3. A PORTA DA SALVAÇÃO UM DIA SERÁ FECHADA PARA SEMPRE&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Será fechada por quem tem o direito de fechá-la. O pai de família, o próprio Deus, o Senhor do seu reino. Um dia, no tempo dele não nosso, se levantará e fechará a porta, deixando muitos de fora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os que ficarão de fora serão considerados desconhecidos de Deus. Não terão identidade com Deus. Exatamente a identidade que fica estabelecida quando uma pessoa crê em Jesus como Salvador. Em João 1:12 lemos que a todos quantos creram nEle (Jesus Cristo) foi-lhes dado o poder de serem feitos filhos de Deus. Só entrarão no reino de Deus, pela porta da salvação, os que se identificaram com Cristo, crendo nele como Salvador, tornando-se filhos de Deus por adoção. A estes Deus conhecerá, mas aos que ficarem batendo depois de a porta ter sido fechada, Deus simplesmente desconhecerá por não terem identidade alguma com Ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os que ficarem de fora ficarão desesperados, tentarão argumentar, mas de nada lhes adiantará, pois serão expulsos para longe de Deus e ficarão eternamente de fora do reino dEle.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;CONCLUINDO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os que ficarem de fora da porta da salvação viverão para sempre em grande sofrimento. Jesus afirmou que sofrerão muito, com choro e ranger de dentes e ainda terão um agravante em seus sofrimentos, pois estarão vendo os que estiverem dentro do reino de Deus, felizes para todo o sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A porta é Jesus Cristo. Ele afirmou assim: “&lt;span lang="PT"&gt;Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” (João 10:9). &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5392243591753240380?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5392243591753240380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5392243591753240380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5392243591753240380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5392243591753240380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/10/porta-da-salvacao.html' title='A PORTA DA A SALVAÇÃO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-4154875038608064296</id><published>2011-09-27T12:26:00.000-03:00</published><updated>2011-09-27T12:26:26.598-03:00</updated><title type='text'>O DIVÓRCIO À LUZ DOS ENSINAMENTOS DE JESUS E DO APÓSTOLO PAULO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mateus 5:31,32; Marcos 10:1-12; 1Coríntios 7:1-15&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Divórcio tornou-se uma instituição generalizada em nosso país e cada vez mais praticada entre pessoas que se casam. Há até pessoas que se casam pensando no divórcio, como ouvi certa ocasião de uma jovem que disse: “Vou casar, mas se não der certo, me divorcio.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há muitos casamentos que se desfazem na primeira crise e cônjuges acham muito natural a separação, optando por este caminho aparentemente mais fácil, do que pela superação da crise, porque é momentaneamente e visivelmente o caminho mais difícil.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na sociedade sem Cristo, sem a predominância de pessoas regeneradas por Cristo, isto pode até ser encarado como natural, porquanto não se dá valor algum aos ensinamentos do Senhor Jesus, ou do que Deus estabeleceu para nós, suas criaturas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No entanto vemos este costume crescendo nas igrejas de Cristo e se tornando tão natural quanto no mundo sem Cristo. Infelizmente está se tornando cada vez mais comum esta prática até mesmo entre pastores que se encantam por outras mulheres, muitas vezes até membros de igrejas, e abandonam suas esposas praticando o divórcio como se fosse uma solução.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não creio que está prática há de recrudescer, mas creio que pode ser enfraquecida se nos ativermos com sinceridade de coração aos ensinamentos do Senhor Jesus e seus apóstolos a respeito do divórcio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;1. O DIVÓRCIO É PRÁTICA DE PECADO&lt;/b&gt; – Mateus 5.31,32; Marcos 10:1-12&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Jesus deixou claro que o divórcio não é algo tão simples como pode parecer, nem tão solucionador de problemas como se pretende que seja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Observe-se o que ele ensina neste texto:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;1.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;O divórcio só é tolerado por causa de pornéia&lt;/b&gt; – Pornéia é degradação profunda da prática do sexo. A expressão utilizada por Jesus era utilizada para designar pessoas que se entregavam à prática da prostituição religiosa ou prostituição de um modo geral. Algumas versões a traduzem por “prostituição” e outras por “adultério”, sendo que a segunda tradução não é adequada, pois adultério tem o sentido de algo que é deturpado em sua natureza. Ou seja, a prostituição, a pornéia é um tipo de adultério. Resumindo, Jesus estabeleceu que o divórcio só é tolerado quando um cônjuge se lança na prática deteriorada de atos sexuais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;2.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;O divórcio conduz ao adultério. &lt;/b&gt;A conseqüência do divórcio será sempre o pecado do adultério, porque quando há a separação acontece deterioração do que Deus estabeleceu. Ora, quando há a separação há adultério e quando há nova união há, novamente, adultério, porque há desvirtuamento do que é natural no casamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;3.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;O divórcio é manifestação de dureza de coração.&lt;/b&gt; Dureza de coração contra o que foi estabelecido por Deus. Jesus deixou claro que o casamento faz com que dois corpos se tornem um só e que o homem não pode separar o que Deus uniu. Qualquer casamento é sempre uma união permanente estabelecida por Deus.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nunca alguém que optou pelo divórcio, que se tornou a parte ativa no ato de se divorciar, poderá dizer que tem o coração totalmente voltado para Deus e para o que Ele estabeleceu. Viverá para sempre com a marca da dureza do seu próprio coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;Resumindo, então, o que Jesus ensinou, devemos reconhecer que o divórcio é prática de pecado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;&lt;b&gt;2. O DIVÓRCIO É DESACONSELHADO PELO APÓSTOLO PAULO&lt;/b&gt; – 1Coríntios 7:10-16&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Para que duas pessoas estejam casadas é necessário que as duas tenham este propósito em seus corações. Não adianta uma pessoa querer cem por cento estar casada e a outra não querer. Ninguém vive junto se não houve mútuo desejo. Ainda mais no casamento. O desejo de permanecerem dentro do que Deus estabeleceu confere forças para a superação de todos os problemas que possam surgir na convivência conjugal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;Infelizmente não é assim quando um dos cônjuges não se importa com os princípios estabelecidos por Deus, nem com a vida familiar, nem com o bem-estar um do outro e dos filhos. Não é assim quando uma parte tem o temor de Deus e a outra parte não tem. Ou quando interesses pecaminosos interferem na vida dos dois ou de um dos dois e os dois não procuram superar. O casamento se vai e o termina por dar lugar ao divórcio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;&lt;b&gt;1. Não deve haver separação&lt;/b&gt; – v. 10. Separação física, separação no casamento propriamente dito.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Separação física por vontade própria não pode haver no casamento porque o corpo de um pertence ao outro. Separações por necessidades insuperáveis existem, mas por vontade própria não devem existir. A separação física ainda dentro da convivência no lar sempre levará à prática de pecado e à separação definitiva porque haverá sempre tentações por causa da incontinência (v.3-6). Não deve existir separação nem mesmo sob a alegação de um ser crente e outro não, porque no casamento a relação física é santificada (v. 12-14).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;&lt;b&gt;2. Se houver separação não deve existir novo casamento&lt;/b&gt; – v. 11, 15. Quando se crê que não há possibilidade de convivência e um cônjuge deixa o outro, não deve casar-se novamente. Segundo os ensinamentos de Jesus, isto seria adultério. Por isso o divórcio não pode ser encarado com tanta leviandade, como se fosse uma solução fácil que resolvesse problemas de convivência em um casamento. Eu diria que separar seria fácil, mas ficar sem casar novamente seria muito difícil. Ficar sem um relacionamento seria muito difícil. No entanto, o apóstolo Paulo fala como Jesus, demonstrando que só há uma possibilidade de uma separação e uma libertação. É quando um dos cônjuges não crentes (no caso na sociedade de Corinto havia muita prostituição e degradação moral) insiste em abandonar o casamento. Neste caso o cônjuge crente em Cristo fica livre para um recomeço de vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 0cm; mso-add-space: auto;"&gt;&lt;b&gt;3. A reconciliação é o ideal&lt;/b&gt; – v. 11. Não há nenhuma vergonha ou erro em um cônjuge, depois de haver uma separação, buscar a reconciliação no seu casamento. Este é o ideal e é o caminho para a permanência dentro dos princípios divinos para a família. Por mais difícil que seja, por mais que se tenha que abrir mãos de alguns fatores pessoais, de algumas preferências, práticas e comportamentos; por mais que se tenha que buscar uma adaptação mútua, a reconciliação é sempre o ideal. Erros, inconformidades, desencontros, incompatibilidades e tantas outras coisas sempre podem existir na convivência conjugal e podem levar a separações momentâneas, mas a reconciliação será sempre a coroa da convivência entre dois seres que convivem no casamento, que precisam se amar, que precisam desfrutar da convivência até o final da vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-4154875038608064296?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/4154875038608064296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=4154875038608064296' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4154875038608064296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4154875038608064296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/09/o-divorcio-luz-dos-ensinamentos-de.html' title='O DIVÓRCIO À LUZ DOS ENSINAMENTOS DE JESUS E DO APÓSTOLO PAULO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-1576726686597648964</id><published>2011-09-10T21:51:00.001-03:00</published><updated>2011-09-10T21:51:59.244-03:00</updated><title type='text'>A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Pr Dinelcir de Souza Lima&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O senhor Jesus estava iniciando, através da Galiléia, um segundo programa de pregações a respeito do evangelho do reino de Deus (Lc 8.1). Não ia só, mas ia acompanhado dos seus doze apóstolos além de algumas mulheres que eram profundamente gratas pela salvação e que tinham dedicação em servi-lo. Era um grupo interessante pelas diferenças individuais, pelo fato de ter mulheres junto ao grupo como verdadeiras discípulas de Jesus e, também, porque já delineava a igreja que estava se formando a partir da cabeça que era Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Entrou em uma casa para comer, mas uma multidão se ajuntou e invadiu a casa de tal maneira que nem podiam comer (Mc 3.20). Em determinado momento trouxeram-lhe um endemoninhado que era cego e mudo, um homem terrivelmente sofredor, e Jesus o curou, expulsando o demônio e fazendo com que passasse a falar e a ver. A multidão ficou maravilhada e começou a se quebrantar para reconhecê-lo como o Messias, o Filho de Davi&amp;nbsp; (Mt 12.22,23). Parece que seus discípulos ficaram separados dele por causa da multidão, porquanto ao ouvir do burburinho, saíram ao seu encontro para o resgatarem pensando que estava fora e si (Mc 3.21). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os escribas e fariseus (Marcos se refere aos escribas e Mateus aos fariseus) aproveitaram o ensejo para tentar desmoralizar Jesus, diante da multidão que já começava a reconhecê-lo como o Messias, enviado de Deus. Fizeram, então, uma afirmação que deu a Jesus o ensejo de admoestá-los e, ao mesmo tempo, ensinar aos que o estavam ouvindo, inclusive seus discípulos: afirmou que há um tipo de pecado, uma blasfêmia, para a qual não há perdão, a blasfêmia contra o Espírito Santo (Mc 3.28,29; Mt 12.32).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há pessoas, na atualidade que utilizam esse ensino de Jesus para impingir pensamentos pessoais a outras pessoas, no que concerne, principalmente, à doutrina do Espírito Santo. Quando alguém questiona algum comportamento religioso fora dos padrões bíblicos, de alguma outra pessoa que se diz possuída ou capacitada pelo Espírito Santo, logo esta diz para aquela: “Olha! Cuidado com a blasfêmia contra o Espírito Santo!” Ou seja, um ensinamento de Jesus que deve ser respeitado e observado no seu real significado, passou a ser elemento de manipulação e opressão por algumas pessoas religiosamente autoritárias. Vamos analisar os ensinamentos de Jesus detalhadamente e vamos pensar em seu real significado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;A AFIRMAÇÃO DOS ESCRIBAS E FARISEUS&lt;/b&gt; - Mt 12.24; Mc 3.22,30&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao perceberem que a multidão começava a conjecturar se Jesus não seria o Messias (a expressão “Filho de Davi” indica aquele que viria da parte de Deus, da linhagem de Davi), imediatamente começaram um trabalho sutil de tentativa de direcionamento do pensamento da multidão para uma terrível mentira com a finalidade de destruir todo o trabalho que Cristo realizara: vincularam os atos de Jesus a Satanás, ao afirmaram que Jesus expulsava demônios por Belzebu, o príncipe dos demônios, e o colocaram como se fosse dependente daquele ser maligno, já que, conforme afirmação deles, realizava os milagres sob o poder dele e afirmavam estar possesso de espírito imundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Era, de fato, uma afirmação terrivelmente pecaminosa, porquanto não faziam aquela afirmação por inocência ou incredulidade, mas de maldade consciente. Sabiam quem era Jesus. Sabiam, pelo menos, que era vindo da parte de Deus e isso pode ser comprovado pelas palavras de Nicodemos, um dos representantes da classe religiosa dominante dos judeus que, ao procurar a Jesus afirmou: “bem sabemos que és mestre vindo de Deus” (Jo 3.2).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;A RESPOSTA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS&lt;/b&gt; - Mt 12.37; Mc 3.23-30&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Jesus reagiu imediatamente com uma admoestação composta de raciocínio lógico e de advertências. Ao invés de se retirar, ou de utilizar seu poder divino para destruir imediatamente aqueles homens, preferiu vencê-los, como sempre o fez, com palavras de sabedoria divina. Deixou claro à multidão que:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;1. Não havia possibilidade alguma de estar a serviço de Satanás&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; - Mt 12.25-29; Mc 3.23-27. Se estivesse Satanás estaria lutando contra si próprio e estaria destruindo seu próprio principado. Era realidade que ele expulsara demônios. Como poderia, então, Satanás expulsar Satanás? A verdade era que Jesus expulsava os demônios pelo Espírito de Deus e que o reino de Deus havia, de fato, chegado até os judeus. Expulsava porque tinha poder para entrar nos corações dominados por Satanás anulando-lhe o poder e, então, limpar os corações (Mt 12.29; Mc 3.27).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;2. Não existe qualquer tipo de cooperação entre as trevas e a luz&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - &amp;nbsp;Mt 12.30. Não existe meio termo, não há possibilidade de se ficar&amp;nbsp; “em cima do muro” com respeito a Jesus Cristo. Quem não está com ele está contra ele e, quem não trabalha com ele, trabalha contra ele. Sendo ele a luz, não poderia compactuar com as trevas e nem as trevas com ele. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;3. Não há perdão para quem blasfema contra o Espírito Santo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - &amp;nbsp;Mt 12.31,32; Mc 3.29. Para qualquer tipo de pecado ou blasfêmia há perdão; até mesmo a palavra dirigida contra a pessoa humana de Jesus, mas a blasfêmia, a fala contra o Espírito Santo, nunca será perdoada. Quem o fizer já está condenado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Essa é a realidade declarada por Jesus. A questão, então, é: O que seria a blasfêmia contra o Espírito Santo? Seria alguém dizer que tem alguma visão, ou profecia, ou que realizou alguma obra sob o poder do Espírito Santo e a pessoa duvidar disso? Certamente que não. Note-se que quem estava envolvido ali era o próprio Senhor Jesus. Não um discípulo seu, mas o próprio Filho de Deus. A cena não poderá se repetir na história porque Jesus já subiu aos céus e de lá só voltará para o juízo final. Além disso, o que estava envolvido ali era uma blasfêmia consciente da parte de pessoas que sabiam que Jesus era vindo de Deus e que, portanto, realizava milagres pelo Espírito Santo. A blasfêmia contra o Espírito Santo é, portanto, a declaração contrária à Ele, da parte de quem tem certeza de a obra é divina e que afirma ser obra maligna. Isto quer dizer que o crente em Cristo não pode blasfemar contra o Espírito Santo, porquanto nunca dirá, conscientemente, que uma obra do Espírito é de origem maligna; nunca dirá que o que Jesus realiza através do Espírito Santo, é de obra maligna; nunca dirá que Jesus tem parte com Satanás; e nunca dirá que Jesus age pelo poder do maligno.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por outro lado, fazer isso é tão maligno, tão digno do próprio Satanás que o que pratica a blasfêmia contra o Espírito Santo já tem a maldade em si próprio (Mt 12.33-35) e a sua condenação é uma realidade que está inerente em seu ser (Mt 12.36,37). Por isso não há perdão, tanto quanto não há para Satanás que, sabendo quem é Jesus Cristo o rejeita e luta contra ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;4. O que se fala é resultado do que há no interior do homem que á de ser responsabilizado pelas suas próprias atitudes interiores&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; v. 34-37. O que os fariseus e escribas falaram não foi resultado do acaso, ou de uma ignorância a respeito de Jesus, mas a frutificação do mal que estava em seus corações. Por isso seriam responsabilizados no dia do juízo final e teriam que dar contas ao próprio Senhor Jesus no dia do juízo final e, certamente, seriam condenados pelas palavras proferidas a partir dos seus corações malignos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;CONCLUSÃO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há pessoas que rejeitam conscientemente a Jesus Cristo, mesmo sabendo da sua realidade divina. Podem existir mesmo no meio do povo de Deus e podem ocupar posições religiosas respeitáveis aos olhos humanos. Mas seus corações poderão ser reconhecidos por suas palavras que sempre colocarão Jesus Cristo em segundo plano, que sempre procurarão menosprezar o que Cristo fez e faz pelo pecador e contra as potestades malignas. Suas palavras estarão sempre fora do contexto das Escrituras, torcendo-as e procurando afastar pessoas do reconhecimento de que Jesus Cristo é o Filho de Deus que veio ao mundo para conceder a salvação a todos quantos crerem nele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tais pessoas, por melhor que seja a sua aparência religiosa, já têm a condenação garantida por Jesus Cristo e não devem ser seguidas, sob pena de seus seguidores serem levados, também, à perdição eterna.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não têm salvação porque ultrapassaram limites de malignidade e se tornaram tão maus quanto o próprio Satanás que luta contra o Senhor Jesus Cristo e contra a sua obra de salvação da humanidade. Por lutarem contra Jesus Cristo, sabendo quem ele é e do poder divino que possui, blasfemam contra o Espírito Santo que é o próprio Espírito de Cristo e, na sua blasfêmia, irão de mal à pior, sem possibilidade de perdão por causa da dureza de seus corações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aos que crêem em Jesus Cristo como Salvador e o têm como Senhor, nunca blasfemarão contra o Espírito, porque nunca se lançarão conscientemente contra o Senhor Jesus, mas estarão ao seu dispor para servi-lo na propagação do reino de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-1576726686597648964?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/1576726686597648964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=1576726686597648964' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1576726686597648964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1576726686597648964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/09/blasfemia-contra-o-espirito-santo.html' title='A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5676553462232768436</id><published>2011-08-27T21:55:00.000-03:00</published><updated>2011-08-27T21:55:07.654-03:00</updated><title type='text'>A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO E SUAS FUNÇÕES CONFORME OS ENSINAMENTOS DE JESUS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Muita coisa se diz a respeito do Espírito Santo e de suas atuações no ser humano. Tantas coisas são ditas que está se perdendo cada vez mais a visão real da sua pessoa e suas atuações verdadeiras, e se está vivendo entre os cristãos comportamentos místicos e uma religiosidade nunca ensinada pelo Senhor Jesus e que mais se aproximam das religiosidades pagãs animistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há cristãos sinceros enganados e há cristãos nominais vivendo e produzindo cada vez mais o engano que se alastra pelo mundo inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como bons e sinceros discípulos de Cristo, que procuramos viver um cristianismo verdadeiro sem as deteriorações produzidas pelos ensinamentos humanos, precisamos ficar firmes, conhecendo o que Jesus ensinou a respeito do Espírito Santo e crendo em seus ensinamentos como verdadeiros e dignos de serem confirmados em nossos corações. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nos capítulos 14, 15 e 16 do Evangelho de João encontramos o que o Mestre nos ensina a respeito deste assunto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;1. A DÁDIVA DO ESPÍRITO SANTO FOI UMA CONCESSÃO DE DEUS A PEDIDO DO FILHO DE DEUS – Jo 14.16-18&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Durante o período em que o Senhor Jesus esteve no mundo o Espírito Santo não estava com seus discípulos, mas habitava no Filho de Deus. Ele foi gerado pelo Espírito Santo, fazia maravilhas pelo Espírito Santo e foi ressuscitado pelo Espírito Santo (Rm 8:11) porque este era o Seu Espírito. Jesus era o consolador dos seus discípulos, daqueles que entregaram a Ele suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As palavras de Jesus não deixam dúvidas de que o Espírito Santo é o Espírito de Deus, mas que é, também, o próprio Espírito de Cristo (conforme o apóstolo Paulo também afirma em Rm 8:9). Ele afirmou que seus discípulos o conheciam porque habitava com eles e estaria neles; afirmou, concluindo sua promessa de envio do outro Consolador, que não deixaria os seus órfãos, mas que voltaria para eles (v. 18).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Espírito Santo habitava com os discípulos de Jesus porque estava no próprio Jesus, mas o Cristo voltaria para junto do Pai e, a pedido do Filho, o Pai mandaria o Espírito Santo para ser o Consolador dos seus discípulos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;De fato, não há registro algum no Novo Testamento de os discípulos de Jesus ficar a pedir a Deus a dádiva do Espírito Santo como tantos o fazem hoje. Nem mesmo no dia de Pentecostes quando houve a manifestação visível da presença do Espírito Santo entre eles, houve pedido algum. Não haveria uma crença na promessa de Cristo se um discípulo dEle ficasse a pedir o que ele prometeu que o Pai daria a pedido dEle. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Apenas para registrar, a concessão do Espírito Santo aos discípulos de Jesus aconteceu pouco antes dEle subir aos céus, quando assoprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo”. (Jo 20:22). E, também para registrar, o mundo sem Cristo não pode receber o Espírito Santo, porque não o vê, nem o conhece. A falta de conhecimento do Espírito Santo, no sentido de o Espírito estar na pessoa, significa que a pessoa não está em Cristo e não é de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;2. O ESPÍRITO SANTO AGE COMO CONSOLADOR NO DISCÍPULO DE CRISTO – Jo 14.16.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;A palavra utilizada por Jesus e que é traduzida por “Consolador” foi &lt;i&gt;parakletos&lt;/i&gt; que tem como significado “ alguém que é &lt;span lang="PT" style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;chamado, convocado a estar do lado de outra pessoa, alguém que pleitea a causa de outro diante de um juiz, intercessor, conselheiro de defesa, assistente legal, advogado; pessoa que pleitea a causa de outro com alguém, intercessor; no sentido mais amplo, &lt;b&gt;ajudador, amparador, assistente, alguém que presta socorro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Não existe no Novo Testamento, nem nos ensinamentos de Jesus, a idéia de que o Espírito Santo torna alguém mais poderoso na realização de milagres, ou que o Espírito Santo faz com que uma pessoa seja mais santificada, ou seja um religioso mais fervoroso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;3. O ESPÍRITO SANTO É QUEM PRODUZ A CONVICÇÃO DA VIDA DE COMUNHÃO DE CRISTO COM O PAI, DOS CRENTES COM CRISTO E DE CRISTO COM OS CRENTES – Jo 14.20.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Ou seja, é o Espírito Santo quem produz a fé em Jesus Cristo com vistas a uma vida de comunhão perfeita com Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. “A fé é a prova das coisas que não se vêem” (Hb 11.1). Ninguém vê Jesus Cristo com Deus, nem uma pessoa com Cristo e nem Jesus Cristo com uma pessoa. Com a volta de Cristo aos céus isto se tornou impossível, pois Ele está conosco exatamente porque deixou o Espírito Santo conosco (volte a ver João 14.17,18). A comunhão do Deus trino com os crentes em Cristo é uma realidade espiritual e, por isso, só pode ser conhecida através da fé que é produzida pela ação do Espírito Santo na vida do crente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;4. O ESPÍRITO SANTO É QUEM NOS ENSINA TODAS AS COISAS E NOS FAZ LEMBRAR OS ENSINAMENTOS DE CRISTO – Jo 14.26&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Nos versículos antecedentes encontramos Jesus ensinando que a palavras que seus discípulos ouviam não era dele, mas do Pai que o enviou. Encontramos, também, Jesus dizendo que dizia isto estando com seus discípulos. Em seguida Jesus diz: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” De acordo com o contexto podemos afirmar que é o Espírito Santo quem nos ensina todas as coisas a respeito da unidade e da palavra única do Pai e do Filho. Também podemos afirmar que é o Espírito Santo quem age em nossa mente fazendo-nos lembrar tudo o que Jesus ensinou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A ação do Espírito Santo com respeito às palavras e ensinamentos de Jesus é de perfeita unidade. Não se pode conceber que o Espírito Santo ensine ou leve alguma pessoa a fazer algo diferente do que Jesus ensinou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;5. O ESPÍRITO SANTO PROCEDE DO PAI E TESTIFICA DE CRISTO – Jo 15.26&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Em mais uma afirmativa de Jesus encontramos a unidade do Espírito Santo com o Pai e com o Filho. As diferenças de pseudo ensinamentos e comportamentos espirituais do que é registrado na Bíblia e, principalmente, nos ensinamentos de Jesus, só servem para constatar que tudo o que difere daquilo que Cristo ensinou não provém de Deus. São falsos ensinamentos, não importa de quem venha. Se é diferente do que Cristo ensinou, não é dele, não faz parte do verdadeiro cristianismo estabelecido por Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Se uma pessoa for realmente discípula de Cristo, se for realmente crente no Filho de Deus, será sempre usada pelo Espírito Santo para testificar do Cristo vivo, que veio ao mundo, morreu para nos salvar dos nossos pecados, ressuscitou, está na presença do Pai e voltará para julgar a humanidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;6. O ESPÍRITO SANTO É QUEM CONVENCE O MUNDO DO PECADO, DA JUSTIÇA E DO JUÍZO – Jo 16.8-13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Não há evangelho de Jesus Cristo sem o reconhecimento do pecado, sem o reconhecimento da justiça de Deus e sem o reconhecimento de que há um juízo divino que é exercido sobre a humanidade e todos os seres que se rebelam contra Ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Sem reconhecimento de pecado não pode haver arrependimento, sem reconhecimento da justiça de Deus não há reconhecimento de que Jesus Cristo é o Redentor enviado por Deus e que em se crendo nEle os pecados são perdoados, e sem reconhecimento do juízo de Deus, inclusive com o destino final de condenação do príncipe deste mundo, Satanás, não há temor quanto ao castigo eterno. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O evangelho de Jesus Cristo tem como essência estes três elementos para que uma pessoa possa receber a mensagem de salvação e, se crer se entregar a Jesus Cristo como Salvador. Mas, quem age na pessoa convencendo de verdades espirituais tão profundas e praticamente inatingíveis para nós que estamos neste mundo tão imerso na incredulidade? Homens com os recursos mais avançados de convencimento nunca conseguiriam isto. O marketing tão avançado na técnica de convencimento das coisas mais absurdas e inimagináveis, não consegue isto. Somente o Espírito Santo, o Espírito da verdade, que é perfeitamente capaz e quer nos guiar por toda a verdade de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;7. O ESPÍRITO SANTO GLORIFICA A JESUS CRISTO – Jo 16.14&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Nunca encontramos na Bíblia o Espírito Santo se auto-glorificando, nem glorificando a pessoas, mas sempre agindo em glorificação a Jesus Cristo. E a glorificação de Cristo consiste na anunciação do que recebeu dEle. Anunciação do evangelho da salvação, anunciação dos ensinamentos e mandamentos de Cristo. Anunciação da obra redentora de Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;CONCLUINDO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Uma pessoa cheia do Espírito Santo será sempre um crente em Jesus Cristo, uma pessoa que reconheceu o seu pecado, se arrependeu e se entregou a Cristo como seu Salvador. Uma pessoa cheia do Espírito Santo é sempre consolada pelo Espírito de Cristo que habita nela. Uma pessoa que tem o Espírito Santo o tem porque recebeu gratuitamente da parte do Pai, a pedido de Jesus Cristo e não pode se ensoberbecer por causa disso. Uma pessoa cheia do Espírito Santo dá valor aos ensinamentos de Deus, aos ensinamentos de Cristo e seus apóstolos encontrados na Bíblia, a Palavra de Deus escrita. Quando mais houver plenitude do Espírito Santo mais fidelidade à Bíblia haverá, mais testemunho de Jesus Cristo, mais convicção da existência do pecado, da justiça de Deus e do juízo final e, consequentemente, mais desejo de viver sem pecados, mais submissão à justiça divina e mais temor a Deus que é o Senhor de todas as coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5676553462232768436?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5676553462232768436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5676553462232768436' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5676553462232768436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5676553462232768436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/08/pessoa-do-espirito-santo-e-suas-funcoes.html' title='A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO E SUAS FUNÇÕES CONFORME OS ENSINAMENTOS DE JESUS'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-3480837946302328776</id><published>2011-08-27T20:22:00.001-03:00</published><updated>2011-08-27T20:23:43.114-03:00</updated><title type='text'>O JEJUM</title><content type='html'>&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16pt; text-align: right; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Pr Dinelcir de Souza Lima&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16pt; text-align: right; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Nos dias atuais entre os chamados evangélicos tem sido dada uma ênfase muito grande ao jejum. A prática tornou-se motivo de proclamações em púlpitos ou pessoais e de anúncios em grandes veículos de comunicação que incentivam e conclamam pessoas a dedicarem noites, dias, semanas ou metades de dias ao jejum, comportamento que é sempre apontado como sendo um excelente meio de crescimento espiritual e, principalmente, de aquisição de poder pessoas e benefícios divinos. Tornou-se comum encontrarmos pessoas se vangloriando de serem muito espirituais e, até mesmo mais espirituais que outras pessoas, por praticarem sistematicamente o jejum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;A prática deste tipo de sacrifício pessoal se tornou quase que uma obrigação para quem deseja alcançar algum tipo de bênção. Mas, seria mesmo uma verdade bíblica que o jejum nos possibilita maior espiritualidade, que nos torna mais santos, ou que faz com que Deus ouça melhor nossas petições? Ficar sem ingerir alimentos daria ao servo de Cristo maior poder espiritual? Os cristãos deveriam incentivar tais costumes criando grandes movimentos de jejum nas igrejas? São questões que podem e precisam ser discutidas e esclarecidas à luz dos ensinamentos de Jesus, que é o autor da nossa salvação e o nosso Senhor, e à luz de todo o contexto bíblico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;A ORIGEM DO JEJUM NO ANTIGO TESTAMENTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Quando Jesus disse “e quando jejuardes”, estava se dirigindo aos seus discípulos, que eram judeus, e estava se referindo a um costume daquele povo que já vinha sendo praticado durante muitos séculos. Não estava ordenando que jejuassem mas estava regulamentando um costume que estava sendo praticado de maneira errada, considerando-se a origem do jejum entre os judeus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Nas páginas do Velho Testamento não vamos encontrar o jejum com sentido principal de sacrifício pessoal, de penitência. O que vamos encontrar é uma ordem de Deus (e somente uma) para que o povo &lt;b&gt;&lt;i&gt;afligisse a alma &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;em apenas um determinado dia do ano, estabelecido pelo próprio Deus, o da expiação (Lv 16.29,30). A expressão hebraica usada para designar uma atitude que levava ao jejum era &lt;i&gt;`anah nephesh&lt;/i&gt;, que significa literalmente &lt;i&gt;afligir a alma&lt;/i&gt; (como exemplo ver Salmos 35.13; 69.10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Na comemoração anual do dia da expiação (Lv 16.29,31; 23.27-32; Nm 29.7), um sacerdote administrava um sacrifício com sentido de expiação pelo povo, para purificação dos pecados. A aflição da alma seria exteriorizada pela não ingestão de alimentos (&lt;i&gt;jejum&lt;/i&gt; em hebraico é &lt;i&gt;tsowm&lt;/i&gt;, que significa ficar sem comer) e seria a manifestação de profunda tristeza pelo pecado de cada um e também pelo sacrifício do Cordeiro, porquanto o dia da expiação era o dia em que se praticava um sacrifício que simbolizava o sacrifício de Jesus, o Cordeiro de Deus, que haveria de vir como o Messias. Ou seja, ficar sem comer não era um ato religioso em si, porém a conseqüência de um sentimento de profundo pesar pelo sacrifício do Cordeiro e, conseqüentemente, por causa dos próprios pecados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;A INTRODUÇÃO DO JEJUM ENTRE O POVO DE ISRAEL COMO PRÁTICA RELIGIOSA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Até o nono século antes de Cristo o povo de Israel não praticava o jejum como ato religioso. Somente guardava o dia da expiação e, conseqüentemente, manifestava aflição da alma ficando sem alimentação e sem a prática de qualquer tipo de atividade (Nm 29.7).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;O primeiro jejum que foi praticado como ato religioso, registrado nas páginas do Antigo Testamento, aconteceu no reinado de Acabe, no reino do Norte, por determinação de sua esposa gentia, pagã, idólatra, inimiga dos profetas de Deus, Jezabel. Diante da sua obstinação em tomar a vinha de Nabote para para que Acabe a pudesse possuir, Jezabel ordenou que fosse proclamado um jejum nacional sob a alegação mentirosa de que Nabote havia blasfemado contra Deus, ordenando que fosse apedrejado depois de ter sido acusado falsamente por dois filhos de Belial (1Rs 21.1-16). Ou seja, a terrível Jezabel foi quem convocou o primeiro jejum do povo de Israel, interligando-o com o nome de Deus como se estivesse praticando um ato de justiça divina, mas que era, na realidade, uma manifestação pecaminosa da sua malignidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;OUTRAS COMEMORAÇÕES SISTEMÁTICAS DO JEJUM NO ANTIGO TESTAMENTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Com o mesmo sentido de manifestação da aflição da alma, de profundo entristecimento, o povo judeu (do reino do Sul) passou depois a comemorar permanentemente, por conta própria e sem qualquer mandamento da parte de Deus ou conotação religiosa, mais quatro datas que recordavam quatro calamidades e que lhes causavam profundo sentimento de tristeza. Eram as seguintes datas e os seguintes fatos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;1. No décimo dia do décimo mês do ano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Comemoravam com muito pesar o dia em que o rei da Babilônia, Nabucodonozor, iniciou o cerco contra a cidade de Jerusalém (2Rs 25.1), com a finalidade de derrotar o povo judeu e leva-lo cativo. Para eles representava o início do sofrimento do cativeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;2. No nono dia do quarto mês do ano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Dia em que a cidade de Jerusalém foi finalmente tomada por Nabucodonozor (Jr 52.6-11). Se o cerco à cidade fora de muito sofrimento, mais ainda quando o rei da babilônia entrou na cidade, matou a muitos e cegou o rei Zedequias que lhes era muito querido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;3. No sétimo dia do quinto mês do ano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Dia em que foi destruído o templo de Jerusalém pelos babilônicos, comandados pelo rei Nabucodonozor (2Reis 25.8-10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;4. Em um dia não necessariamente determinado, do sétimo mês do ano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Dia em que Gedalias, que fora constituído governador sobre Judá por Nabucodonozor, foi assassinado por outro judeu chamado Ismael (2Rs 25.25; Jr 41.1,2)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Fora essas comemorações regulares de jejum no Velho Testamento, ainda encontramos narrativas de outras comemorações esporádicas (2Cr 20.3; Ed 8.21; Ne 9.1; Es 4.3; Dn 6.18; Jn 3.5), que sempre eram realizadas como manifestação de profundo pesar e aflição da alma, nunca como atos religiosos de santificação e busca de algum tipo de poder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;CARACTERÍSTICAS DO JEJUM (AFLIÇÃO DA ALMA)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; margin-top: 0cm; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;PRATICADO NO ANTIGO TESTAMENTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Analisando estes exemplos de jejum no Antigo Testamento podemos concluir que era uma manifestação de aflição com as seguintes características:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;1. O jejum era ser realizado espontaneamente como manifestação de tristeza &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;(Jz 20.26; 2Sm 12.22)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Todo um exército entristeceu-se por uma derrota e manifestou sua tristeza jejuando ; um pai jejuou por entristecer-se com a enfermidade do filho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;2. O jejum podia expressar entristecimento pelo pecado e arrependimento &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;(1Sm 7.6; 1Rs 21.27; Ne 9.1,2)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Estes exemplos se encaixam no sentimento que deveria prevalecer no dia a expiação, quando deveria existir o reconhecimento do pecado e o arrependimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;3. O jejum expressava extrema dependência de Deus &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;(2Sm 12.16-22)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;O jejum não era praticado como elemento eficaz para conferir poder a uma coletividade, nem tampouco, de poder pessoal. Pelo contrário, quem manifestava seu entristecimento através do jejum, manifestava também a sua dependência de Deus (ver também Juízes 20.26).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;DEUS CONDENOU O JEJUM PRATICADO COMO ATO RELIGIOSO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Um ato religioso sempre tem como objetivo fazer uma ligação entre o homem e a divindade. Deus sempre buscou o homem e o homem sempre desejou ter algum tipo de comunicação com Deus. Povos sem a crença no Deus único e verdadeiro têm as suas crenças em divindades imaginadas por homens e buscam, através de atos religiosos, uma ligação com suas divindades imaginárias. Quase sempre buscam esta ligação através de sacrifícios pessoais ou de outrem. O jejum é comum na maioria absoluta das manifestações religiosas de povos pagãos como ato de aperfeiçoamento espiritual que possibilitaria o contato com a divindade. O povo de Deus se deixou influenciar pelos costumes de povos pagãos e entrou por caminhos do paganismo, inclusive observando jejuns com a finalidade de fazer com que Deus atendesse às suas necessidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;As palavras do profeta Isaías (Is 58.3-8) declaram que no seu tempo o povo judeu ainda preservava o conceito do jejum como manifestação de aflição da alma, mas que já praticava o jejum conforme seus próprios interesses (jejuavam e achavam seus próprios contentamentos) e que já praticavam o jejum com a finalidade de forçar uma ação divina segundo seus interesses pessoais (v.3). O jejum já dava margem para contendas e debates, e já dava margem para atos de impiedade, como se fosse veículo eficiente para fazer ouvir a voz diante de Deus (v. 4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Deus não estabelecera a aflição da alma com nenhum destes propósitos e toda aquela prática era rejeitada por ele (v. 5). O que desejava para o seu povo não eram práticas que o obrigassem a agir, mas que o seu povo se libertasse da impiedade e de todo o jugo, e que praticasse o amor ao irmão pertencente ao mesmo povo de Deus (v. 6,7). O jejum, para Deus, não era simplesmente ficar sem comer, mas fazia parte de toda uma situação espiritual que deveria ser sincera para com Deus e para com o semelhante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;O JEJUM NO NOVO TESTAMENTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Quando Jesus veio ao mundo, a prática de jejum já estava completamente desvirtuada. Tornara-se uma prática religiosa com um objetivo em si própria, deixando de ser conseqüência de sentimento de entristecimento. Tornara-se uma exigência que, dentro do contexto religioso estabelecido pelos líderes judeus, adquirira um sentido de purificação religiosa, de aperfeiçoamento espiritual e, até mesmo, tornara-se um elemento de exibicionismo pessoal. Foi dentro deste contexto que o Senhor Jesus instruiu seus discípulos a respeito do jejum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Apesar de ser um costume entre os judeus, não encontramos no Novo Testamento qualquer ordem deixada por Jesus ou seus apóstolos para a prática do jejum. O que encontramos são referências à prática do jejum, como um costume que foi imposto pelos líderes judeus ao povo, de jejuarem no segundo e quinto dias da semana, e referências, também, a jejuns voluntários e individuais (Lc 2.37; Mt 4.1,2; 2Co 11.27) ou a jejuns coletivos (At 13.2; 14.23), mas nunca ordens de Jesus ou seus apóstolos para que os crentes em Cristo jejuassem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;OS ENSINAMENTOS DE JESUS A RESPEITO DO JEJUM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Há algumas palavras proferidas por Jesus quando estava repreendendo seus discípulos por não terem conseguido expulsar uma legião de demônios de uma pessoa, que é sempre utilizada por quem defende a idéia de que Jesus ordenou que o jejum fosse praticado por seus discípulos (Mt 17.21). No entanto, o leitor atencioso e bem intencionado observará que Jesus não estava ordenando a prática do jejum (até mesmo porque se ordenasse teria que definir que casta de demônios era aquela), mas estava apenas fazendo uma declaração específica, diretamente relacionada com aqueles a acontecimentos, em que seus discípulos tentaram expulsar os demônios apenas por disputa de poder com os fariseus (Mr 9.14-18). Uma disputa que demonstrava que os discípulos confiavam em si próprios, talvez por serem discípulos de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;A declaração de Jesus (não uma ordenança ou um ensinamento), de que aquela casta de demônios só poderia ser expulsa com oração e jejum (é importante observar a seqüência declarada por Jesus) deveu-se exatamente ao fato de os seus discípulos serem homens de pouca fé (Mt 16.20) e de não agir em favor da libertação do rapaz, movidos por um sentimento de tristeza. Para expulsarem os demônios precisavam ter fé em Deus, confiando somente nele - e a oração é a maior manifestação de confiança em Deus (Mt 6.6 e Hb 11.1), e precisavam estar profundamente entristecidos com a situação espiritual e física do rapaz, que era de terrível aprisionamento às trevas. O jejum, no pensamento de Jesus, era conseqüência de profunda tristeza, exatamente como Deus estabelecera no Antigo Testamento. Jesus não pensava como os líderes judeus ou o como o povo judeu pois eles eram marcados por costumes religiosos copiados do paganismo, como vimos anteriormente. Também não pensava como os “cristãos” pensam hoje a respeito do jejum, também marcados por costumes de religiões pagãs. Ele pensava como o Filho de Deus, como o próprio Deus que estabelecera o dia da expiação para o seu povo. Ele manifestou este pensamento quando foi procurado por discípulos de João Batista e, diante da indagação sobre qual seria o motivo de seus discípulos não praticarem o jejum, respondeu com uma alegoria, dizendo que os convidados para uma festa de casamento não poderiam ficar &lt;b&gt;tristes&lt;/b&gt; enquanto o noivo estivesse com eles, mas que haveria o tempo em que o noivo lhes seria tirado e que, então, &lt;b&gt;jejuariam&lt;/b&gt; (Mt 9.14,15). Observe-se como ele interligou a tristeza ao jejum. Que dúvida pode haver quanto ao fato de que Jesus, ao se referir ao jejum, se referia a entristecimento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Na realidade, quando Jesus disse que aquela casta de demônios só poderia ser expulsa com oração e jejum, estava dizendo que só seria expulsa se eles tivessem fé em Deus e que a fé fosse manifestada através de oração com profundo amor ao semelhante. Amor que levasse a profunda aflição da alma por causa da situação do rapaz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;É certo, então, que não podemos utilizar este episódio do ministério de Jesus para afirmarmos que ele mandou que seus discípulos jejuassem. Então, o que Jesus realmente ensinou a respeito do jejum? Para compreendermos seus ensinamentos no Sermão do Monte precisamos nos reportar novamente ao texto de Mateus 9.14-17 e observarmos que Jesus, sendo o Filho de Deus, fora enviado como quem participara do estabelecimento do Antigo Concerto em que fora estabelecido o Dia da Expiação, e que fora enviado para estabelecer o Novo Concerto, com o seu sacrifício pessoal, representado no Dia da Expiação com o sacrifício de um cordeiro. Ou seja, em sua mente estava a aflição da alma por causa do Dia da Expiação simbólico do Antigo Testamento e a aflição da alma dos seus discípulos no Dia da Expiação real, o do seu próprio sacrifício, no Novo Testamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Quanto ao Novo Testamento ele sabia que a tristeza dos seus discípulos aconteceria no momento em que fosse tirado do meio deles para ser crucificado. Mas, certamente sabia que poderiam alegrar-se novamente por causa da sua ressurreição. Certamente que não caberia a aflição da alma para os seus discípulos, ao longo do período do Novo Concerto por causa da morte do Cordeiro de Deus, pois Ele ressuscitou e seu sacrifício nunca mais se repetirá. Também não caberia a aflição da alma pela ausência do Filho de Deus, pois ele prometeu que estaria com seus discípulos “todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). O jejum, a aflição da alma, fazia parte do Antigo Concerto (tecido velho e odre velho) e não poderia fazer parte do Novo Concerto (tecido novo e odre novo). A aflição da alma era conseqüência de diversos atos de sacrifício que se repetiam no Antigo Concerto e aconteceria somente uma vez, como conseqüência de um único sacrifício no Novo Concerto. O vinho novo era o sacrifício definitivo do Filho de Deus e este sacrifício, como ato realizado, histórico, nunca poderia fazer parte do Antigo Concerto. Quem tentar fazer assim estará deteriorando, para si, o sacrifício de Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Sendo assim, podemos dizer que, mediante os ensinamentos de Jesus posteriores ao Sermão do Monte, é certo que ele não pensava no jejum como uma prática religiosa para conferir poder, santidade ou capacitação espiritual aos seus discípulos; que seus discípulos que andaram como ele e aprenderam diretamente dele, não jejuavam (Mt 9.14); e que ele nunca requereu ou requereria dos seus discípulos a prática do jejum, mesmo como aflição da alma. Esta é a nossa base para analisarmos o que Jesus ensinou no Sermão do Monte a respeito do jejum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;OS ENSINAMENTOS DE JESUS A RESPEITO DO JEJUM NO SERMÃO DO MONTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Primeiramente precisamos observar que Jesus estava ensinando a respeito do jejum aos seus discípulos, que eram judeus. Como não poderia deixar de ser, Jesus considerou que seus ouvintes praticavam o jejum por serem judeus e por estarem, ainda, no período do Antigo Testamento. O Novo Testamento só seria estabelecido quando ele fosse crucificado, derramando o seu sangue, abrindo caminho a todos os que cressem nele para entrar na presença de Deus. Até lá, o dia da Expiação deveria ser observado por seus discípulos e, também, a aflição da alma. Sendo assim, tratou de esclarecer o assunto, tirando as tradições e as tendências humanas de suas mentes, restabelecendo o verdadeiro significado do jejum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;1. O jejum não deveria ser um ato superficial e hipócrita – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Mt 6.16; Lc 18.9-41&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Não deveria ser praticado conforme o modelo dos líderes judeus que gostavam que todos vissem que jejuavam, que fingiam tristeza através de uma aparência forçada, que gostavam de serem vistos como pessoas muito espirituais. O jejum deveria ter o seu sentido original de dependência de Deus, de humilhação perante ele, de aflição da alma e não ser praticado como um ato para o engrandecimento pessoal, de exaltação da religiosidade, ou para forçar Deus a agir em benefício de quem praticava este tipo de penitência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;2. O jejum deveria ser um ato individual e oculto – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Mt 6.17,18&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Deveria ser uma atitude interior, somente no coração do indivíduo. A expressão “unge a tua cabeça e lava o teu rosto” representa: penteia o teu cabelo e não fiques com o rosto desfigurado, de sofrimento. Jesus foi enfático em dizer: “para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai que está em oculto.” A tristeza pelo próprio pecado, pelo sacrifício de um ser inocente sem pecados, deveria ser algo real no coração do homem temente a Deus, que certamente veria o coração do seu servo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;A conclusão a que chegamos é que o jejum como ritual religioso com a finalidade de aquisição de poder, ou de santificação, ou de purificação espiritual, é um tipo de sacrifício pessoal que não é bíblico. É uma prática penitencial de muitas outras religiões, como por exemplo, do induísmo, do budismo, do jainismo, do catolicismo etc, e que sempre visam a purificação do espírito ou a conquista da salvação, e que não deve ser imitada pelo discípulo de Jesus Cristo, sob pena de substituir a confiança em Deus e, conseqüentemente, a dependência a ele através da oração e confiança na sua Palavra, por uma confiança em atos pessoais que nem mesmo dependem de fé, mas apenas de um esforço pessoal em cumprir determinados sacrifícios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 16.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua', serif;"&gt;Jesus já foi sacrificado. Entregou-se por todos quantos crerem nele como Salvador, em um sacrifício só e que foi bastante e suficiente para nos purificar de todo o pecado. Um sacrifício que foi perfeito e, por isso, eficiente para nos conceder a vida eterna e um sacrifício que foi eficiente para nos trazer comunhão com Deus, o Pai. Ele prometeu que estaria conosco todos os dias, até o final dos tempos. Se ficarmos a jejuar, estaremos substituindo o sacrifício de Jesus por sacrifícios pessoais e estaremos indiferentes à sua presença em nossas vidas. Presença que nos concede a paz perfeita e a alegria da salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-3480837946302328776?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/3480837946302328776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=3480837946302328776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/3480837946302328776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/3480837946302328776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/08/o-jejum.html' title='O JEJUM'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-3520119754654363690</id><published>2011-08-12T00:15:00.002-03:00</published><updated>2011-10-23T23:43:24.558-02:00</updated><title type='text'>DISCÍPULOS INCRÉDULOS E DISCÍPULOS CRENTES EM JESUS CRISTO</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;João 6:47-71&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Modernamente se criou e se difundiu a idéia de que o que importa não é ser crente em Jesus Cristo, mas ser discípulo dEle. A Bíblia não nos ensina assim, porém que importa ser um crente em Cristo. Nos evangelhos encontramos discípulos de Jesus com insuficiência de crença, como Pedro que foi chamado por Jesus de homem de pequena fé, e até mesmo com falta de crença como Tomé, a quem Jesus conclamou que não fosse incrédulo, porém crente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;No texto que estamos estudando encontramos referência a muitos discípulos incrédulos e a um pequeno grupo de discípulos crentes que permaneceram com Jesus até o final. Encontramos referência até mesmo a um discípulo que se tornou o traidor de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Discípulo é aquele que segue um mestre com a intenção de aprender dele. Não importa por quanto tempo ou até aonde. Se uma pessoa um dia seguiu outra pessoa como seu mestre, foi um discípulo. No mundo antigo eram comuns discípulos que seguiam seus mestres, aprendiam, desenvolviam pensamentos próprios, deixavam os mestres e formavam grupos de discípulos deles próprios também. Outros seguiam seus mestres por algum tempo e depois os abandonavam simplesmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;No episódio da multiplicação dos pães encontramos muitos discípulos de Jesus. Discípulos de um dia, discípulos mais antigos, discípulos escolhidos por ele. Muitos se ajuntaram para ouvir e ver Jesus.&amp;nbsp; Viram-no curar muitos enfermos e ouviram-no falar muito a respeito do reino de Deus. Ao final do dia viram-no multiplicar pães e peixes e&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;receberam das mãos dele, através dos seus apóstolos, alimento suficiente para ficarem satisfeitos até o dia seguinte. De alguma maneira creram nEle: creram que era o profeta que deveria estar com eles. Não pelas palavras que ouviram, mas pelo pão que comeram. Foram atrás do Mestre querendo mais pão. Não receberam e ouviram o ensinamento de que não deveriam trabalhar pelo pão que perece, mas pelo pão que permanece para a vida eterna, que é uma dádiva de Deus. Deixaram de crer que Jesus era o profeta que deveria vir e pediram um sinal para crerem que ele era o pão da vida. &lt;b&gt;Não receberam sinal algum, porém mais ensinamentos&lt;/b&gt; a respeito da necessidade de crerem nas palavras do Mestre para que pudessem viver eternamente. Aprenderam que &lt;b&gt;teriam que interiorizar o Mestre, comendo a sua carne e bebendo o seu sangue, permanecendo, então, nele para sempre. &lt;/b&gt;A incredulidade se manifestou mais forte ainda. Acharam que a palavra do Mestre era dura demais e que ninguém tinha condições de ouvi-la.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;O Mestre continuou com as palavras que os ofendia. &lt;b&gt;A carne para nada aproveita&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;porém as palavras dEle porque são espírito e vida &lt;/b&gt;(v. 63); que ninguém poderia ir a ele por si próprio, porém somente o que for dado pelo Pai (v. 64). Não agüentaram mais a vida de discípulos incrédulos e deixaram o Mestre. Tornaram-se ex-discípulos e continuaram incrédulos. Jesus deixou à vontade para que todos os deixassem, mas um pequeno grupo se manifestou através da palavra de um discípulo e ficaram com o Mestre, como discípulos crentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Vamos analisar alguns aspectos dos discípulos incrédulos e dos discípulos crentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;DISCÍPULOS INCRÉDULOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 11pt;"&gt;1. Querem de Jesus somente coisas materiais – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 11pt;"&gt;v. 47-50&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 11pt;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 11pt;"&gt;Os discípulos incrédulos insistem em buscar ao Senhor, até mesmo com grandes esforços pessoais, mas querem apenas receber vantagens materiais. Não se importam com o valor da vida eterna, nem mesmo a deles próprios. Não se importam com a eternidade nem com o &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;sacrifício de Jesus na cruz para conceder a vida. O que é mais importante para eles é a matéria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;2. Desprezam as palavras de Jesus – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;v. 51-66. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Desprezam questionando (v. 52); desprezam endurecendo os corações (v. 60); desprezam se escandalizando (v. 61); desprezam por causa de interesses pessoais (v. 64,70,71); desprezam abandonando Jesus e voltando atrás na vida cristã (v. 66).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;3. Murmuram por causa de Jesus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – &lt;i&gt;v. 61&lt;/i&gt;. Por fingirem que seguem a Jesus não têm coragem de se expor contradizendo o Mestre. Por isso adquirem o hábito da murmuração, da conversa escondida a respeito do que Jesus ensinou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;DISCÍPULOS CRENTES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;1. Permanecem com Cristo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – v. 66,67. Os doze permaneceram. Percebe-se que a multidão abandonou a Jesus, mas alguns permaneceram com Ele. Não importa os desafios que Jesus coloca diante deles, não importa aonde Jesus os leve, não importa as provas que o Senhor faça com eles, não importa se o Senhor os faça ficar com fome ou desabrigados por algum tempo enquanto cuida das coisas espirituais, não importa se seguem aquEle que não teve onde reclinar a sua cabeça. Permanecem sempre com Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;2. Sabem que não têm para onde ir sem Jesus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – v. 68. O que crer é regenerado, é transportado do reino das trevas para o reino de Cristo, nasce para uma nova vida com Cristo. Como voltar atrás? Ir para quem ou para onde? Um discípulo crente sabe que se deixar Cristo cairá no vazio, ficará sem razão para viver neste mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;3. Recebem as palavras de Jesus como palavras da vida eterna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – v. 68. Os discípulos incrédulos questionaram as palavras de Jesus e as rejeitaram. Os discípulos crentes receberam as palavras de Jesus exatamente como são: Palavras da vida eterna. Não receberam como palavras sociais, palavras subversivas, palavras de incentivo à riqueza, palavras de cura do corpo, palavras políticas etc. Mas como palavras da vida eterna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Eles receberam em seus corações as palavras:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;a) Jesus é o pão da vida. Quem crê nele tem, no presente, a vida eterna (v. 47,48);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;b) Jesus é o pão vivo que desceu do céu (v. 51,57). Creram na pré-existência de Jesus, do Verbo pré-encarnado, Filho de Deus deste a eternidade, que foi enviado pelo Pai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;c) Para ter a vida em si mesmo é necessário ter Jesus em si mesmo, através do recebimento do seu sacrifício como único meio de ter a vida eterna e ser ressuscitado no último dia (v. 53,54)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;d) O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita (v. 63)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;e) Que as palavras de Cristo vivificam, pois são espírito e vida (v. 63)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;4. &lt;b&gt;São crentes porque crêem e experimentam o fato de que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus&lt;/b&gt; - v. 69). Crêem em Jesus Cristo como o Filho de Deus que foi dado ao mundo para que todo aquele que nele crê viva eternamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;CONCLUINDO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Se Jesus é o pão da vida que desceu do céu para conceder a vida eterna; se para viver eternamente é preciso receber Jesus, o Cristo sacrificado, como Salvador de nossas almas; se as palavras de Jesus são espírito e vida, é importantíssimo que se creia em Jesus como o Cristo, o Filho de Deus. E quem crê assim, é crente em Jesus Cristo. É um discípulo crente daquEle que entregou o seu corpo para ser sacrificado e derramou o seu sangue para o perdão dos nossos pecados. Estes permanecerão para sempre com Cristo porque querem e prezam a vida eterna e fora dele não há salvação. Sem ele não há para quem ir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-3520119754654363690?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/3520119754654363690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=3520119754654363690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/3520119754654363690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/3520119754654363690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/08/discipulos-incredulos-e-discipulos.html' title='DISCÍPULOS INCRÉDULOS E DISCÍPULOS CRENTES EM JESUS CRISTO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-8587061081953523772</id><published>2011-08-10T23:51:00.001-03:00</published><updated>2011-08-10T23:52:58.791-03:00</updated><title type='text'>A abominação da desolação no lugar santo, o último sinal do final dos tempos</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Comentário sobre &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mateus 24:15&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pr. Dinelcir de Souza Lima&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Após anunciar a destruição do Templo em Jerusalém, por causa de uma pergunta dos seus discípulos a respeito de qual seria o sinal que haveria da vinda dele e do fim do mundo (24:3), Jesus passou a registrar vários acontecimentos e situações que precederiam a sua volta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O último sinal a que se referiu foi à abominação da desolação dita pelo profeta Daniel no lugar santo, e deixou como que um enigma: “quem lê, entenda.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Comentaristas insistem em afirmar que o profeta Daniel, em Dn 9:27; 11.31; 12.11, estaria se referindo à destruição do Templo de Jerusalém em 70 d.C pelos romanos e que, portanto, Jesus também estaria se referindo ao mesmo fato.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No entanto, para assumir esta interpretação, simplesmente ignoram alguns aspectos do contexto das palavras de Jesus, tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;1. A referência à abominação da desolação estar no lugar santo faz parte da resposta de Jesus aos seus discípulos a respeito da volta dele e do fim do mundo. Não faz parte do contexto a respeito da destruição do templo de Jerusalém.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;2. A referência à abominação no lugar santo faz parte de um crescendo apontado por Jesus em direção ao engano religioso dentro do cristianismo (v. 5, 10, 11, 12)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;3. Jesus fez referência a uma grande aflição como nunca houve e como nunca haverá, que será subseqüente à abominação no lugar santo (v. 21-23).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;4. Jesus profetizou que logo após a grande aflição virá o fim (v. 29). Se estivesse fazendo referência à destruição de Jerusalém, do Templo e ao grande sofrimento do povo judeu &amp;nbsp;que aconteceu sob o impacto dos exércitos romanos, então o fim do mundo já teria acontecido ou então Jesus teria errado em sua profecia. Além disso, apesar de o povo judeu ter sofrido tanto naquela ocasião, já houve sofrimentos no mundo muito maiores que aqueles, até mesmo para o povo judeu, como o holocausto na Segunda Guerra Mundial, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;E a que Jesus estaria se referindo para dizer quem lê entenda?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Certamente não estaria se referindo a Daniel 9:27 porque, realmente a interpretação melhor deste texto é a destruição de Jerusalém.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Também não estaria se referindo a Daniel 11:31 e 12:11 porque o profeta fala a respeito da retirada do sacrifício contínuo como se fosse o estabelecimento da abominação desoladora. No entanto o sacrifício no templo foi abolido pelo próprio Senhor Jesus na sua morte. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Temos que compreender as palavras de Jesus à luz do contexto dos seus próprios ensinamentos e à luz dos ensinamentos dos seus apóstolos no Novo Testamento. O final acontecerá no período do Novo Concerto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Jesus disse que a abominação seria visível. Não no sentido literal, porém no sentido da percepção através do exame, do conhecimento. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A expressão grega que é traduzida por abominação, ou abominável, é &lt;b&gt;&lt;i&gt;bdelugma&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;span lang="PT"&gt;, referente a “uma coisa suja, horrível, destestável”, referindo-se a “ídolos e coisas pertencentes a idolatria” (Strong, James. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Léxico Hebraico, Aramaido e Grego de Strong&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;, Sociedade Bíblica do Brasil, 2002, 2005, S.G 946). Isto significa que Jesus, então, não estaria se referindo a um cerco militar literal, nem a uma abominação por estrangeiros ou inimigos interrompendo o sacrifício, nem destruindo o lugar santo do Templo onde havia o sacrifício contínuo, &lt;b&gt;mas estaria se referindo aos exércitos da iniqüidade, da idolatria e, consequentemente, da adoração falsa e do cristianismo falso no lugar santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Isto é confirmado pelas palavras do profeta Daniel, encontradas em Dn 9.5-16, em que descreve a abominação cometida pelo povo de Deus contra Ele, fazendo referência à iniqüidade estabelecida em Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Nas palavras de Daniel encontramos: cometimento de iniqüidade, procedimento ímpio, separação dos mandamentos e juízos de Deus, indiferença aos profetas de Deus, prevaricação, rebeldia contra Deus, desobediência à voz de Deus, falta de conversão a Deus, prática de atos ímpios. E encontramos, também, o pedido para Deus afastar a ira e o furor dEle da cidade de Jerusalém, do santo monte dEle.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Creio firmemente que Jesus estava se referindo a todas estas coisas sujas, horríveis, detestáveis para Deus que estaremos vendo no lugar santo na precedência imediata da volta dEle e do fim do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas, ficou algo para compreendermos ainda: &lt;b&gt;E, o que seria o lugar santo?&lt;/b&gt; Certamente não seria o lugar de sacrifícios no templo de Jerusalém. Como já dissemos, o sacrifício de Jesus aboliu qualquer outro tipo de sacrifício e, apesar de alguns defenderem a idéia, o culto sacrificial nunca será restaurado por Deus porque estaria inutilizando o sacrifício do Filho dEle e estaria retornando ao que era provisório e ficou envelhecido com o que é definitivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O lugar santo, a Jerusalém no Novo Concerto é a igreja de Cristo. É a igreja de Cristo que descerá do céu como a nova Jerusalém, como noiva gloriosa, ataviada para o seu esposo, Jesus Cristo. É a igreja de Cristo que é santa, separada do mundo, consagrada para Deus através do sangue do Cordeiro, Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O que Jesus estava dizendo é que, quando fosse percebido, visto, as igrejas dEle cometendo iniqüidades, procedendo impiamente, deixando os mandamentos e juízos de Deus, indiferentes às Escrituras, desobedientes à voz de Deus, formada por pessoas que não se importam em se converter a Deus, copiando adorações falsas e idolátricas, então virá o fim. E isto já está sendo visto.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-8587061081953523772?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/8587061081953523772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=8587061081953523772' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8587061081953523772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8587061081953523772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/08/abominacao-da-desolacao-no-lugar-santo.html' title='A abominação da desolação no lugar santo, o último sinal do final dos tempos'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-3671563144931424242</id><published>2011-07-07T16:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T16:11:53.803-03:00</updated><title type='text'>A CAMINHADA DE JESUS SOBRE O MAR DA GALILÉIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;João 6.16-21&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Jesus havia multiplicado cinco pães e dois pequenos peixes para uma multidão de mais de 5.000 pessoas (Mateus registra que eram cerca de 5.000 homens, fora mulheres e crianças). A multiplicação dos pães fez com que aqueles que encheram seus estômagos dissessem que Jesus era o profeta que devia vir ao mundo e tentassem tomá-lo para o fazerem rei (Jo 6.14,15). Por isso mandou que seus discípulos entrassem em um barco e voltassem para o outro lado do mar e se retirou novamente sozinho para o monte, onde ficou a orar até bem tarde da noite.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;No mar, já bem distante da terra, cerca de 4,5 quilômetros, seus discípulos enfrentavam uma grande tempestade, com o mar bastante agitado e um grande vento contrário.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Jesus, então, foi ao encontro dos seus discípulos e concluiu a viagem até Cafarnaum com eles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;1. QUANDO JESUS FOI AO ENCONTRO DOS SEUS DISCÍPULOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mateus registra que Jesus foi ter com seus discípulos na quarta vigília da noite. Considerando que os romanos dividiam o tempo da noite em quatro vigílias de três horas cada uma, constatamos que Jesus saiu ao encontro deles entre as três e seis horas da manhã. Ele subiu ao monte no cair da noite (cerca de seis horas da tarde) e foi ao encontro dos discípulos pelo menos às três horas da madrugada. Isto significa que Jesus deixou seus discípulos no mar revolto durante cerca de oito horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O que podemos constatar a respeito do tempo que Jesus levou entre o momento que despediu seus discípulos e o que foi ao encontro deles? Pelo menos duas coisas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;a) Jesus orou durante oito horas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; – Ele nos ensinou a orar sempre, a orar sem cessar. Ensinou e deixou o exemplo. O Filho de Deus conversava sempre com o Pai colocando diante dEle suas aflições, seus agradecimentos e suas petições. Devemos copiar o exemplo do nosso Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;b) Jesus deixou que seus discípulos se esforçassem muito durante oito horas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; – Estar a sós com o Pai, conversando com Ele, era muito importante e não interrompeu nem mesmo para socorrer seus discípulos. Sabia que eles estavam bem. Os esforços dos seus discípulos também eram muito importantes para eles próprios e para o reino de Deus. Haveria o momento em que Cristo voltaria para o Pai e seis discípulos ficariam aqui no mundo para plantar a igreja, para anunciar o evangelho da salvação e eles precisariam se esforçar muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;2. DE QUE MANEIRA JESUS FOI AO ENCONTRO DOS SEUS DISCÍPULOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Jesus foi andando sobre as águas. Uma maneira completamente estranha ao ser humano de se locomover. Tão estranha que pescadores experientes ficaram muito atemorizados quando ele se aproximou do barco e pensaram que era um fantasma (Mt 14.26). Realmente algo fora da compreensão humana. Pessoas incrédulas têm tentado explicar o que aconteceu dizendo que Jesus conhecia um caminho de pedras que ficavam quase na superfície da água e que teria andado por este caminho. Mas isto é facilmente desacreditado se nos recordarmos que no barco existiam discípulos que Jesus que eram pescadores experientes e que conheciam bem aquele mar. Como poderia o carpinteiro conhecer o caminho e os pescadores não conhecer? Na realidade Jesus demonstrou o seu poder sobre a natureza e, também, a sua própria natureza sobrenatural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;3. AS REAÇÕES DOS DISCÍPULOS DE JESUS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Já vimos que ficaram muito assustados. Mas João registra que Jesus anunciou que era ele e disse para que não temessem; que, então, eles o receberam com satisfação. O que podemos perceber em João 6.20,21 é que os discípulos creram na palavra de Jesus e o receberam e que prosseguiram a viagem em paz. No entanto, em Mateus 14:28-32 vemos que Pedro não creu que era Jesus, que fez um teste com o Senhor e que terminou por ser repreendido por Jesus por causa da sua pequena fé. Que entrou junto com Jesus no barco e que somente depois disto é que o vento cessou e prosseguiram viagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Por que Pedro afundou e por que Jesus o repreendeu? Pedro afundou porque quis fazer um teste com a palavra de Jesus. Se não tivesse feito o teste não teria passado pelo pavor de se sentir submergindo nas águas escuras e agitadas. Estaria em segurança no barco com Jesus, juntamente com os outros. Afundou também porque quando Jesus mandou que fosse, chegou a dar alguns passos sobre a água, mas duvidou, ainda, da palavra de Cristo. Tivesse confiado inteiramente na palavra de Cristo teria ido até ele com tranqüilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;CONCLUSÕES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;1. Como seres humanos precisamos nos esforçar para alcançarmos nossos objetivos. E às vezes precisamos nos esforçar muito, lutando contra coisas que são naturais e, até mesmo, sobrenaturais. Ser crente em Jesus Cristo não é ter uma vida fácil, diferente das outras pessoas, com conquistas fáceis e miraculosas. Até mesmo para obedecermos a ordens de Cristo precisamos desenvolver esforços que muitas vezes são exaustivos. Mas o Senhor Jesus está sempre olhando por nós. Mesmo que não o vejamos, ele nos vê e sabe exatamente por tudo que passamos. No momento certo, o momento dEle, quando sabe que não temos mais condições de avançar, vem até nós e nos socorre acalmando as tempestades da vida e conduzindo-nos a porto seguro. Não podemos marcar o tempo que Cristo nos socorrerá, apenas precisamos continuar nos esforçando até que ele nos socorra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;2. As maneiras que o Senhor Jesus utiliza para vir até nós, para estar junto conosco nos socorrendo nos momentos mais angustiantes e difíceis de nossa vida, são maneiras dEle. Não são maneiras previsíveis por nós, nem mesmo compreensíveis pela mente humana. Mas Ele sempre virá da maneira dele, com o poder dEle e ouviremos a voz dele nos dizendo para não temermos porque Ele está conosco. Precisamos crer nisso, precisamos crer na palavra dEle que prometeu que estaria com seus discípulos todos os dias até o final dos tempos. Assim viveremos em paz apesar das muitas aflições que enfrentarmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;3. Orar deve nos absorver, deve nos elevar à presença do Pai de tal maneira que não desejamos interromper momentos de comunhão com Deus por coisa alguma. Procuremos tempo para orar e nos dediquemos à oração sem cessar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;4. A nossa fé em Cristo pode ser grande ou pequena. Depende de aceitarmos ou não totalmente as palavras deEle. O que Jesus disse e que ficou registrado nas Escrituras precisa ser algo definido, irrefutável e completamente crível em nossos corações. Precisamos agir, nos acalmar, enfrentar dificuldades, viver a vida cristã, sob a crença firme nas palavras de Jesus. Se ficarmos a fazer testes com o que Ele disse, certamente passaremos por dissabores que não precisávamos passar, passaremos por repreensões da parte dele pelas quais não precisávamos passar e deixaremos de desfrutar a paz total que ele quer conceder aos nossos corações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-3671563144931424242?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/3671563144931424242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=3671563144931424242' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/3671563144931424242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/3671563144931424242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/07/caminhada-de-jesus-sobre-o-mar-da.html' title='A CAMINHADA DE JESUS SOBRE O MAR DA GALILÉIA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5612897124806313895</id><published>2011-06-11T09:08:00.003-03:00</published><updated>2011-07-07T15:37:10.281-03:00</updated><title type='text'>AS FUNÇÕES DO PASTOR NA BÍBLIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Já nos tempos do Velho Testamento os líderes do povo de Deus (reis, sacerdotes, profetas) eram chamados de pastores (ver exemplo em Jer. 23:1-4) porque tinham a função de guiar, conduzir o povo pelos caminhos divinos. No Novo Testamento encontramos três designações para a mesma pessoa que é responsável pela condução da igreja, do povo de Deus. Em Atos 20:17,28, encontramos o apóstolo Paulo reunido com os anciãos da igreja de Éfeso (v.17), aos quais chama também de bispos e declara que foram constituídos para exercerem a tarefa de pastoreio. Neste texto fica consignado que o que pastoreia (pastor) é o mesmo bispo e é também o mesmo ancião (ou presbítero).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Daí por diante, vamos encontrar o apóstolo Paulo sempre se referindo aos incumbidos de dirigirem as igrejas de Cristo, como pastores, ou presbíteros, ou bispos (ver&amp;nbsp; Ef. 4:11; Heb. 13:7,17 e Tito 1:5,7) e nunca se referindo a eles como pessoas diferentes em cargos diferentes. O que precisamos entender é que o líder na realidade desempenha três funções essenciais para a condução da igreja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;1. Pastor. &lt;/b&gt;Em Efésios 4:11 o apóstolo Paulo usou a expressão grega &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;poiménas&lt;/i&gt;&amp;nbsp; que significa&amp;nbsp; literalmente pastores. Em Hebreus 13:7,17, a expressão usada é uma derivação de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;eiguéomai &lt;/i&gt;que significa chefe, condutor, que exerce governo. Para entendermos bem a função de pastoreio, podemos ler as explicações de Jesus encontradas em João 10:1-11. O Pastor é quem tira as ovelhas para fora do curral (v. 3 e 4); é quem vai adiante delas indicando-lhes o caminho; é quem chama pelas ovelhas dizendo-lhes do perigo (v.4); é quem deve estar alerta contra os animais ferozes que rodeiam o rebanho (v. 11 e 12).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Para que um pastor possa desempenhar bem a sua função, são requeridas na Bíblia algumas atitudes das ovelhas para com ele:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a) Precisa ser seguido&lt;/b&gt; (Heb. 13:7). Não se pode imaginar um pastor que esteja sendo conduzido pelo rebanho, que deixe que o rebanho o conduza. Infelizmente alguns crentes em muitas ocasiões não se conformam em serem ovelhas e passam a querer conduzir o pastor, passam a querer governar o pastor, dizendo-lhe o que deve fazer e por onde deve andar. Não é por acaso que o povo de Deus é comparado a um rebanho de ovelhas e não é também por&amp;nbsp; acaso que pastores foram constituídos para estarem adiante do rebanho. Ovelhas precisam seguir por caminhos bíblicos, seguros, e é o pastor quem deve conduzi-las.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;b) Precisa ser obedecido&lt;/b&gt; (Heb. 13:17), porque são os pastores &amp;nbsp;que velam pela vida espiritual&amp;nbsp; dos&amp;nbsp; que compõem a igreja. Existem igrejas onde os encarregados de velarem pela vida espiritual são componentes de uma comissão, ou são os diáconos, ou são outras pessoas quaisquer. Mas esta função é atribuída na Bíblia somente aos pastores, porque são eles que darão contas das almas das ovelhas. Muitas pessoas querem ter o privilégio de conduzir, de ditar normas nas igrejas, mas somente o pastor é quem dará contas do rebanho a Deus. Por isso mesmo ele&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&amp;nbsp;deve ter cuidado na condução do rebanho, sabendo que este não lhe pertence e que deve ser conduzido segundo os padrões pré-estabelecidos pelo Senhor das ovelhas, que são encontrados nas Escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Os pastores devem também ser obedecidos para que a igreja desfrute de uma condução alegre e agradável para ela própria. Quando os pastores gemem debaixo da pesada carga da desobediência das ovelhas, as igrejas também sofrem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2. Bispo&lt;/b&gt;. A expressão grega traduzida por bispo é&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;episkopoi&lt;/i&gt;, que significa superintendente, supervisor. Retornando a Atos 20:28, lemos que o pastor é constituído bispo da igreja pelo próprio Espírito Santo. Um pastor que tenha convicção da sua vocação, do seu ministério, não tem coragem de passar o episcopado a outra&amp;nbsp; pessoa por sua&amp;nbsp; própria&amp;nbsp; vontade. Ele precisa assumir esta função por mais pesada que lhe pareça, por mais árdua e ingrata que seja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Pelo desejo de poder, há pessoas que desejam se tornar superintendentes das igrejas de Cristo, mas talvez não percebam o grave erro em que estão incorrendo, porque é o que desejam por suas próprias vontades, quando é necessário que sejam vocacionadas pelo Espírito Santo para tal obra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Em algumas igrejas a função de supervisão, de superintendência, é atribuída a um grupo de irmãos e em outras a uma só pessoa, mesmo não sendo o pastores. No entanto, diante do Espírito de Deus, quem dará contas dessa função é o pastor da igreja. Há muitos crentes, há diversos dons do Espírito Santo distribuídos aos crentes nas igrejas de Cristo, mas a supervisão de todos cabe sempre ao que recebeu o dom de pastorear o rebanho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3. Ancião&lt;/b&gt;. No grego &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;presbyteroi&lt;/i&gt;, daí também usar-se a expressão transliterada presbítero. Significa o que tem sabedoria, o que tem capacidade para ensinar, conselheiro. É uma função herdada do Antigo Testamento, do povo hebreu, que tinha seus anciãos, seus conselheiros. Por isso, escrevendo a Timóteo, dando instruções a respeito do estabelecimento de bispos sobre as igrejas, o apóstolo Paulo disse que devem ser aptos para ensinar (1Tm 3:2).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Esta é uma função do pastor. Ele pode delegar poderes a alguém para ensinar à igreja que conduz, para auxiliá-lo em seu ministério, mas deve fazê-lo conscientemente, conhecendo a firmeza doutrinária&amp;nbsp; daquele&amp;nbsp; a&amp;nbsp; quem&amp;nbsp; está delegando a tarefa, porque o pastor, ao delegar poderes para o ensino, não se exime da responsabilidade do ensino. É ele quem dará contas a Deus do rebanho que conduz e que pertence ao próprio Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Concluindo, podemos dizer que: a) Se um crente se deixar conduzir por um outro crente qualquer, estará se expondo a ser conduzido por quem não tem responsabilidade estabelecida pelo dono do rebanho e que, portanto, pode conduzir o crente de qualquer maneira. b) Não existe nada pior para uma igreja do que a desobediência a pastores que procuram conduzir o rebanho dentro dos princípios estabelecidos por Cristo. Isto faz com que uma igreja se arraste com muitos problemas e crie sofrimentos terríveis para o seu líder, que indubitavelmente irá refletir todo o seu sofrimento sobre o rebanho. c) Existem pessoas que desejam estabelecer caminhos próprios para que os pastores conduzam a igreja. Devem lembrar-se que a igreja é de Cristo, que Ele deixou diretrizes a serem observadas e que constituiu os pastores para que conduzam suas ovelhas através dessas diretrizes. d) Ninguém deve culpar o pastor por querer conduzir a igreja dentro dos princípios bíblicos. Deve, antes, aceitar os ensinos e procurar mudar seu coração se porventura pensar de maneira diferente dos padrões estabelecidos no Novo Testamento. e) A igreja deve estar sempre orando pelo seu pastor, para que Deus o capacite a conhecer cada vez melhor o caminho bíblico e para que Deus lhe dê sabedoria. f) Se alguém auxilia o pastor na tarefa de ensinar, compenetre-se de que está cumprindo uma função que é pastoral, porque o pastor de sua igreja lhe delegou poderes para isto. Assim ele será mais fiel a um compromisso muito sério com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5612897124806313895?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5612897124806313895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5612897124806313895' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5612897124806313895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5612897124806313895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/06/as-funcoes-do-pastor-na-biblia.html' title='AS FUNÇÕES DO PASTOR NA BÍBLIA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-6041156582029494982</id><published>2011-05-15T08:46:00.003-03:00</published><updated>2011-05-16T06:43:33.312-03:00</updated><title type='text'>UM SÓ SENHOR, UMA SÓ FÉ, UM SÓ BATISMO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Baseado em Efésios 4:4-6&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta afirmativa do apóstolo Paulo tem sido amplamente utilizada pelos defensores da união de todos os credos ditos cristãos, o que chamamos em Teologia de Ecumenismo, principalmente pelos que já se distanciaram em muito dos princípios verdadeiramente cristãos estabelecidos pelo Senhor Jesus Cristo, ensinados e divulgados pelos seus apóstolos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No entanto o texto não ensina que devemos nos moldar a determinados tipos de crenças com a finalidade de vivermos, todos os chamados cristãos, sob a égide de Teologias originadas nas mentes de homens que, na realidade, são apenas pensamentos filosóficos religiosos. Trocando em miúdos, se um grupo de pessoas que se denominam cristãs “batiza” por aspersão, ou “batiza” crianças, o texto não me remete à obrigação de me ajustar a tais práticas com a finalidade de nos considerarmos praticantes de uma só fé ou estarmos sob o mandato do mesmo Senhor. Também, se outro grupo pratica a idolatria, o celibato, os sacramentos e crê na salvação pelo batismo e pelas obras, não significa que eu tenha que comungar dos mesmos pensamentos. E, ainda, se um grupo religioso insiste em balbuciar (não posso considerar uma fala) sons estranhos como se fosse a manifestação do Espírito Santo em uma pessoa, não tenho que tentar ou fingir fazer isto e nem mesmo respeitar como se fosse prática cristã, com a finalidade de estarmos “unidos” como um só corpo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na realidade tais grupos se distanciaram da fé cristã e não podem mais ser considerados como verdadeiramente cristãos, pois deixaram de lado mandamentos do Senhor Jesus e adotaram ensinamentos de homens, sejam eles bem intencionados ou não, ou simplesmente acrescentaram práticas religiosas que Jesus nunca ensinou ou determinou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O texto do apóstolo Paulo, ao contrário do que se pensa, tem a finalidade de levar os crentes a se ajustarem ao único corpo verdadeiro de Cristo, a se deixarem utilizar pelo único Espírito que realmente existe e age conforme a Palavra de Deus; a se ajustarem à única esperança para a vida eterna estabelecida pelo Senhor Jesus; a obedecerem ao único Senhor daqueles que se entregaram a Ele, a reconhecerem que não existem diversidades de fé, porém uma só fé e, por isso, a praticarem somente a fé que é estabelecida no Salvador; a reconhecerem que todos foram batizados de uma só maneira e com um só significado (devemos lembrar que quando da sua carta aos Efésios ainda não existiam outras formas de batismo e significados para ele a não ser o estabelecido por Jesus); a se submeterem ao único Deus que é o único Pai de todos quantos receberam o Senhor Jesus como Salvador e que está acima de todos, é por todos e está em todos os salvos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Concluímos que o apóstolo Paulo está lembrando da existência de uma única e autêntica fé em Jesus Cristo e que ele está conclamando a igreja a se firmar nessa fé e praticá-la como corpo de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-6041156582029494982?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/6041156582029494982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=6041156582029494982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6041156582029494982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6041156582029494982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/05/um-so-senhor-uma-so-fe-um-so-batismo.html' title='UM SÓ SENHOR, UMA SÓ FÉ, UM SÓ BATISMO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-7964656988468447366</id><published>2011-05-04T09:42:00.008-03:00</published><updated>2011-05-10T22:44:00.738-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espirito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santo'/><title type='text'>O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO</title><content type='html'>Cinqüenta dias depois da comemoração da Páscoa, era realizada entre os judeus uma festa que assinalava o término da colheita da cevada. Esta festa era chamada de Pentecostes e se constituía em um dia muito festivo, quando todo &amp;nbsp;israelita se empenhava em se fazer presente em Jerusalém para expressar a Deus a gratidão pelas bênçãos do cereal colhido. Era também chamada Festa das Primícias, e era realizada no primeiro dia depois do Sábado, do dia do descanso. Por ocasião do ministério de Jesus era, também, considerada como o aniversário da transmissão da Lei de Deus para o seu povo, no Sinai, através de Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no dia da comemoração desta festa, no primeiro dia da semana, que encontramos os primeiros &amp;nbsp;crentes em Cristo reunidos todos numa casa em Jerusalém. Foi uma reunião marcante para o cristianismo porque naquele &amp;nbsp;dia &amp;nbsp;houve &amp;nbsp;uma manifestação visível &amp;nbsp;do &amp;nbsp;Espírito Santo, com sinais vindos dos céus e &amp;nbsp;com a operação de um milagre de comunicação que serviu para a propagação do evangelho através de muitas nações, de uma só vez. Foi, também, uma reunião marcante porque nela cumpriu-se uma promessa de Deus através do &amp;nbsp;profeta Joel (Atos 2:16) e também uma promessa do Senhor Jesus (Atos 1:5), a de que aconteceria o batismo no Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falta de conhecimento bíblico, ou por falta de uma análise criteriosa do texto, doutrinas heréticas têm sido propagadas no meio evangélico (atualmente até mesmo na igreja romana), com respeito ao batismo no Espírito Santo. É nossa intenção levar os irmãos a perceberem a verdade contida nas Escrituras e a viverem uma vida cristã verdadeira, no que concerne a esta doutrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO FOI UM FATO ÚNICO NA HISTÓRIA DO&amp;nbsp;CRISTIANISMO - Atos 1:5; 2:16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem provas bíblicas para tal afirmação. A primeira delas é a promessa que Jesus fez aos seus discípulos reunidos, pouco antes da sua ascensão ao céu, quando afirmou que eles seriam batizados no Espírito Santo não muito depois daqueles dias. Percebe-se claramente que Jesus estava indicando uma data, uma época determinada no tempo, e, também, um lugar. Ele estava se &amp;nbsp;referindo &amp;nbsp;a &amp;nbsp;um acontecimento a se registrar no tempo e em um lugar. A segunda prova é a afirmação do apóstolo Pedro, quando da sua pregação, de que aqueles acontecimentos &amp;nbsp;mira-culosos (som como que de vento, línguas como que de fogo; e a anunciação do evangelho em línguas de muitas nações) que aconteceram no dia de Pentecostes, eram o cumprimento da profecia de Joel. Ao fazer tal afirmação, ins-pirado pelo Espírito do qual estava cheio (Atos 2:4), o apóstolo mostra de forma clara e objetiva que o batismo no Espírito Santo - que antes havia sido anunciado por Jesus para algum tempo depois da sua subida e que havia se cumprido naqueles instantes -, era um acontecimento localizado &amp;nbsp;no tempo, um fato histórico que, cumprindo-se, não ficaria a se repetir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto foi um fato histórico, sem repetições futuras, que as outras três manifestações do Espírito, narradas no livro de Atos, não são mais chamadas de batismo no Espírito Santo, mas de recebimento (Atos 8:17; 10:47; 19:2). E, ainda, no Novo Testamento, não há qualquer outra narrativa de um batismo no Espírito Santo específico. A verdade é que, no dia de Pentecostes aconteceu a única manifestação do Espírito Santo, dentre as quatro registradas no livro de Atos, que se pode afirmar ter sido o batismo no Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO FOI PARA A IGREJA DE CRISTO - Atos 2:1-4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demonstrado que o batismo no Espírito Santo foi um fato his-tórico, único na história do cris-tianismo e, como tal, não fica a se repetir na vida de cada crente, devemos agora observar que quem foi batizado no Espírito Santo não foram os crentes como indivíduos, mas a igreja de Cristo como instituição. Não a igreja local de Jerusalém, mas a instituição igreja.&lt;br /&gt;Deixando de lado idéias preconcebidas, calcadas em influências que recebemos de outras pessoas e examinando com cuidado o texto indicado acima podemos perceber claramente este fato porque:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. O batismo no Espírito Santo aconteceu para todos os discípulos, que estavam reunidos em um mesmo lugar. &lt;/b&gt;O conceito original bíblico de igreja é o de uma reunião de pessoas chamadas por Jesus Cristo para fora da realidade espiritual do mundo dominado pelo pecado, com a finalidade de formarem uma sociedade santi-ficada e com objetivo de anunciarem o evangelho da salvação através do Filho de Deus, por todo o mundo, em todos os séculos, até a volta de Cristo (ver A Doutrina Bíblica da Igreja, editada por Edições Vida em Cristo, pág. 2). O que estava acontecendo em Jerusalém era a reunião das pessoas que atenderam ao chamado de Cristo, tornando-se discípulos seus formando uma sociedade santificada, separada pelo novo nascimento que tiveram ao crerem no Filho de Deus. A reunião dos discípulos de Jesus em Jerusalém caracterizava a igreja de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. O batismo no Espírito Santo foi manifestado sobre todos os discípulos que estavam reunidos. &lt;/b&gt;Deve ser percebido que sempre é repetida a expressão &amp;nbsp;todos. &amp;nbsp; Primeiramente estavam todos reunidos, depois todos foram cheios do Espírito Santo. Depois deve ser percebido que a manifestação visível do ba-tismo, as línguas como que de fogo, que poderia demonstrar claramente&amp;nbsp;quem estava sendo batizado, foram repartidas para todos, pousando sobre cada um deles.. Não foram indivíduos que oravam mais, ou que jejuavam mais, que foram batizados. Foram todos os discípulos de Cristo que estavam reunidos com o objetivo de aguardar a promessa feita por Jesus. Quem foi batizada no Espírito Santo foi a igreja do Senhor Jesus Cristo, como instituição emergente, como instituição que estava sendo inaugurada pelo próprio Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ser observado que não foi somente a igreja de Jerusalém, composta pelos, então, 120 discí-pulos, que foi batizada, mas que foi a igreja de Jerusalém represen-tando a igreja que logo seria acrescentada de quase 3.000 almas e também representando todas as demais igrejas de Cristo que viriam a ser formadas em todos os lugares e em todos os tempos. O batismo no Espírito Santo foi para a igreja de Cristo como instituição e o ato do batismo é válido para as igrejas de todos os tempos e de todos os lugares, tanto quanto o sacrifício de Jesus é válido para tantos quantos o aceitarem, em todos os tempos e lugares. Por isto, o apóstolo Paulo &amp;nbsp;escrevendo aos crentes de Corinto, declara em um texto referente à igreja: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito formando um corpo” (1Cor 12:13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUINDO&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diante das evidências bíblicas, podemos concluir que o batismo no Espírito Santo foi, sem dúvida alguma, um fato histórico cujos efeitos se estendem &amp;nbsp;sobre todas as igrejas de Cristo em todas as épocas e em todos os lugares, tanto quanto o sacrifício de Jesus foi um fato histórico, localizado no tempo, que não se repete mais e que, também, surte efeito em todas as épocas e em todos os lugares. Não cabe aos crentes, portanto, ficarem a tentar repetir um fato histórico que já aconteceu e que continua surtindo efeito na vida das igrejas de Cristo. Diante de tal comportamento, indagamos: como repetir um fato histórico? Se é impossível repetí-lo, resta apenas copiá-lo. Mas como copiá-lo se veio de Deus? E se fosse possível, seria para quem, e com que utilidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Não há lugar para o individualismo na narrativa do batismo no Espírito Santo. Não há lugar para a prática da busca individual por pessoas que assumam atitudes de suposta santificação, ou suposta intensidade de oração, ou suposta preparação espiritual. O batismo no Espírito Santo que ficou no passado, foi para a igreja de Cristo como instituição, sem que houvesse&amp;nbsp;qualquer busca através &amp;nbsp;de orações, jejuns, ou supostas santificações. Não foi para indivíduos mais “espirituais” nem mais “fervorosos”, porém foi para toda a igreja de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Extraído da revista A DOUTRINA BÍBLICA DO ESPÍRITO SANTO, de autoria do Pr. Dinelcir de Souza Lima, publicada por Edições Vida em Cristo, Rio de Janeiro - RJ.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-7964656988468447366?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/7964656988468447366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=7964656988468447366' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/7964656988468447366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/7964656988468447366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/05/o-batista-no-espirito-santo.html' title='O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-9067996683501449686</id><published>2011-05-04T09:27:00.003-03:00</published><updated>2011-05-08T15:34:23.218-03:00</updated><title type='text'>QUEM É DEUS?</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #1b0431; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; font-size: 18px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #29303b; font-size: 13px;"&gt;O termo Deus que usamos para designar o ser supremo que adoramos vem do grego &amp;nbsp;&lt;i&gt;Theos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e serve, também, para traduzir geralmente a expressão&amp;nbsp;&lt;i&gt;El&lt;/i&gt;, do hebraico, que era a designação para uma divindade. Serve, ainda, para traduzir&amp;nbsp;&lt;i&gt;'Elohim&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;i&gt;Elyon&lt;/i&gt;, também do hebraico, que eram as designações mais comuns do Deus único, eterno e criador, cujo nome pessoal é&amp;nbsp;&lt;i&gt;Yahweh&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-1480398020397023647" style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tem sido um termo mal empregado por muitos que desconhecem ou rejeitam a existência do Deus verdadeiro, como é o exemplo de adeptos das idéias de Platão que pensava em Deus como sendo a mente eterna, a causa do bem na natureza. Outros definiam Deus como sendo a existência completa de todo ser e que cada ser seria apenas uma derivação dele. Filó-sofos mais modernos também empregaram o termo de forma errada, tais como Fichte, para quem Deus era apenas a ordem moral do universo; ou como Hegel que considerava Deus o espírito absoluto porém sem consciência, até que se&amp;nbsp;torne consciente na razão e pensamentos do homem; ou, ainda, Augusto Comte, para quem Deus era a própria humanidade ou sociedade na sua amplitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Hoje continuam existindo as mais diversas idéias a respeito de Deus no meio chamado cristão e, até mesmo, no meio chamado evangélico. Há os que pensam que Deus tem uma mãe, outros que pensam que Deus é a natureza, outros que pensam que Deus é um ser completamente transcendente (distanciado de tudo). Outros, ainda, pensam que é somente um poder espiritual imanente no universo e uma força criadora em forma de energia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Enfim, não há verdade na expressão tão corriqueira de que o nosso Deus é o mesmo Deus de todas as pessoas. Quem é Deus, de fato? À luz da Bíblia podemos conhecer o que Deus revelou dEle mesmo a nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;DEUS É O SER ETERNO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Gên 21.33; Isa 40.28; Sal 90.2&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a primeira característica do Deus verdadeiro e é uma característica que é peculiar a ele somente. Deus não é um ser eterno,&amp;nbsp;mas é o ser eterno. Ele é único. Não tem princípio nem terá fim; sempre existiu e sempre existirá. Não há qualquer outro ser no universo que seja como Deus, porque mesmo os que foram criados por Ele e passaram a ter uma existência sem fim, um dia, ao serem criados, tiveram um princípio. Assim são os seres celestiais (mesmo os que caíram); assim são os seres humanos. Suas existências se prolongarão pela eternidade, porém em alguma época tiveram um princípio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No entanto, Deus não é assim. Ele é eterno. Os patriarcas sabiam disso. Abraão, seus descendentes, Moisés, os profetas, os apóstolos, adoravam e serviam ao Deus eterno. O apóstolo Paulo declarou que ele é o único que possui imortalidade (1Tim 6:16). O próprio Deus decla-rou sua eternidade a Moisés, quando este perguntou a quem deveria anunciar aos hebreus como seu mandatário e recebeu a seguinte resposta: “EU SOU O QUE SOU. (...) Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.” (Êxodo 3:14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Uma interessante observação que é feita por Henry Clarence Thiessen, autor de Palestras em Teologia Sistemática, editada pela Imprensa Batista Regular, São Paulo, é que Deus “é a causa do tempo” (pág. 77). Lembra que tanto espaço quanto tempo estão entre as coisas que foram feitas por ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;DEUS É O SER ONIPRESENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sl 139.7-12; Jer 23.23,24; At 17.27,28&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus pode estar, ao mesmo tempo, em todos os lugares do universo, pode estar junto de cada ser humano, está em cada crente em Cristo. Sua pessoa transcende o espaço e não é restrito a lugares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Deve-se ter o cuidado, no entanto, para não se pensar como os panteístas ou os naturalistas que crêem que Deus está, necessariamente, em todas as coisas ou em toda a natureza. Também não se pode pensar que Deus está obrigatoriamente em lugares onde as características são contrárias à sua natureza moral. Deus pode interferir, mas não tem que estar, inerte, observando ou sendo obrigado a participar do que não deseja participar (Amós 5.23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;DEUS É O SER ONISCIENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Sal 147.5; Prov 15.11; ; Heb 4.13&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Há uma idéia tacanha a respeito da onisciência de Deus: a de que ele é onisciente porque conhece a mente do homem. Alguns até desen-volveram a idéia de que Satanás não conhece a mente do homem porque ele não é onisciente.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Se a onisciência de Deus fosse somente isto, seria muito pouco. Deus é onisciente porque conhece todas as coisas, em todos os lugares e em todos os tempos. Ainda é Thiessen quem diz: “Com onisciência de Deus queremos dizer que ele conhece a si próprio e todas as outras coisas, quer sejam reais ou apenas possíveis, quer&amp;nbsp;sejam passadas, presentes ou futuras, e que ele as conhece perfeitamente e por toda a eternidade. Ele conhece as coisas imediata, simultânea, completa e verdadeiramente. “(Op. cit., Pág 78)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Talvez o que mais possa caracterizar Deus como o ser onisciente, seja a sua capacidade de conhecer a si próprio de modo total e completo. Quem seria capaz de conhecer Deus em sua totalidade a não ser ele próprio?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;DEUS É O SER ONIPOTENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Gn 17.1; Mt 19.26; Ap 19.6&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Tiessen lembra que “para o cristão, a onipotência de Deus é uma fonte de grande conforto e esperança” (op. cit. p. 80). E realmente o é. Ser servo daquele que tem todo o poder em todo o universo é algo confortante e maravilhoso. No entanto, deve ser observado que há o outro lado da moeda: para os descrentes, para os que rejeitam Deus e sua soberania, a sua onipotência é sinônimo de pavor porque é a indicação infalível para verdade que um dia todo joelho se dobrará diante dele (Fp 2.10).&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Não precisamos ficar a analisar demoradamente o que seria onipotência, uma vez que a expressão é precisa em indicar o seu próprio significado: todo o poder, poder total. Deus é o único ser em todo o universo que tem e detém para si todo o poder (Sl 62.11). O poder pertence a ele somente, não existindo nenhum outro&amp;nbsp;ser em todo o universo que divida o poder com ele, Deus. A onipotência de Deus é manifestada na sua vontade infinita, que é capaz de fazer tudo o que deseja, de criar tudo do nada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas precisamos analisar alguns aspectos dessa onipotência de Deus que tem sido mal compreendida ou mal observada por tantos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. A onipotência de Deus não o obriga a fazer coisas que sejam contrárias à sua natureza&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lewis Sperry Chafer, em sua obra de Teologia Sistemática, Vol I, editada pela Imprensa Batista Regular, São Paulo, 1986, diz: “A capacidade divina de criar um universo a partir do nada através da vontade é a grande manifestação de poder. Tal poder só pertence a Deus. Ele é capaz de fazer tudo o que deseja, mas ele pode não desejar agir na medida plena de sua onipotência. Sua vontade é dirigida para fins santos e dignos. Ele não pode se contradizer” (pág. 178). Ele não pode mentir (Hb 6.18); ele não pode negar-se a si próprio (2Tm 2.13); ele não pode praticar pecado (Tg 1.13). Se Deus, para provar o seu poder fizesse essas coisas, deixaria de ter a natureza que tem, na qual não pode existir qualquer resquício de malignidade. Tiessen afirma que Deus “pode fazer qualquer coisa que esteja em harmonia com a sua natureza” (p. 79).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. A onipotência de Deus não o obriga a fazer o que ele não desejar.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Ele deixaria de ser onipotente se fosse obrigado a fazer qualquer coisa ou, até mesmo, se fosse obrigado a deixar de fazer qualquer coisa. O poder de Deus lhe dá a condição de se auto-limitar e isto porque só ele próprio poderia criar limites para si, sendo isto impossível para qualquer outro ser no universo. Aliás, essa é a grande luta de Satanás contra Deus: limitar Deus no seu poder ou desvirtuar o poder de Deus. Essa é a luta que vemos no episódio da criação, mas vemos também ali, Deus mantendo sua onipotência. Sendo onisciente, Deus já sabia que o homem pecaria, mas se deixasse de criar o homem para que este não pecasse, estaria sendo limitado não por si próprio, mas por Satanás que levaria o homem a pecar. Se criasse o homem sem capacidade de escolher suas próprias atitudes, também estaria sendo limitado por Satanás, uma vez que desejava criar um ser que seria à sua imagem e à sua semelhança. O plano de salvação estabelecido por Deus antes mesmo da criação do mundo é uma manifestação da natureza de Deus incomparável. Ele manteve a sua onipotência porque criou o homem e manteve a capacidade de escolha do homem apresentando-lhe duas escolhas consecutivas e conseqüentes: a primeira escolha seria não morrer; e&amp;nbsp;a segunda escolha (já que o homem escolheu morrer) seria o homem receber de volta a vida. Tanto a soberania onipotente de Deus, quanto a liberdade de escolha do homem foram mantidos na criação e no plano de salvação. Deus só fez o que ele desejou fazer e não deixou de fazer o que queria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. A onipotência de Deus é eterna.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando ensinava como o servo de Deus deve orar, Jesus declarou que ao Pai pertence o reino, e o poder, e a glória, para sempre (Mat 6.13); o apóstolo Paulo, escrevendo sua carta aos da igreja de Roma, declara que o poder de Deus é eterno (Rom 1.20). Não é uma característica de Deus que pode cessar. O poder de Deus não é um poder limitado ao tempo, porém dura para sempre. Se fosse limitado ao tempo não seria onipotência pois, de alguma maneira, teria um limite.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. A onipotência de Deus é declarada na natureza.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Lembrando, ainda, das palavras do apóstolo Paulo aos romanos, observamos que o poder de Deus pode ser compreendido e claramente visto através das coisas que foram criadas. Nenhum outro ser poderia criar o universo, as coisas que vemos e as que não vemos.&amp;nbsp;Há pessoas que pensam na natureza como se ela própria tivesse um poder pessoal e, até mesmo, como se fosse onipotente. No entanto, toda a natureza, em sua complexidade infinita, manifesta que um ser todo-poderoso criou todas as coisas, organizando-as sob todos os aspectos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-9067996683501449686?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/9067996683501449686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=9067996683501449686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/9067996683501449686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/9067996683501449686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/05/quem-e-deus.html' title='QUEM É DEUS?'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-6905210449485462190</id><published>2011-04-24T13:34:00.000-03:00</published><updated>2011-04-24T13:34:30.251-03:00</updated><title type='text'>CONVERSANDO SOBRE A VIDA ETERNA</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/ACoBVeHdHns?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-6905210449485462190?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/6905210449485462190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=6905210449485462190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6905210449485462190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6905210449485462190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/04/conversando-sobre-vida-eterna.html' title='CONVERSANDO SOBRE A VIDA ETERNA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ACoBVeHdHns/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-1729670745599299395</id><published>2011-04-24T13:31:00.000-03:00</published><updated>2011-04-24T13:31:30.023-03:00</updated><title type='text'>Ele vem pra te salvar - Felipe e Ana.avi</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/4KTOWfuepSE?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-1729670745599299395?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/1729670745599299395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=1729670745599299395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1729670745599299395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1729670745599299395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/04/ele-vem-pra-te-salvar-felipe-e-anaavi.html' title='Ele vem pra te salvar - Felipe e Ana.avi'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4KTOWfuepSE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-1742768175689834069</id><published>2011-04-18T16:56:00.000-03:00</published><updated>2011-04-18T16:56:07.150-03:00</updated><title type='text'>O DIA DO SÁBADO</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;O que é, porque guardá-lo, como guardá-lo, quando guardá-lo&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;Baseado em Êxodo 20: 8-11&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;No cristianismo deste século, o quarto mandamento é um dos mais desobedecido e mais distorcido. Desobedecido por aqueles que não conseguem ter uma visão da majestade e do senhorio de Deus sobre suas vidas,dos que têm outros deuses para si, ou que vivem sob a influência daqueles que não têm temor a Deus. Distorcido por aqueles que dizem ter o temor a Deus, mas que invalidam o sentido e a finalidade do sábado como preceito estabelecido por Ele, colocando seus próprios preceitos e fanatismos como fator de salvação ou de uma suposta manifestação de comunhão com Deus. Os que distorcem o sentido do sábado chegam mesmo a ter em seus corações (e até a por em prática) maldades e violências inomináveis, como é o caso dos judeus que em tantas ocasiões tentaram matar a Jesus porque este fazia o bem no sábado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Para que não nos encaixemos nem no&amp;nbsp; grupo&amp;nbsp; dos que desobedecem o mandamento de Deus e nem no daqueles que o observam com fanatismo e distorções humanas, precisamos entender bem o que diz este mandamento.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;O QUE É O DIA DO SÁBADO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Nos Estados Unidos, no início do século passado, um homem chamado Willian Miller iniciou um movimento religioso que anunciava a vinda de Jesus para o ano de 1843, e depois, para 22 de outubro de 1844. Este movimento ficou conhecido como Adventismo do Sétimo Dia, porque, além de diversas observações religiosas estranhas, os seus adeptos fanatizaram-se na idéia de que os cristãos estavam errados em guardar o primeiro dia da semana (no nosso calendário esse dia leva o nome de domingo) e que, para garantirem a salvação, deveriam guardar o sétimo dia da semana (no nosso calendário&amp;nbsp; leva o nome de sábado).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Dentro das igrejas evangélicas inúmeras pessoas têm feito confusão e terminam por não entenderem porque guardamos outro dia que não é o "sábado", conforme diz o mandamento. Uns pensam que estamos desobedecendo ao manda-mento divino, outros ficam na dúvida se, realmente, os cristãos devem ou não guardar o sábado dos judeus, ou o sábado do nosso calendário.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Para compreendermos melhor a que sábado Deus está se referindo em seu mandamento, acompanhemos os seguintes raciocínios:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;1. Pode existir um "sábado", sem que exista este nome no calendário&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&amp;nbsp;A palavra sábado não é uma expressão da nossa língua, mas é transliteração (adaptação de uma palavra de uma língua para outra, sem tradução) do vocábulo hebraico &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;shabat&lt;/i&gt; que significa "descanso" ou "cessação". A Bíblia na versão espanhola, de Casiodoro de Reina, de 1569, ao invés de transliterar a expressão &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;shabat&lt;/i&gt;, traduz e coloca assim o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de descanso para santificá-lo".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Analisando o texto encontrado no livro de Gênesis 2:3, onde se lê "E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera", podemos fazer, pelo menos duas observações importantes para o nosso estudo: a)&amp;nbsp; Certamente que o sétimo dia a que se refere o escritor&amp;nbsp; sacro,&amp;nbsp; não é o mesmo sétimo dia do nosso calendário, dos judeus no passado, e nem de nenhum outro povo sobre a face da terra, uma vez que, na criação, nem calendário existia. b) A expressão que é utilizada no hebraico, e é traduzida por descansou, é derivada de shabat. Esta expressão passou a existir como um dia no calendário do povo hebreu, exatamente por causa do mandamento divino de se guardar um dia para descanso, e o calendário hebreu só começou a existir quando o povo saiu do Egito (Êxodo 12:1,2).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Pergunta-se, então, qual o dia de descanso que Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José (no Egito) e Moisés (antes de sair com o povo) guardavam? Certamente que não era o do calendário judeu, que nem existia ainda. Mas guardavam um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;shabat,&lt;/i&gt; ou descanso. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2. Não é um nome em um calendário que faz o mandamento de Deus&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ou seja: se um dia alguém decreta que determinado dia da semana será dia de descanso, isto não quer dizer que&amp;nbsp; o mandamento de Deus precisa&amp;nbsp; ser adaptado aquele calendário para ser observado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3. Jesus mudou o dia do descanso dos cristãos para o primeiro dia após o dia do descanso dos judeus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;O motivo de nós cristãos termos em nosso calendário um dia com a denominação Sábado, é porque a igreja romana aproveitou muita coisa do judaísmo e fez&amp;nbsp; um&amp;nbsp; calenlendário copiado do calendário judeu, no que se refere ao dia de descanso (os povos não cristãos não têm este dia em seu calendário). Mas na realidade, o nosso dia do descanso foi mudado pelo próprio Jesus e observado pelos seus apóstolos e pela igreja cristã primitiva. Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana (Mateus 28:1; Marcos 16:1,9; Lucas 24:1; João 20:1); Jesus apareceu aos seus discípulos pela segunda vez depois de ressuscitado no primeiro dia da semana (João 20:19); a igreja de Cristo foi batizada com o Espírito Santo no primeiro dia da semana (Atos 2:1; Levítico 23:15) e as igrejas primitivas reuniam-se para o culto no primeiro dia da semana (Atos 20:7; 1Coríntios 16:1,2).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Não resta qualquer dúvida que sábado é descanso e que, para o cristão o dia do descanso é o dia seguinte ao dia do descanso que os judeus guardam. O que no nosso calendário é denominado pelos homens de domingo, é para nós cristãos, na realidade, o dia do descanso.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;POR QUE DEUS ESTABELECEU UM DIA DE DESCANSO?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 19.85pt;"&gt;A expressão santificar traz a idéia de algo que é sagrado, separado com&amp;nbsp; finalidade&amp;nbsp; de&amp;nbsp; dedicação a Deus. O dia do descanso, da cessação do trabalho, foi primeiramente observado pelo próprio Deus. O versículo 11 de Êxodo 20, traduzido literalmente, diz assim: "Porque em seis dias fez JEOVÁ os céus e a terra, o mar, e todas as coisas que neles há, e descansou no sétimo dia; portanto, JEOVÁ abençoou o dia de descanso e o santificou". Podemos perceber, então, que Deus separou um dia para Si próprio e deseja que os homens observem, após seis dias de atividades voltadas para si próprios, um dia de atividades voltadas para o Criador.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;COMO DEVEMOS GUARDAR O DIA DO DESCANSO?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Um outro problema que enfrentamos quanto ao dia de descanso é como guardá-lo. Alguns pensam que é cumprindo rituais litúrgicos estabelecidos por líderes religiosos que foram impondo seus pensa-mentos através dos séculos; outros pensam que é participando de diversões das mais variadas formas. A realidade é que no mundo chamado cristão, o dia do descanso está completamente deturpado por muitos que se dizem adeptos do cristianismo. Vejamos, então, quais são os aspectos que devem ser observados no dia do descanso:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;1. O dia do descanso é para ser santificado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Voltando ao versículo 11 de Êxodo 20,&amp;nbsp; lemos&amp;nbsp; que&amp;nbsp; Deus completou toda a sua obra nos seis primeiros dias de trabalho, e no versículo 9 lemos que Deus quer que assim seja também com seus servos, com o seu povo. Devemos trabalhar e realizar tudo o que devemos fazer de pessoal em seis dias. No sétimo dia devemos descansar dos nossos objetivos particulares e seculares e devemos nos voltar completamente para Deus, sem permitirmos qualquer interferência no nosso relacionamento com Ele. Certamente desagradam a Deus aqueles que usam o dia do descanso para entretenimentos ou para completarem atividades que deveriam ter sido realizadas nos dias anteriores. O dia do descanso é para o descanso do corpo e para a sintonia da alma com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2. O dia do descanso é para ser observado por toda a família.&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;É triste quando pais crentes permitem que seus filhos, debaixo de seus tetos, transgridam um mandamento divino. É como se os pais&amp;nbsp; estivessem preocupados&amp;nbsp; somente consigo próprios e não se preocupassem com aqueles que colocaram no mundo. Os pais não são isentos da responsabilidade sobre aqueles que estão ainda debaixo de seu teto. O mandamento é taxativo: "Mas o sétimo dia é o descanso para JEOVÁ teu Deus; não façais nele trabalho algum, tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem teu estrangeiro que está dentro de tuas portas". (v.10).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Do mandamento entendemos que os servos de Deus devem zelar para que ninguém que esteja dentro da sua casa (nem mesmo empregados, hóspedes ou animais) trabalhe ou se dedique a outra coisa senão o descanso do corpo e a dedicação a Deus, no dia do descanso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Sabemos que muitos, apegados aos seus erros ou a sua falta de coragem de moralizar suas casas, criam para si próprios argumentos que fogem ao mandamento divino. Este não deve ser nosso comportamento. Devemos reconhecer nossa incapacidade de argumentarmos contra as coisas de Deus, devemos nos arrependermos quando erramos e devemos fazer o propósito de observarmos o dia do descanso, o dia do Senhor, como Ele&amp;nbsp; estabeleceu&amp;nbsp; e&amp;nbsp; não&amp;nbsp; como&amp;nbsp; nós queremos guardar. Aqueles que não exercem posição de direção em seus lares e que vivem em lares divididos, devem fazer para si o propósito de viverem segundo os princípios divinos, evitando os convites e provocações para realizarem outra coisa senão a santificação para Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-1742768175689834069?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/1742768175689834069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=1742768175689834069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1742768175689834069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1742768175689834069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/04/o-dia-do-sabado_18.html' title='O DIA DO SÁBADO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5794098065781806093</id><published>2011-04-07T14:44:00.000-03:00</published><updated>2011-04-07T14:44:38.344-03:00</updated><title type='text'>A ESPIRITUALIDADE E A FORMA DE DEUS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pr Dinelcir de Souza Lima&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O pecado afastou o homem de seu Criador e fez com que passasse a ter dificuldades para compreender a existência dele. Tendo recebido o sopro da vida do próprio Deus, tendo sido criado para ter comunhão com ele, o homem, mesmo afastado, sem comunhão, continuou tendo a necessidade e o reconhecimento natural da existência de Deus e de sua presença no universo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Limitado no reconhecimento das coisas espirituais, crescendo sempre na tendência de materializar todas as coisas, o homem passou a idealizar deuses limitados à matéria, criando imagens que representassem divindades ou adorando a semelhantes seus como se fossem deuses.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tendo o pensamento limitado à matéria com relação a Deus, o homem também limitou suas divindades a lugares, e deturpou completamente a idéia de Deus em seu coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É nessa limitação que o Senhor Jesus encontra a mulher samaritana, com uma preocupação sincera, porém limitada, sobre onde deveria adorar a Deus. E deixou para ela e para nós, ensinamentos simples e diretos a respeito de adoração a partir do ensino de que Deus é espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É sobre este ensino do Senhor Jesus Cristo que desejamos estudar inicialmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DEUS É ESPÍRITO&lt;/b&gt; - João 4.24&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Jesus não declarou que Deus tem espírito, porém que ele é espírito. É em sua essência, em sua natureza. Isto quer dizer que ele não é material e que transcende completamente à matéria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há autores que gostam de dizer que Deus é uma substância imaterial. Creio que estão errados, uma vez que substância, conforme o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda, é “a natureza dum corpo; aquilo que lhe define as qualidades materiais; matéria”. Creio que este pensamento, de que Deus seja uma substância não material, ainda é resultado da tendência humana de limitar Deus às concepções humanas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É necessário que aceitemos a realidade de que Deus é espírito sem questionarmos. Apenas precisamos aceitar o fato porque é assim. No entanto, a partir da aceitação do fato, podemos compreender determinados aspectos da sua espiritualidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DEUS É INVISÍVEL&lt;/b&gt; - João 1:18; Col 1:15; 1Tim 1:17; 1Tim 6:16&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;João, o Batista, testemunhando a respeito de Jesus Cristo, declarou que ninguém jamais viu a Deus. Isto porque ele é invisível. Espírito não pode ser visto. É um erro pensarmos que se pode ver espíritos. É um erro gerado pela crendice popular, pela religiosidade primitiva, animista, que existe no seio da humanidade. O apóstolo Paulo escrevendo aos crentes da igreja de Colossos, falando da remissão dos pecados que é realizada por Jesus Cristo, declara que Deus é invisível; escrevendo sua primeira carta a Timóteo, ao falar sobre os atributos de Deus, também declara sua invisibilidade, tanto no início quanto no término da carta. E ali, no texto final, ainda declara que homem algum é capaz de ver Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um dos textos bíblicos que me deixam maravilhado quanto à invisibilidade de Deus é Apoc 4.3, quando o apóstolo João é levado à presença do trono de Deus. Nem lá ele viu Deus, mas viu o seu resplendor como de pedras preciosíssimas. Infelizmente as traduções não transmitem de fato o que João viu, porque falam da “aparência” ou do&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“aspecto” do que estava no trono, trazendo a idéia de uma forma. Porém a palavra utilizada pelo apóstolo, no grego, é &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;horasis &lt;/i&gt;que denota apenas uma visão. Também dizem que estava assentado, trazendo à nossa mente a imagem de alguém em posição de assento. Porém a palavra no grego é &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;kathemai &lt;/i&gt;que traz a idéia principal de algo que está posto, pousado em algum lugar. Talvez a melhor tradução do texto fosse: e esse que ali se acha é semelhante, na visão, a pedra de jaspe e de sardônio, e, ao redor do trono, há um arco-íris semelhante, na visão, a esmeralda.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não restam dúvidas, à luz das Escrituras, que Deus é espírito e, como tal, é invisível. E isto deve nos conduzir a atitudes pessoais para com o Senhor Deus. Deve nos levar ao reconhecimento de realidades tão inquestionáveis quanto a sua espiritualidade. Uma delas é a de que Deus não pode ser representado por coisa alguma que há neste mundo. Como representar algo que é espiritual, como atribuir-lhe formas, se nunca foi visto? A imaginação humana é incapaz de conceber uma forma ideal para Deus, porque ninguém nunca o viu. Qualquer forma atribuída a Deus seria ofensa a ele. Por isso proibiu seu povo de fazer qualquer tipo de imagem e adorá-la como se fosse Deus. É interessante notar que enquanto ditava essa proibição a Moisés, seu povo o representava na forma de um bezerro (Êxodo 32.1-6). A idolatria faz com que o homem avilte, em seu coração, a pessoa de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;DEUS É INCONTÍVEL - Atos 17.22-29&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O apóstolo Paulo, em seu discurso no areópago de Atenas deixou claro que Deus não pode ser contido em lugares feitos por mãos humanas e que ele próprio estabe-leceu os limites da sua habitação. Limitados por suas próprias mentes e materialidades, os homens têm idealizado lugares para confinarem Deus. Cidades, templos ou regiões têm sido definidos como lugares sa-grados e têm sido buscados e reve-renciados como se Deus estivesse somente ali. Alguns utilizam o texto de Êxodo 3.1-5 e outros referentes ao tabernáculo e ao templo de Jerusalém para defenderem a idéia de que Deus estaria permanentemente confinado a determinados lugares, esperando que os fiéis fossem buscá-lo para adoração. É uma idéia pecaminosa que cria no&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;subconsciente do homem um sentimento de liberdade da presença de Deus e, conseqüentemente, liberdade dos seus princípios morais e religiosos. A terra em que a sarça ardia tornou-se sagrada pela presença de Deus naquele momento ali e os lugares do tabernáculo e do templo eram sagrados porque, no Velho Testamento, Deus se manifestava ali. Porém nunca ficava limitado àqueles lugares.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;DEUS É REPRESENTÁVEL - Jo 1:18; Gên. 17.1; 18;Col 1:13-15; Heb 1:3&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Parece incoerente termos dito há pouco que Deus não pode ser representado por coisa alguma deste mundo e, agora, iniciarmos um pensamento de que Deus é representável. Ele&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;não é representável por coisa alguma deste mundo, mas é representável pelo seu próprio Filho, pelo Verbo eterno, que é apontado nas Escrituras como sendo a forma expressa, a imagem visível do Deus invisível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O próprio Senhor Jesus declarou que Ele é um com o Pai e que quem o vê, vê ao Pai. Ele é a única forma de Deus gerada pelo próprio Deus. Voltando ao testemunho de João, o Batista, lemos:&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou. Esta tradução é diferente da maioria que conhecemos, que registram Filho unigênito. Isto é porque a palavra grega utilizada por João, o Batista, e registrada pelo apóstolo João ao&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;escrever o seu Evangelho, é &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Theos&lt;/i&gt;, que quer dizer Deus. João estava testemunhando de Jesus Cristo e disse que ele é também Deus e que é a revelação visível do Pai. Deve ser observado que o Filho é designado por ele próprio (Jo 3.16 e outros) como sendo o único gerado. João, o Batista, o apontou como sendo único Deus gerado e isto deve nos levar a meditar no fato de Deus ter gerado de si próprio uma forma para se fazer representar, revelar, visivelmente. O episódio da aparição de Deus a Abraão (Gên 17.1) e o da aparição acompanhado de dois anjos, inclusive alimentando-se com Abraão, mostra-nos que Deus se revelou de forma visível ao homem desde os primórdios da humanidade e que o fez na pessoa do Filho, do Verbo Eterno, que é a sua expressa imagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Que o Filho é o próprio Deus, que se revelava visivelmente antes de se fazer carne e que se revelou como homem à humanidade, é um fato bíblico inquestionável. É um fato que aponta para a realidade que Deus Pai nunca foi visto por ninguém, porque ele é espírito e um espírito não tem forma, não tem delineação gráfica, mas que também aponta para a realidade de que Deus Pai se fez representar diante da humanidade na pessoa do Filho, a quem gerou como sua imagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;CONCLUSÃO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deus é invisível porque é espírito. É um ser espiritual e não material. Por ser espiritual não está restrito a materialidade, às coisas que vemos. É espirito sem limitações, é infinito. Não pode ser representado por nada deste mundo e não há limitações físicas para sua adoração. No entanto, manifestou-se individualmente à humanidade, na pessoa do seu Filho, do Verbo Eterno, que faz parte do seu Ser e que é a forma visível que gerou de si próprio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deus não pode ser adorado somente em lugares que os homens pensam contê-lo e não pode ser adorado sem a intermediação do Filho porque os dois são uma só pessoa em essência. Quem ama ao Pai tem que amar ao Filho, também. Quem vê ao Pai tem que vê-lo através do Filho, que é a sua revelação pessoal feita à humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5794098065781806093?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5794098065781806093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5794098065781806093' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5794098065781806093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5794098065781806093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/04/espiritualidade-e-forma-de-deus.html' title='A ESPIRITUALIDADE E A FORMA DE DEUS'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-4552052589075434676</id><published>2011-03-05T13:34:00.006-03:00</published><updated>2011-03-22T23:33:41.652-03:00</updated><title type='text'>JESUS ORIENTA E ALIMENTA SEUS DISCÍPULOS</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;João 21.1-13 &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Pr. Dinelcir de Souza Lima&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Mateus registrou que Jesus ao aparecer às mulheres e estas terem se abraçado aos seus pés, deu-lhes a ordem de irem e dizerem a seus irmãos (os seus discípulos) que fossem para a Galiléia e que lá o veriam (Mt 28.9,10). Jesus apareceu antes aos seus discípulos, ainda em Jerusalém, e na primeira manifestação, no mesmo dia da ressurreição, comissionou seus discípulos para continuarem a sua tarefa de salvar vidas e concedeu-lhes o Espírito Santo (20.21,22).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;João registrou a terceira manifestação de Jesus a sete dos seus apóstolos já no Mar de Tiberíades, que é o Mar da Galiléia, onde eles estavam reunidos. O que faziam não sabemos pois não está registrado, mas podemos imaginar como se recordavam das coisas que presenciaram e que participaram com Jesus naquela região e outras. Certamente seus corações e mentes estavam plenos de lembranças saudosas dos tempos em que permaneciam constantemente com o Senhor Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Certamente estavam com fome também. Precisavam do sustento físico. O grupo de discípulos que constantemente seguia a Jesus em suas viagens, por toda parte aonde ele ia, estava espalhado, já não estavam todos juntos. As mulheres que seguiam a eles e que os serviam com trabalhos e alimentos, não estavam mais ali. Tinham abandonado suas profissões para seguir a Jesus, foram alimentados por Ele ou por causa dEle durante três anos e agora tudo parecia desfeito e precisavam comer. De repente, então, Pedro resolve ir pescar e declara isto aos seus companheiros que prontamente se dispuseram a ir também e logo subiram ao barco com ele (v.3), certamente confiando que suas aptidões como pescadores supririam as suas necessidades de alimentação. Mas passaram a noite toda tentando pescar e não conseguiram nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Pela manhã, talvez de madrugada e ainda escuro, Jesus se apresentou na praia, a uma distância de cerca de cem metros do barco. Gritou para eles chamando-os de filhos e perguntando se tinham alguma coisa que comer (v. 5). A pergunta de Jesus demonstra que eles realmente estavam com fome. Eles responderam que não. Mandou, então, que lançassem a rede à direita do barco e disse que encontrariam (o que comer). Obedeceram e pegaram 153 grandes peixes (alguém contou e João registrou). O episódio ativou a memória de João que imediatamente disse à Pedro, talvez em um grito de alegria, que era o Senhor. Pedro estava nu. Vestiu a sua túnica e lançou-se ao mar, indo a nado para junto de Jesus. Os outros seguiram no barco levando a rede cheia de peixes. Chegando à praia imediatamente saltaram do barco e foram até o Senhor. O que viram de imediato foi um peixe sobre brasas e pão (outro fato que demonstra que estavam com fome). Jesus estava com o alimento pronto para eles. Mandou que levassem os peixes que pescaram até onde estavam. Pedro, impelido ainda pela euforia de reencontrar o Mestre, sozinho subiu ao barco e puxou a rede para terra e, creio, os apresentou a Jesus. A tarefa estava cumprida e agora podia jantar. Então foram convidados por Jesus para jantarem que, com suas próprias mãos, tomou o pão e lhes deu e, depois, tomou o peixe e deu também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;O que podemos aplicar à nossa vida neste primeiro episódio dessa manifestação de Jesus depois da ressurreição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;1. Quando Jesus dá uma ordem ele providencia para que possamos cumprir. Nenhuma ordenança de Jesus é impossível de ser cumprida. &lt;/b&gt;Pode parecer assim diante dos olhos humanos, diante das dificuldades que parecem ser impossíveis de serem vencidas. Mas Jesus sempre providencia os recursos e o sustento para seus discípulos, para aqueles que o obedecem, mesmo que não o estejamos vendo ou percebendo a presença dele.  Nenhum vocacionado para a pregação do evangelho de Jesus Cristo deve confiar somente nas suas aptidões para o seu sustento, mas deve confiar na presença e orientação do Senhor Jesus. É ele quem serve o nosso alimento, é ele quem providencia o nosso sustento. Devemos nos esforçar, devemos trabalhar, mas sempre orientados por Jesus Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;2. A tarefa de evangelização não tem como fator de sucesso as aptidões e os recursos humanos. Em várias ocasiões Jesus demonstrou isto. &lt;/b&gt;A primeira multiplicação dos pães é um exemplo. Pedro e seus companheiros haviam sido chamados por Jesus para serem pescadores de homens. Não existem técnicas humanas para serem aplicadas à pescaria de almas para a salvação eterna. Existe a ordem de Cristo e a dependência da orientação dEle através do seu Espírito. Onde ele mandar que lancemos a rede da mensagem do evangelho da salvação, devemos lançar porque ali estarão as almas para serem alcançadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;3. As almas alcançadas através da pregação do evangelho não são para ficarem abandonadas, ou para nossa própria posse, mas têm de ser levadas ao Senhor Jesus.&lt;/b&gt; O que ele fará com elas não é questão nossa, é questão dEle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-4552052589075434676?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/4552052589075434676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=4552052589075434676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4552052589075434676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4552052589075434676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/03/jesus-orienta-e-alimenta-seus_05.html' title='JESUS ORIENTA E ALIMENTA SEUS DISCÍPULOS'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-835754856127571331</id><published>2011-03-02T14:50:00.004-03:00</published><updated>2011-03-20T23:56:27.782-03:00</updated><title type='text'>A MISSÃO DA IGREJA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;Pr Dinelcir de Souza Lima&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Textos bíblicos básicos: Mt. 28:19,20; Mc 16:15,16; Jo 15:16; At. 1:8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Por que e para que existem igrejas de Cristo sobre a face da terra?&amp;nbsp; Quais seriam seus objetivos e suas funções?&amp;nbsp; São questões, a respeito da igreja, que qualquer crente em Cristo, bem intencionado e desejoso de viver uma vida cristã autêntica e eficiente, deveria procurar conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Este conhecimento, porém, não pode ser à luz de idéias humanas (por mais bem intencionadas que sejam), que distorcem a causa da existência e, principalmente, a missão da igreja e que permeiam intensamente o meio denominado cristão. Cada vez vemos mais igrejas se perdendo em seus objetivos, deixando de cumprir sua missão, exatamente porque têm dado muito valor aos pensamentos humanos que diferem de indivíduo para indivíduo, de nação para nação, de grupos étnicos para grupos étnicos, de sociedades para sociedades. O resultado dessa tendência de as igrejas se pautarem pelos pensamentos humanos, é&amp;nbsp; o&amp;nbsp; fato&amp;nbsp; de&amp;nbsp; estarem cada vez se distanciando mais da sua própria razão de ser e, podemos dizer até mesmo de suas características originais de corpo de Cristo.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;A perda do objetivo, da visão de qual seja a missão da igreja, tem feito com que igrejas de Cristo pas-sem a ser, na realidade, um aglomerado de indivíduos não convertidos, que não experimentaram uma regeneração em Cristo, mas que se acostumaram à religião de seus pais, ou que se acostumaram ao ambiente social em que foram criados, ou que se adaptaram a um novo círculo social muito agradável, ou, ainda, se associaram a uma comunidade que se preocupa com o bem-estar físico, social do ser humano e ficam a desfrutar ou a pensar que desfrutarão de uma vida melhor aqui no mundo, à partir da filiação àquele grupo de pessoas que se intitulam igreja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Neste emaranhado de idéias, de objetivos e de propostas para as igrejas, é preciso que o crente autêntico, verdadeiramente convertido deixe de olhar para tantos conceitos e volte a sua atenção para as Escrituras e procure se posicionar corretamente a respeito dos objetivos e da missão específica que Cristo deixou para a sua igreja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Por isso pretendemos ajudar o crente sincero a se posicionar biblicamente a&amp;nbsp; respeito da missão da igreja a que pertence, a refletir sobre qual tem sido o seu posicionamento pessoal, a adquirir melhores conhecimentos sobre como participar da missão da sua igreja e também a se posicionar positivamente, partindo cada vez mais para cumprir essa missão, porque também faz parte da igreja de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O QUE É MISSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Há uma grande diferença entre uma missão e um estado natural de vida. Estado natural, são atos e atitudes que manifestam a natureza de alguém. A igreja de Cristo tem um estado natural que é exteriorizado por atos que fazem parte da sua natureza cristã. A adoração faz parte da natureza da igreja, bem como a oração, o estudo das Escrituras, o amor fraternal e o&amp;nbsp; cuidado&amp;nbsp; com&amp;nbsp; os&amp;nbsp; semelhantes que necessitam de cuidados (mas principalmente com os "domésticos da fé"- Gl. 6:10).&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas&amp;nbsp; essa&amp;nbsp; vivência natural do cristianismo não pode, de forma alguma, ser apontada como uma missão. Por isso erram todos os que afirmam que a missão da igreja é a adoração, ou a ação social.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Missão é o ato de enviar alguém com uma incumbência para o cumprimento de uma tarefa determinada. Um soldado no quartel não tem uma missão, mas está vivendo o seu estado natural de militar quando cumpre as suas tarefas rotineiras. Missão ele só terá quando for enviado com alguma incumbência de cumprir uma tarefa específica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Para que uma missão possa ser verdadeira e também possa ser cumprida é preciso que alguns aspectos sejam e observados, tais como:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;1. Quem envia deve ter autoridade para comissionar&lt;/b&gt;.&amp;nbsp; Ou seja, aquele que vai cumprir a missão deve ter sido enviado por alguém que esteja em posição superior a dele e que, portanto, tenha autoridade sobre ele. É o caso de soldados que saem em missão determinada por oficiais superiores, ou o caso de embaixadores que são comissionados por governos para cumprirem tarefas em outros países.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2. Quem envia deve especificar a tarefa&lt;/b&gt;.&amp;nbsp; O enviado em uma missão é um cumpridor de ordens específicas, é alguém que possui tarefas que foram determinadas para que fossem cumpridas.&amp;nbsp; Ele não é um idealizador de tarefas,&amp;nbsp; de&amp;nbsp; objetivos.&amp;nbsp; Ele pode encontrar meios de atingir &amp;nbsp;seu&amp;nbsp; objetivo,&amp;nbsp; de&amp;nbsp; se&amp;nbsp;&amp;nbsp; desincumbir de sua tarefa, mas não pode mudar o objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3. Quem envia deve capacitar o enviado para o cumprimento da tarefa.&lt;/b&gt;&amp;nbsp; O comissionado precisa de recursos para alcançar seu objetivo e estes recursos devem ser providenciados por quem o comissionou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A IGREJA DE CRISTO TEM UMA MISSÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Tem uma incumbência, determinada por quem detêm autoridade sobre ela, para cumprir uma tarefa específica apontada por seu superior.&amp;nbsp; Sabemos que seres humanos, desde&amp;nbsp; os&amp;nbsp;&amp;nbsp; tempos&amp;nbsp; de&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eva,&amp;nbsp; não gostam de ter superiores.&amp;nbsp; Mas a igreja tem alguém que lhe é&amp;nbsp; infinitamente&amp;nbsp; superior e&amp;nbsp; que comanda todos os seus movimentos.&amp;nbsp; Essa pessoa é Jesus Cristo, que é o cabeça da igreja (Ef. 5:23), e que&amp;nbsp; é o dono da igreja (Mt. 16:18).&amp;nbsp; Se uma igreja não tiver essa realidade em si, deixa de ser uma igreja em Cristo.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Pois bem, Jesus Cristo deixou um objetivo para sua igreja, uma missão.&amp;nbsp; Chegando ao final do seu ministério, quando sua igreja já tomava forma concreta, preocupou-se em deixar claro o que desejava que ela cumprisse. Lembrando-nos do que seja missão, vejamos qual é essa missão e vejamos também alguns aspectos que a envolvem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;1. Jesus enviou sua igreja&lt;/b&gt; - Mt. 28:19; Mc. 16:15; Jo. 15:16.&amp;nbsp; Nos dois&amp;nbsp; primeiros&amp;nbsp; textos lemos&amp;nbsp; da&amp;nbsp; ordem específica de Jesus enviando sua igreja.&amp;nbsp; No terceiro texto lemos da declaração que fez aos seus discípulos, de que os nomeou para que fossem.&amp;nbsp; Ele deu uma ordem para que fôssemos. Uma das dificuldades que as igrejas encontram atual-mente, é crentes não querendo ir, não querendo se movimentar, buscando pretextos para trazer as pessoas até um determinado lugar e centralizando a evangelização em uma só pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2. Jesus determinou a área de atuação da sua igreja&lt;/b&gt; - Mt. 28:19; Mc. 16:15.&amp;nbsp; O envio foi para todo o mundo, para todas as nações.&amp;nbsp; A igreja não ficou limitada ao cumprimento da tarefa em um deter-minado lugar somente, mas foi comissionada para abranger todo o mundo, todas as nações todos os povos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3. Jesus capacitou a sua igreja&lt;/b&gt; - Mt. 28:18; At. 1:8.&amp;nbsp; Capacitou com o seu próprio poder, com o poder advindo da presença do seu Espírito na vida dos seus servos.&amp;nbsp; É o poder que vem de quem detém todos o poder. Nenhuma igreja precisa ficar a inventar meios de se capacitar para o cumprimento da tarefa, porque Cristo já capacitou plenamente, completamente. Enquanto as igrejas perdem tempo à procura de capacitações financeiras e humanas, a tarefa vai deixando de ser cumprida.&amp;nbsp; Enquanto os crentes ficam a buscar mais poder, deixam de cumprir o que Cristo lhes ordenou, porque não precisam buscar o que já lhes foi dado há quase dois mil anos atrás.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;4. Jesus determinou a tarefa&lt;/b&gt; - Mt. 28:19, 20; Mc. 16:15; Jo. 15:16; At. 1:8.&amp;nbsp; A tarefa da igreja é pregar o evangelho por todo o mundo. Esta é sua missão específica dada pelo Senhor! Homens têm inventado tantas tarefas e igrejas têm se perdido pensando que sua missão é fazer bem aos pobres, é capacitar membros da sociedade para se sustentarem, é dar educação à sociedade, é transformar a sociedade, é conceder lazer saudável para os jovens, é conceder&amp;nbsp; distração aos&amp;nbsp; de&amp;nbsp; terceira idade, é manter um padrão de moralidade na família, é fornecer bons políticos para governar o país, etc. Tudo isto é invenção de quem rejeita a ordem deixada por Cristo, por quem se diz comissionado por Ele, mas que quer desempenhar tarefas criadas por sua própria mente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Em Mateus lemos de Jesus ordenando que fôssemos e fizéssemos discípulos dele; em Marcos lemos dele ordenando que fôssemos por todo o mundo e pregássemos o Evangelho; em João lemos sua declaração que nos nomeou para que déssemos muito fruto; em Atos também lemos sua declaração de que, pelo poder do Espírito Santo, testemunharíamos dele, a própria personificação do Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Biblicamente, não resta qualquer dúvida de que as igrejas de Cristo têm uma missão específica determinada por ele&amp;nbsp; e&amp;nbsp; que&amp;nbsp; esta&amp;nbsp; missão é pregar o Evangelho por todo o mundo. A igreja&amp;nbsp; de&amp;nbsp; Cristo&amp;nbsp; é a&amp;nbsp;&amp;nbsp; sua agência aqui no mundo para que o seu Evangelho seja conhecido por toda a humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Se realmente somos discípulos de Jesus não nos compete mudarmos as ordens dele, o nosso Mestre. Mudar o que ele ordenou é participar do impedimento do avanço do evangelho para que pessoas possam ser realmente transformadas e possam ser resgatadas do sofrimento eterno que certamente lhes sobrevirá se não crerem no Salvador. Não importa se as outras “missões” idealizadas por homens parecem muito lógicas, atraentes ou eficientes para qualquer motivo religioso. Criar outras missões ou variantes da missão que Jesus deixou para nós sempre fará com que abandonemos ou percamos o ânimo no cumprimento do que temos que realizar com urgência e por obediência.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-835754856127571331?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/835754856127571331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=835754856127571331' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/835754856127571331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/835754856127571331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/03/missao-da-igreja.html' title='A MISSÃO DA IGREJA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-8021252710277058029</id><published>2011-02-10T13:00:00.001-02:00</published><updated>2011-03-21T00:02:52.224-03:00</updated><title type='text'>AS BOAS OBRAS PODEM SALVAR ALGUÉM?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Tiago 2:14-26&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A Teologia Católica desenvolveu a doutrina de que uma pessoa é salva pela realização de boas obras, pela prática do bem. Essa teologia foi tão universalizada quanto a própria Igreja Católica é universal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A principal base supostamente bíblica utilizada pelo catolicismo encontra-se na carta de Tiago, no texto do capítulo 2, versículos 14 a 18, onde encontramos o autor advertindo de se cuidar dos irmãos necessitados e afirmando que a fé sem as obras é morta (v. 17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A falta de compreensão deste texto e a utilização da expressão “obras” com o sentido de boas obras, ou de realização de beneficência, tem levado pessoas à dedicação de atividades beneficentes visando conquistar a salvação e, o grande desastre, a considerar como boas obras somente o ato de cuidar do necessitado esquecendo-se de outras obras que são demonstração de uma fé viva no Senhor Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Devido ao fato de o catolicismo ter grande influência na prática da fé cristã, este pensamento passou a outros segmentos do cristianismo e neles ficou enraizado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;É claro que precisamos fazer o bem ao nosso irmão que se encontra em dificuldades materiais e físicas e isto está claro em Hebreus 13:16. Precisamos nos comunicar com eles, precisamos fazer bem a eles (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;eupoiia&lt;/i&gt; foi a palavra utilizada pelo autor da carta aos Hebreus que tem a conotação de beneficência), mas não podemos chegar ao extremo de colocar a beneficência como se fossem as boas obras, nem colocá-la como fator de salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A BASE DO DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO DE TIAGO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – v. 14&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;“Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Tiago estava escrevendo a crentes judeus, convertidos a Jesus Cristo, e admoestando-os porque faziam distinção de pessoas no próprio meio deles, nas próprias igrejas, desonrando os pobres, fazendo acepção de pessoas (2: 4-9). Em determinado momento lançou a base para o desenvolvimento do pensamento de que uma pessoa dizer que tem fé não significa que ela tenha fé realmente; e que se ela não tem fé realmente, não será salva. Ele não estava deslocando o elemento fundamental da salvação que é a fé em Jesus Cristo para a prática da beneficência, ou boas obras como alguns preferem chamar. Ela estava demonstrando logicamente que a fé é inexistente sem obras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A PALAVRA GREGA UTILIZADA POR TIAGO E TRADUZIDA POR OBRAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – v. 14,17,18,20&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Tiago não especificou o tipo de obras, se boas ou más. Claro que a fé não produz obras más, mas é importante essa observação de que ele se referiu a obras de uma maneira generalizada. Na realidade ele estava falando de atos, de realizações, de trabalhos. Ele utilizou a expressão grega &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ergon &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(derivada de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ergo&lt;/i&gt; que significa &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;trabalhar, realizar algo&lt;/i&gt;),&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;que, conforme dicionário da Sociedade Bíblica do Brasil, tem os seguintes significados:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;1) negócio, serviço, aquilo com o que alguém está ocupado.1a) aquilo que alguém se compromete de fazer, empreendimento, tarefa. 2) qualquer produto, qualquer coisa afetuada pela mão, arte, indústria, ou mente. 3) ato, ação, algo feito: a idéia de trabalhar é enfatizada em oposição \aquilo que é menos que trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;É a mesma palavra que encontramos nos seguintes textos da Bíblia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Mateus 11:2 - 2&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp; E João, ouvindo no cárcere falar dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;feitos&lt;/b&gt; de Cristo, enviou dois dos seus discípulos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Mateus 23:3,4&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt; - Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;obras&lt;/b&gt;; porque dizem e não fazem.&amp;nbsp; Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. (Observe-se que Jesus estava falando de más obras)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Marcos 13:34&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; - É como se um homem, partindo para fora da terra, deixasse a sua casa, e desse autoridade aos seus servos, e a cada um, a sua &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;obra&lt;/b&gt;, e mandasse ao porteiro que vigiasse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;João 3:20,21&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; - Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;obras&lt;/b&gt;.&amp;nbsp; Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;obras&lt;/b&gt; sejam manifestas, porque feitas em Deus. (Note-se que Jesus utiliza a palavra &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ergon&lt;/i&gt; tanto falando de obras de quem odeia a luz, quando de quem pratica a verdade).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Existem muitos outros textos no Novo Testamento em que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ergon&lt;/i&gt; é utilizada. Em todos eles o que se observa é que é uma expressão neutra, que por si só não significa ser boa ou má, que significa apenas ação, feito, realização, trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Os exemplos de fé apontados por Tiago demonstram isso (v. 20-25). Não foram de obras beneficentes, no sentido de socorro aos pobres. O principal ato de fé de Abraão foi deixar a sua parentela, o lugar onde vivia, e sair em busca de um lugar que Deus lhe mostraria. A obra de fé de Raabe foi obedecer os que os espias lhe mandaram fazer para que pudesse ser salva na invasão a Jericó&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A CONCLUSÃO DO RACIOCÍNIO DE TIAGO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; – v. 15-17&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;A fé sempre produz atos. Atos de fé. Podemos, à luz do raciocínio de Tiago, concluir que até mesmo a fé depositada em um elemento falso, em um objeto inexistente ou ineficaz, sempre produz atos de fé. A fé somente anunciada pelo suposto fiel como existente, mas sem atos, na realidade não existe. É apenas uma fantasia, uma hipocrisia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Quando uma pessoa realmente tem fé em Jesus Cristo, esta fé será naturalmente manifestada em atos de fé em conformidade com os ensinamentos de Cristo. Atos de uma maneira geral. Quem tem fé em Jesus naturalmente quer se batizar (costumo dizer que o batismo é o primeiro ato de fé de quem se converte a Jesus Cristo), se dedica à oração, tem paciência, age com humildade, suporta as aflições, prega o evangelho da salvação, ama ao seu irmão e semelhante, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Como Tiago estava escrevendo a respeito do amor, do respeito, da consideração que deveria existir dos mais favorecidos materialmente para com os menos favorecidos, podemos compreender que ele estava concluindo que se alguém diz ter fé em Jesus, mas despreza o seu irmão, na realidade não tem fé. Por isso não pode ser salvo, por não ter realmente fé em Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-8021252710277058029?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/8021252710277058029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=8021252710277058029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8021252710277058029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8021252710277058029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/02/as-boas-obras-podem-salvar-alguem.html' title='AS BOAS OBRAS PODEM SALVAR ALGUÉM?'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-6579974713809207392</id><published>2011-02-03T11:10:00.002-02:00</published><updated>2011-02-03T11:10:58.721-02:00</updated><title type='text'>OS QUE SÃO SOCORRIDOS POR JESUS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;O episódio da multiplicação dos pães tem servido para o convencimento de que igrejas de Cristo devem cuidar materialmente e indiscriminadamente das pessoas pobres ou necessitadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Com isto igrejas estão sendo minadas em suas capacidades de evangelizar tanto no aspecto financeiro quanto no aspecto de dedicação de vidas à tarefa de anunciação da salvação em Jesus Cristo. Igrejas têm gasto boa parte dos seus orçamentos fornecendo cestas básicas ou outro tipo de socorro qualquer a pessoas de comunidades carentes que nada querem com o evangelho de Jesus Cristo e, como quem recebe coisas de graça gosta de continuar recebendo, igrejas que assim se comportam são exaltadas, enquanto os crentes que se dedicam à beneficência se sentem cumpridores de algum tipo de mandamento de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Acontece que, de fato, não encontramos na Bíblia nenhum texto que determine que igrejas de Cristo cuidem do bem-estar físico de pessoas indiscriminadamente. Sempre desafiei e continuo desafiando alguém a me mostrar algum texto da Bíblia que possa ser utilizado com esta finalidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Mas, estava dizendo, o texto de Mateus 14:13-21 e seus correlatos nos outros evangelhos, têm sido utilizado com a finalidade de impulsionar esta mentalidade. Um tremendo erro. Erro de interpretação e erro de aplicação do texto. Não sei se o erro é proposital ou não; não entro neste mérito. Mas é um erro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;O texto mais completo a respeito do episódio é o de João 6. Não somente João 6:1-14, mas o capítulo todo, pois ali encontramos todo o desdobramento do episódio e, pelo desdobramento, conseguimos fazer a interpretação do que Jesus desejava mostrar aos seus discípulos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Deixando de lado, por hora, o que Jesus queria mostrar aos seus discípulos, chama a atenção naquele texto o fato de Jesus não ter multiplicado pães novamente no dia seguinte, de ele ter dito à multidão que deveriam trabalhar não pelo pão que perece, mas pelo pão que permanece para a vida eterna e ter declarado ser ele próprio o pão da vida. Chama a atenção, também, o fato de toda a multidão ter abandonado o pão da vida em uma demonstração de que estavam mais interessados no sustento material do que no recebimento da vida eterna.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;No entanto, não resta a dúvida de que Jesus socorreu milhares de pessoas alimentando-as com pão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;E queremos, focalizando este aspecto somente, detendo-nos apenas no episódio da multiplicação sem nos estendermos aos acontecimentos seguintes, discorrer sobre algumas atitudes dos que foram socorridos por Jesus e que, assim, permitiram que isto acontecesse.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;1. FORAM SOCORRIDOS OS QUE SE ESFORÇARAM PARA IR ATÉ JESUS&lt;/b&gt; – Mt 14:13,14&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;Não era prática de Jesus alimentar pessoas pobres e famintas em todas as cidades aonde chegava. Certamente em todas as cidades por onde passou e onde morou em toda a sua vida existiam pessoas com fome. Jesus poderia, com a mesma facilidade que multiplicou os pães, todo dia, por todos os lugares onde passava dar de comer aos famintos. Nunca fez isto. Jesus alimentou pessoas específicas, que tinham praticado atividades específicas. Pessoas que tinham feito muito esforço para irem até ele, que quando souberam onde ele estava, caminharam desde as cidades até ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2. FORAM SOCORRIDOS OS QUE FICARAM À DISPOSIÇÃO DELE&lt;/b&gt; – Lc 9:11,12&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Da maneira que tentam aplicar este episódio como se fosse uma ordem de Jesus para alimentar a todos os pobres, fica a impressão de que Jesus com seus discípulos saiu procurando famintos para alimentar. Já vimos que não foi assim. Jesus alimentou quem se esforçou para ir até ele. Porém, quando aplicam este episódio, fica também a impressão de que Jesus viu a multidão e foi logo multiplicando os pães. Mas vemos que não foi assim. Além de alimentar somente os que foram até ele, Jesus alimentou pessoas que &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ficaram à disposição dele o dia inteiro&lt;/b&gt;. Pessoas que ficaram ouvindo pregações do Senhor Jesus a respeito do reino de Deus, pessoas que foram curadas e pessoas que viram outras serem curadas. Mas Lucas destaca principalmente que Jesus falava-lhes do reino de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3. FORAM SOCORRIDOS POR CAUSA DO MOMENTO QUE VIVIAM&lt;/b&gt; – Mt 14:15&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Eram pessoas que caminharam muito para ir até Jesus e que estavam em um lugar deserto, longe de tudo, e que tinham ficado o dia inteiro naquele lugar com Jesus. Não eram pessoas pobres, sem dinheiro para comprar alimento. Eram pessoas que estavam vivendo um momento de dificuldades para comprar alimento exatamente porque tinham ido a um lugar distante de tudo para estar com Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;4. FORAM SOCORRIDOS PORQUE FORAM OBEDIENTES A JESUS&lt;/b&gt; – Mt. 14:14&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Quando Jesus deu a ordem para que seus discípulos fizessem com que mais de cinco mil pessoas se sentassem na relva, em grupos de cinqüenta pessoas, não lhes deu explicação do que faria. Eles não sabiam que receberiam pão, mas obedeceram. Era uma ordem estranha, até mesmo porque ali existiam crianças que são inquietas por natureza. Mas todos obedeceram e receberam o alimento que veio do Senhor Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 19.85pt;"&gt;Quanto ao socorro material que Jesus concede às pessoas através dos seus discípulos é necessário que este texto seja revisto por todos aqueles que indevidamente o utilizam para lançar igrejas em campanhas beneficentes generalizadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-6579974713809207392?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/6579974713809207392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=6579974713809207392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6579974713809207392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6579974713809207392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/02/os-que-sao-socorridos-por-jesus.html' title='OS QUE SÃO SOCORRIDOS POR JESUS'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-6991103542427306556</id><published>2011-02-01T10:39:00.000-02:00</published><updated>2011-02-01T10:39:31.888-02:00</updated><title type='text'>DEUS É FIEL A QUEM?</title><content type='html'>Estava participando do culto de uma excelente igreja, pastoreada por um excelente pastor, e fomos convidados a cantar um hino que tem conotação de uma oração no qual quem canta declaramos a Deus que Ele é fiel a nós. A expressão literal é "Tu és fiel a mim."&lt;br /&gt;Tive dificuldade de cantar como sempre tenho e nunca canto esta expressão. Não consigo dizer a Deus que ele é fiel a mim. Primeiramente não consigo ter este sentimento para com Deus e, depois, não consigo encontrar na Bíblia nenhum respaldo para esta afirmação. E se não há respaldo bíblico é sentimento puramente humano que de nada serve em um culto prestado a Deus e para o nosso relacionamento com Ele.&lt;br /&gt;Sei que as pessoas (pelo menos naquela igreja) não percebem isso e cantam de todo coração sentindo o caráter firme e imutável de Deus, porém este cântico vai aos poucos minando um sentimento essencial para com Deus que devemos ter, o de &lt;b&gt;fidelidade a Ele.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O que encontramos na Bíblia a respeito disso? Dependendo da versão bíblica vai parecer que encontramos base bíblica. Há versões em que encontramos textos tais como: "sou indigno de todas as misericórdias e de toda &lt;b&gt;a fidelidade que tens usado para com teu servo&lt;/b&gt;; pois com apenas o meu cajado atravessei este Jordão; já agora sou dois bandos" (Gn 32.10); "Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e &lt;b&gt;da tua fidelidade&lt;/b&gt;" (Sl 115:1), e tantos outros que falam da fidelidade de Deus.&lt;br /&gt;No entanto, é necessário ver que as palavras que são traduzidas por "fidelidade" tem sempre o sentido de &lt;b&gt;verdade&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;firmeza, estabilidade&lt;/b&gt;, como é o caso de &lt;i&gt;'emunah&lt;/i&gt; e&amp;nbsp;‘&lt;i&gt;emeth, &lt;/i&gt;tendo sido esta palavra que registra a referência feita por Jacó da firmeza que Deus usava sempre para com ele. Algo que chama a atenção e que a palavra 'emeth tem sempre o significado de firmeza quanto ao que foi dito.&lt;br /&gt;Na realidade nós e que temos que ser fiéis a Deus. Deus é fiel a Ele próprio, à sua natureza perfeita, imutável, justa. Deus é fiel à palavra dEle, às promessas dEle e mantém-se constante no cumprimento do que prometeu.&lt;br /&gt;E nunca prometeu ser fiel ao homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-6991103542427306556?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/6991103542427306556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=6991103542427306556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6991103542427306556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/6991103542427306556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/02/deus-e-fiel-quem.html' title='DEUS É FIEL A QUEM?'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5018209553046678839</id><published>2011-01-28T17:05:00.000-02:00</published><updated>2011-01-28T17:05:06.705-02:00</updated><title type='text'>JESUS É O DEUS ETERNO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;João 8:19-59&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ainda no templo, depois de despedir a mulher que foi apresentada a Jesus pelos escribas e fariseus para tentá-lo, vendo se a condenava ou não, Jesus continuou conversando com os fariseus. Como haviam se retirado antes, cremos que a conversa aconteceu algum tempo depois, com o retorno deles e com a intromissão em uma mensagem que Cristo estava anunciando aos judeus de um modo geral, apresentando-se como a luz do mundo e a luz da vida (v. 12). Eram obstinados em questionar e tentar a Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Questionado por estar testemunhando de si mesmo, afirmou ter um testemunho verdadeiro porque não era somente ele, Jesus, porém o Pai também testificava dele (v. 16,17). Na realidade o Senhor estava afirmando, como fez em outra ocasião, a unicidade dele com o Pai. Foi quando, então, os fariseus indagaram “onde está teu pai?”, dando a Jesus a oportunidade de continuar proferindo ensinamentos a respeito dEle, o Filho de Deus, estando no Pai e o Pai nEle. Analisaremos estes ensinamentos procurando compreender esta unidade e as suas implicações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;1. PARA ALGUÉM CONHECER DEUS TEM QUE CONHECER JESUS – v. 19-29&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Já sabemos que a palavra grega &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;oida&lt;/i&gt; traduzida pelo verbo &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;conhecer &lt;/i&gt;não tem o sentido de conhecimento intelectual, porém experimental, através dos sentidos. Isto significa que Jesus estava ensinando que aqueles homens religiosos, que diziam conhecer Deus, não tinham experiência com Ele, porque não recebiam Jesus como sendo o próprio Deus. Não tinham uma experiência com Jesus e, portanto, não tinham também com Deus. Foi no mesmo sentido que Jesus disse mais adiante a um de seus discípulos “quem me vê a mim, vê o Pai” (Jo 14:9) referindo-se a um conhecimento através da visão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, conhecer porque, como, através de que e para que?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 18.0pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.1.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Conhecer para não morrer no pecado&lt;/b&gt; – v. 21. Quem conhece Jesus, no sentido de experimentá-lo como Filho de Deus, entregando a Ele a vida, é perdoado e purificado do pecado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 18.0pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.2.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Conhecer como quem não é deste mundo &lt;/b&gt;– v. 23. Tentar conhecer Jesus como sendo deste mundo é rejeitar a divindade dEle e colocá-lo no mesmo patamar do ser humano. Mas Jesus é de outra realidade, do reino celestial.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 18.0pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.3.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Conhecer crendo que Ele é eterno &lt;/b&gt;– v. 24. Jesus não teve um início quando nasceu neste mundo, mas ele já estava presente na criação do mundo. Ele é eterno. Precisa ser conhecido assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 18.0pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.4.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Conhecer como o enviado do Deus verdadeiro &lt;/b&gt;– v. 26. Deus enviou seu Filho ao mundo para salvar a todo aquele que crê nele. Não existem outros deuses e são criações imaginárias mentirosas de mentes pecaminosas, malignas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 18.0pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.5.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Conhecer através do sacrifício dele &lt;/b&gt;– v. 28,29. Sem o reconhecimento do sacrifício de Cristo, que foi público e notório, ninguém pode crer em Cristo. Ao contrário, reconhecer que Jesus se entregou por nós, como ato de obediência ao Pai, nos faz experimentar a presença dele em nossas vidas e, consequentemente, a presença de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;2. PARA ALGUÉM CONHECER A VERDADE TEM QUE PERMANECER NA PALAVRA DE CRISTO – v. 31-43&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O conhecimento da verdade, o próprio Senhor Jesus, no sentido de experimentar a verdade e os seus efeitos em nossa vida, temos que permanecer na palavra de Cristo. Deixar a palavra de Cristo faz o homem cair da verdade e se colocar debaixo da mentira, deixando de experimentar a presença consoladora, orientadora, instruidora do Senhor Jesus em sua vida. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2.1. A permanência na palavra de Cristo faz o verdadeiro discípulo dEle &lt;/b&gt;– v. 31. O teste para o discípulo de Jesus, se é verdadeiro ou falso, é a permanência na palavra dEle. Permanência sob quais quer condições, sem questionamentos, sem deturpações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2.2. A permanência na palavra de Cristo faz conhecer a verdade que liberta&lt;/b&gt; – v. 32,33.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A verdade é libertadora, a permanência na palavra de Cristo permite a ação libertadora da verdade na vida de uma pessoa. Não é a pessoa que se liberta, nem cultos místicos, nem frases bombásticas e de efeito, nem dinheiro, mas é a permanência na palavra de Cristo. E é somente Cristo quem liberta verdadeiramente o ser humano. Liberta das crendices religiosas, liberta da escravidão espiritual, liberta da perdição eterna.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2.3. A palavra de Cristo, para ser conhecida, precisa entrar em nós&lt;/b&gt; – v. 37,43.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Este é o sentido bíblico de ouvir, e é o que Jesus disse claramente aos fariseus. A palavra de Cristo era ouvida por eles, mas não entrava neles. Por isso rejeitavam a Jesus a ponto de querer matá-lo. Nosso coração precisa estar receptivo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;3. PARA UMA PESSOA SER DE DEUS É PRECISO DAR OUVIDOS À PALAVRA DE DEUS – v. 44-55&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Temos observado que Jesus, no final do seu ministério, deu muita ênfase à necessidade de se dar ouvidos à Palavra de Deus. Também temos observado que o apóstolo João, em seu evangelho, deixou registrado a importância que a Palavra de Deus tem para a nossa salvação e vida de conhecimento de Deus. Mas, como fazer isso? Como dar sempre ouvidos à Palavra de Deus?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3.1. Recusando as mentiras de Satanás&lt;/b&gt; – v. 44. Ele nunca se firmou na verdade porque não há verdade nele de maneira nenhuma. É o pai da mentira e todo aquele que dá ouvidos às mentiras dele, se faz como filho dele. As mentiras de Satanás vem através de seres inteligentes, astuciosos, que torcem sempre a Palavra de Deus, como foi o caso da serpente no Éden. Queremos dar ouvidos à Palavra de Deus? Deixemos de lado toda palavra que nos leve a duvidar da Palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3.2. Crendo na palavra de Jesus&lt;/b&gt; – v. 45,46,51. Jesus sempre disse a verdade. Precisamos crer, nos entregarmos sempre à palavra dEle. A entrega confiante é o que significa crer nEle.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3.3. Honrando a Jesus&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- v. 49. Não há como dar ouvidos à Palavra de Deus desprezando Filho dEle como sendo o próprio Deus, como sendo o único ser gerado por Ele. Jesus honrava a Deus e os judeus o desonravam. Por isso não davam ouvidos à palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3.4. Reconhecendo que Jesus é o Deus eterno – &lt;/b&gt;v. 58.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;Se Jesus é a Palavra de Deus manifestada ao mundo, encarnada, ele é eterno. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;CONCLUINDO&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma pessoa só é de Deus quando dá ouvidos à Palavra de Deus, através de Jesus Cristo, que é o próprio Deus encarnado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sem dar ouvidos à palavra de Cristo não há como ser de Deus, nem conhecer Deus, nem conhecer a verdade, nem ser liberto pela verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma pessoa que rejeita a Jesus Cristo permanece em algum tipo de escravidão espiritual até a morte e por toda a eternidade se morrer nos seus pecados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5018209553046678839?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5018209553046678839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5018209553046678839' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5018209553046678839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5018209553046678839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/01/jesus-e-o-deus-eterno.html' title='JESUS É O DEUS ETERNO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-8254140938019157122</id><published>2011-01-28T16:59:00.000-02:00</published><updated>2011-01-28T16:59:12.477-02:00</updated><title type='text'>O FILHO DE DEUS SE FEZ CARNE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;Pr Dinelcir de Souza Lima&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Baseado em João 1:1-14&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Por causa dos enfoques dados por Mateus e Lucas, pensa-se e fala-se muito no nascimento de Jesus a partir da sua concepção pelo Espírito Santo e do momento em que veio à luz neste mundo. Está certo, a Bíblia não erra. Precisamos nos lembrar sempre que Jesus foi gerado em uma mulher e que ele nasceu de mulher, porque isto caracteriza perfeitamente a sua vinda ao mundo como homem, que cresceu entre a humanidade, que exerceu seu ministério como homem e que morreu como homem, pagando o preço dos pecados da humanidade. Se não nascesse como homem não poderia morrer como homem; e não morrendo como homem, não pagaria o preço do pecado do homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas o apóstolo João deu um enfoque completamente diferente, sem se preocupar com a maneira de Cristo vir ao mundo, porém com os aspectos conceituais da realidade pré-existente dEle e da realidade assumida por Ele para que o plano de salvação do ser humano fosse consumado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Discorrendo sobre estes conceitos da pré-existência de Cristo, da sua motivação para vir ao mundo e habitar entre nós, e da sua realização salvadora o apóstolo João nos deixou um texto bíblico essencial para nos aperfeiçoarmos no conhecimento daquEle que nos concede a salvação eterna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;1. O FILHO DE DEUS É IDENFICADO COMO A PALAVRA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; – v. 1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Está escrito que “No princípio era o Verbo...” Verbo é tradução de “Logos” no grego, que é uma expressão que significa “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;o pronunciamento de um conceito ou de um pensamento&lt;/i&gt;”. Nos tempos de Jesus havia um pensamento desenvolvido por filósofos de que o “logos” teria sido o princípio criador de todas as coisas. Mas não se conseguia conceituar o que era o “logos”. Ou seja, havia os que criam e divulgavam que o mundo teria sido criado pela palavra, mas não conseguiam definir o que era a palavra, nem quem havia pronunciado a palavra e nem mesmo como a palavra havia sido pronunciada. O apóstolo João, então, definiu completamente o que era parcialmente reconhecido por pessoas e difundindo entre muitos. Verdadeiramente tudo foi criado pela Palavra, mas por aquele que era a própria personificação da Palavra de Deus, o Filho de Deus, o Cristo que veio ao mundo para nos salvar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;2. O FILHO DE DEUS JÁ EXISTIA DESDE O PRINCÍPIO DE TODAS AS COISAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; – v. 1,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ele já era no princípio, Ele estava com Deus e Ele era o próprio Deus. Há pessoas que dizem crer no Cristo como o Filho de Deus, mas não conseguem aceitar que Ele já existia antes de vir ao mundo como homem e, muito menos que Ele fazia parte do próprio Deus. Mas está escrito na Bíblia. Os chamados “Testemunhas de Jeová” não aceitam isso e, na Bíblia deles, introduziram a expressão “um” entre as palavras “era” e “Deus”, ficando assim: “E o Verbo era um deus”. Com isto procuram enganar pessoas dissociando Cristo do Pai, ensinando que Ele era um homem como nós, só que muito especial para Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Bem no início da Bíblia já podemos ler que Deus disse a alguém: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26). Alguém que era igual ao próprio Deus e que serviria para ser o molde do homem. Ele que era a imagem do Deus invisível foi o molde para a criação do homem (Cl 1.15). Em Hebreus 1:1 a 3, lemos: “Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a expressa imagem da sua pessoa,&lt;/b&gt; e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder...” Um texto em que está, também, claro que o Filho de Deus é a imagem estampada (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;charakter&lt;/i&gt; no grego) de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;3. O FILHO DE DEUS FOI O AGENTE DE TODA A CRIAÇÃO – v. 3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O Filho de Deus, identificado por João como o Logos, fez todas as coisas. Em Colossenses 1:15 a 17 lemos a respeito de Jesus: “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;tudo foi criado por ele e para ele.&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele&lt;/i&gt;.” O Cristo, o Filho de Deus que se chamou Jesus quando veio ao mundo, já existia antes da fundação do mundo, fez todas as coisas pelo poder da sua Palavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;4. O FILHO DE DEUS NOS DEU A VIDA – v. 4,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A vida estava no Filho de Deus e, além dEle nos criar, deu-nos do que estava nEle. Em Gênesis 2.7 lemos que Ele formou o homem do pó da terra e que, depois, soprou nele o fôlego da vida. Soprou porque estava nEle, passando ao homem. Com isto trouxe o homem à luz ao conceder-lhe a vida. Isto significa que o Cristo, o Filho de Deus, quer dar ao homem a vida pela segunda vez. A primeira foi na criação, vida que passa de geração em geração. A segunda é na regeneração, vida que é recebida quando o homem crê em Jesus como sendo o Filho unigênito de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;5. O FILHO DE DEUS VEIO AO MUNDO PARA A HUMANIDADE – v. 7-11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O Filho de Deus veio ao mundo como a luz do mundo. Veio para que todos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;possam&lt;/b&gt; crer nEle (v. 7). Veio para o mundo que ele fez, a humanidade que é sua (v. 11), mas não foi conhecido e nem recebido pela humanidade como um todo (v. 10,11). Desde que Ele veio ao mundo foram providenciadas pessoas para anunciarem a sua vinda, a fim de que pudessem crer nEle pela pregação do evangelho. No tempo da sua vinda foi providenciada a vinda de João, o Batista (v. 6-9). Jesus precisa ser recebido como o Filho de Deus através da pregação, da anunciação da sua vinda ao mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;6. O FILHO DE DEUS FAZ COM QUE SERES HUMANOS SEJAM FEITOS FILHOS DE DEUS – v. 12,13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Apesar de não ter sido recebido por grande parte da humanidade, muitos o receberam como o Filho de Deus e continuam recebendo. A todos estes, sem exceção, faz com que sejam feitos filhos de Deus. Ou seja, deixem de serem somente criaturas de Deus e passem a ser filhos de Deus por adoção. O meio de ser feito filho de Deus é crer no nome do Filho de Deus. Isto faz com que nasçam espiritualmente, pela vontade de Deus (ver João 3.3,5).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;7. O FILHO DE DEUS HABITOU ENTRE OS HOMENS – v. 14&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em muitas ocasiões na história da humanidade o Logos, a expressão de Deus, se manifestou entre os homens. O Antigo Testamento registra muitas destas ocasiões. Um exemplo claro disto encontramos em Gênesis 17 e 18. Mas nunca se fez carne e nunca habitou entre nós. Na sua vinda ao mundo como o Cristo, o enviado de Deus para salvar a todos quantos crerem nEle, passou por uma transformação profunda, humilhando-se, se fazendo homem como nós para que pudesse morrer por nós, e habitou entre nós. Habitou pleno de graça para conceder a salvação e de verdade para ser crido. Habitou como o único filho gerado pelo Pai (este é o significado da palavra “unigênito”) e a sua habitação entre nós foi testemunhada por homens que creram nEle, como o apóstolo João, e que anunciaram a sua vinda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A nós homens criados por Deus cabe apenas a opção de crer na verdade que é testemunhada, receber Jesus, o Cristo, o Filho unigênito de Deus como Salvador e Senhor de nossas vidas, e sermos transformados, também, em filhos de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;CONCLUINDO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Jesus não passou a existir somente a partir do momento em que nasceu de Maria. Ou do momento em que foi gerado em Maria. Naquele momento o Ser divino que é a manifestação visível de Deus Pai estava passando por um momento de humilhação, pois estava deixando a sua realidade celestial, eterna, de agente de toda a criação, de sustentador de todas as coisas, e se fazendo homem como nós, terreno e mortal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A habitação dEle entre nós teve um objetivo definido, o de nos conceder a restauração da vida que nos foi dada por Ele na criação do homem, a vida eterna. Não fomos criados para a morte, porém para a vida. E esta vida é concedida verdadeiramente por sua graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A habitação dEle entre nós teve um tempo determinado. Ele acampou (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;skenoo&lt;/i&gt; no grego) entre nós com uma data marcada para voltar para o Pai. Mas, a volta para o Pai seria após a sua morte na cruz, em sacrifício perfeito para nos conceder a vida, e só recebe esta vida eterna quem o re`cebe como o unigênito Filho de Deus.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-8254140938019157122?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/8254140938019157122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=8254140938019157122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8254140938019157122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8254140938019157122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2011/01/o-filho-de-deus-se-fez-carne.html' title='O FILHO DE DEUS SE FEZ CARNE'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-485955408185276213</id><published>2010-09-25T20:11:00.000-03:00</published><updated>2010-09-25T20:13:44.608-03:00</updated><title type='text'>DISCÍPULOS INCRÉDULOS E DISCÍPULOS CRENTES EM JESUS CRISTO</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;João 6:47-71&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;Modernamente se criou e se difundiu a idéia de que o que importa não é ser crente em Jesus Cristo, mas ser discípulo dEle. A Bíblia não nos ensina assim, porém que importa ser um crente em Cristo. Nos evangelhos encontramos discípulos de Jesus com insuficiência de crença, como Pedro que foi chamado por Jesus de homem de pequena fé, e até mesmo com falta de crença como Tomé, a quem Jesus conclamou que não fosse incrédulo, porém crente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;No texto que estamos estudando encontramos referência a muitos discípulos incrédulos e a um pequeno grupo de discípulos crentes que permaneceram com Jesus até o final. Encontramos referência até mesmo a um discípulo que se tornou o traidor de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Discípulo é aquele que segue um mestre com a intenção de aprender dele. Não importa por quanto tempo ou até aonde. Se uma pessoa um dia seguiu outra pessoa como seu mestre, foi um discípulo. No mundo antigo eram comuns discípulos que seguiam seus mestres, aprendiam, desenvolviam pensamentos próprios, deixavam os mestres e formavam grupos de discípulos deles próprios também. Outros seguiam seus mestres por algum tempo e depois os abandonavam simplesmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;No episódio da multiplicação dos pães encontramos muitos discípulos de Jesus. Discípulos de um dia, discípulos mais antigos, discípulos escolhidos por ele. Muitos se ajuntaram para ouvir e ver Jesus. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Viram-no curar muitos enfermos e ouviram-no falar muito a respeito do reino de Deus. Ao final do dia viram-no multiplicar pães e peixes e receberam das mãos dele, através dos seus apóstolos, alimento suficiente para ficarem satisfeitos até o dia seguinte. De alguma maneira creram nEle: creram que era o profeta que deveria estar com eles. Não pelas palavras que ouviram, mas pelo pão que comeram. Foram atrás do Mestre querendo mais pão. Não receberam e ouviram o ensinamento de que não deveriam trabalhar pelo pão que perece, mas pelo pão que permanece para a vida eterna, que é uma dádiva de Deus. Deixaram de crer que Jesus era o profeta que deveria vir e pediram um sinal para crerem que ele era o pão da vida. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Não receberam sinal algum, porém mais ensinamentos&lt;/b&gt; a respeito da necessidade de crerem nas palavras do Mestre para que pudessem viver eternamente. Aprenderam que &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;teriam que interiorizar o Mestre, comendo a sua carne e bebendo o seu sangue, permanecendo, então, nele para sempre. &lt;/b&gt;A incredulidade se manifestou mais forte ainda. Acharam que a palavra do Mestre era dura demais e que ninguém tinha condições de ouvi-la. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O Mestre continuou com as palavras que os ofendia. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;A carne para nada aproveita&lt;/b&gt;, &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;porém as palavras dEle porque são espírito e vida &lt;/b&gt;(v. 63); que ninguém poderia ir a ele por si próprio, porém somente o que for dado pelo Pai (v. 64). Não agüentaram mais a vida de discípulos incrédulos e deixaram o Mestre. Tornaram-se ex-discípulos e continuaram incrédulos. Jesus deixou à vontade para que todos os deixassem, mas um pequeno grupo se manifestou através da palavra de um discípulo e ficaram com o Mestre, como discípulos crentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Vamos analisar alguns aspectos dos discípulos incrédulos e dos discípulos crentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;DISCÍPULOS INCRÉDULOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;1. Querem de Jesus somente coisas materiais – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;v. 47-50&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Os discípulos incrédulos insistem em buscar ao Senhor, até mesmo com grandes esforços pessoais, mas querem apenas receber vantagens materiais. Não se importam com o valor da vida eterna, nem mesmo a deles próprios. Não se importam com a eternidade nem com o sacrifício de Jesus na cruz para conceder a vida. O que é mais importante para eles é a matéria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;2. Desprezam as palavras de Jesus – &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;v. 51-66. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Desprezam questionando (v. 52); desprezam endurecendo os corações (v. 60); desprezam se escandalizando (v. 61); desprezam por causa de interesses pessoais (v. 64,70,71); desprezam abandonando Jesus e voltando atrás na vida cristã (v. 66).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;3. Murmuram por causa de Jesus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; – &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;v. 61&lt;/i&gt;. Por fingirem que seguem a Jesus não têm coragem de se expor contradizendo o Mestre. Por isso adquirem o hábito da murmuração, da conversa escondida a respeito do que Jesus ensinou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;DISCÍPULOS CRENTES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;1. Permanecem com Cristo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; – v. 66,67. Os doze permaneceram. Percebe-se que a multidão abandonou a Jesus, mas alguns permaneceram com Ele. Não importa os desafios que Jesus coloca diante deles, não importa aonde Jesus os leve, não importa as provas que o Senhor faça com eles, não importa se o Senhor os faça ficar com fome ou desabrigados por algum tempo enquanto cuida das coisas espirituais, não importa se seguem aquEle que não teve onde reclinar a sua cabeça. Permanecem sempre com Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;2. Sabem que não têm para onde ir sem Jesus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; – v. 68. O que crer é regenerado, é transportado do reino das trevas para o reino de Cristo, nasce para uma nova vida com Cristo. Como voltar atrás? Ir para quem ou para onde? Um discípulo crente sabe que se deixar Cristo cairá no vazio, ficará sem razão para viver neste mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;3. Recebem as palavras de Jesus como palavras da vida eterna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; – v. 68. Os discípulos incrédulos questionaram as palavras de Jesus e as rejeitaram. Os discípulos crentes receberam as palavras de Jesus exatamente como são: Palavras da vida eterna. Não receberam como palavras sociais, palavras subversivas, palavras de incentivo à riqueza, palavras de cura do corpo, palavras políticas etc. Mas como palavras da vida eterna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Eles receberam em seus corações as palavras:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;a) Jesus é o pão da vida. Quem crê nele tem, no presente, a vida eterna (v. 47,48);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;b) Jesus é o pão vivo que desceu do céu (v. 51,57). Creram na pré-existência de Jesus, do Verbo pré-encarnado, Filho de Deus deste a eternidade, que foi enviado pelo Pai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;c) Para ter a vida em si mesmo é necessário ter Jesus em si mesmo, através do recebimento do seu sacrifício como único meio de ter a vida eterna e ser ressuscitado no último dia (v. 53,54)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;d) O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita (v. 63)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;e) Que as palavras de Cristo vivificam, pois são espírito e vida (v. 63)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;4. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;São crentes porque crêem e experimentam o fato de que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus&lt;/b&gt; - v. 69). Crêem em Jesus Cristo como o Filho de Deus que foi dado ao mundo para que todo aquele que nele crê viva eternamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;CONCLUINDO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;Se Jesus é o pão da vida que desceu do céu para conceder a vida eterna; se para viver eternamente é preciso receber Jesus, o Cristo sacrificado, como Salvador de nossas almas; se as palavras de Jesus são espírito e vida, é importantíssimo que se creia em Jesus como o Cristo, o Filho de Deus. E quem crê assim, é crente em Jesus Cristo. É um discípulo crente daquEle que entregou o seu corpo para ser sacrificado e derramou o seu sangue para o perdão dos nossos pecados. Estes permanecerão para sempre com Cristo porque querem e prezam a vida eterna e fora dele não há salvação. Sem ele não há para onde ir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-485955408185276213?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/485955408185276213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=485955408185276213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/485955408185276213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/485955408185276213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2010/09/discipulos-incredulos-e-discipulos.html' title='DISCÍPULOS INCRÉDULOS E DISCÍPULOS CRENTES EM JESUS CRISTO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-8793532210144626648</id><published>2010-08-04T10:42:00.000-03:00</published><updated>2010-08-04T10:46:17.284-03:00</updated><title type='text'>AMOR, REPREENSÃO E LIVRAMENTO DE PECADO</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:6.0pt; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt;} @page WordSection1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.WordSection1 	{page:WordSection1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:6.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma frase que ouvi de várias pessoas, no decurso de um grave problema que enfrentamos na igreja por causa de alguns que se envolveram em maledicências, irreverências, insubordinação, desrespeito ao pastor e lideranças da igreja foi: “Eu não concordo com o que fizeram, mas são meus amigos e não posso ir contra eles.”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Isto me soava bem e mal ao mesmo tempo. Bem por perceber que tinham uma amizade real; mal por constatar que estavam se atrelando ao mal praticado por aquelas pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Saíram da igreja e me deixaram entristecido por terem sido bons crentes. Digo terem sido porque no momento em que se alinharam aos que praticaram o mal levaram sobre si o pecado deles, deixando, assim, a fidelidade de toda uma vida cristã para trás.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ontem estava lendo a Bíblia e me deparei com este texto em Levítico 19:17: “Não desprezarás teu irmão no teu íntimo; mas repreenderás o teu próximo e, por causa dele, não levarás pecado sobre ti.” Um mandamento de Deus que registra duas atitudes que o crente deve ter e a consequência delas para sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Não desprezar o irmão no íntimo&lt;/b&gt; é um mandamento divino e significa estimar o irmão, ter amizade por ele, amar o irmão. Este mandamento divino é encontrado em toda a Escritura e tem sido enfatizado grandemente nas igrejas de Cristo. Deve ser motivo de muita alegria ver irmãos se amando mútua e sinceramente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas,&lt;b style=""&gt; repreender o próximo &lt;/b&gt;independentemente do amor que seja sentido por ele também é um mandamento divino e, como tal, precisa ser obedecido. Amar o próximo não significa compactuar com o pecado dele, não significa se alinhar a comportamentos maldosos dele, não significa assumir no interior o mesmo pecado dele; não significa ficar calado diante do pecado dele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A repreensão manifestará ao irmão o repúdio pelo ato praticado por ele. Servirá também para um possível arrependimento da parte dele. E manifestará pela reação dele se o amor fraternal é recíproco. Mas, acima de tudo, a repreensão livrará o crente sincero do pecado do seu irmão.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-8793532210144626648?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/8793532210144626648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=8793532210144626648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8793532210144626648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/8793532210144626648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2010/08/amor-repreensao-e-livramento-de-pecado.html' title='AMOR, REPREENSÃO E LIVRAMENTO DE PECADO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5421318465675898654</id><published>2010-06-07T00:33:00.000-03:00</published><updated>2010-06-07T00:33:59.485-03:00</updated><title type='text'>CONVERSANDO SOBRE A VIDA ETERNA</title><content type='html'>&lt;object style="background-image: url(&amp;quot;http://i2.ytimg.com/vi/ACoBVeHdHns/hqdefault.jpg&amp;quot;);" width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ACoBVeHdHns&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ACoBVeHdHns&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1" allowscriptaccess="never" allowfullscreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5421318465675898654?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5421318465675898654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5421318465675898654' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5421318465675898654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5421318465675898654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2010/06/conversando-sobre-vida-eterna.html' title='CONVERSANDO SOBRE A VIDA ETERNA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-7300569413290777748</id><published>2010-01-07T23:12:00.000-02:00</published><updated>2010-01-07T23:13:25.729-02:00</updated><title type='text'>A ESPOSA PRONTA PARA AS BODAS DO CORDEIRO</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Apoc. 19.7&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A convocação veio dos céus, como a voz de uma grande multidão, como a voz de muitas águas e como que a voz de grandes trovões. Com o final da história da humanidade pecadora às portas, chegou o momento tão esperado do casamento do Cordeiro com a sua noiva. O Cordeiro sempre esteve preparado e fez de tudo para que a sua esposa pudesse, também, se preparar. Entregou-se por ela, colocando-se como o seu Salvador; ao entregar-se por ela, santificou-a, separando-a para si mesmo e, separando-a para si, purificou-a através da Palavra. Deu à sua noiva a possibilidade de preparar-se, de ser esplêndida, sem mácula, sem rugas, ou marcas de um aprisionamento ao tempo. Entregou-se por ela porque deseja que ela se apresente a ele assim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E realmente aconteceu no final dos tempos, conforme revelado pelo próprio Senhor Jesus. Aconteceu a duras custas. À custa da vida de tantos servos de Cristo, de tantos esforços para não nos conformarmos com este mundo, de uma luta ferrenha e enfadonha contra o mundanismo no seio da igreja, de uma dedicação abnegada no sentido de se dar lugar à Palavra de Deus em busca de uma purificação real. Aconteceu através de um esforço desumano para que a igreja desejasse se apresentar ao noivo, o Cordeiro de Deus que entregou sua vida por nós, e não ao mundo que sempre se esforçou para enquadrar a igreja nos padrões temporais, irracionais, relativos, socializados, todos dos próprios homens.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os que amam a Palavra de Deus, que reconhecem no sacrifício de Jesus o único meio de santificação deste mundo, que se preparam para se apresentar a Cristo como ele deseja apresentar a noiva a si próprio, não precisam esperar os últimos dias para exultarem em regozijo alegre e festivo, pois esta realidade já está em nossas vidas, em nossos corações. Exultemos e alegremo-nos desde agora porque as bodas do Cordeiro já estão preparadas e porque são bem-aventurados os que foram chamados a delas participar.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-7300569413290777748?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/7300569413290777748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=7300569413290777748' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/7300569413290777748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/7300569413290777748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2010/01/esposa-pronta-para-as-bodas-do-cordeiro.html' title='A ESPOSA PRONTA PARA AS BODAS DO CORDEIRO'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-2070724972982351004</id><published>2009-12-22T01:28:00.001-02:00</published><updated>2009-12-22T01:30:07.273-02:00</updated><title type='text'>A PERMANÊNCIA NO CONHECIMENTO DE DEUS E A ACEITAÇÃO DA VERDADE</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} p.MsoListParagraph, li.MsoListParagraph, div.MsoListParagraph 	{mso-style-priority:34; 	mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:36.0pt; 	mso-add-space:auto; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} p.MsoListParagraphCxSpFirst, li.MsoListParagraphCxSpFirst, div.MsoListParagraphCxSpFirst 	{mso-style-priority:34; 	mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-type:export-only; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:0cm; 	margin-left:36.0pt; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-add-space:auto; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} p.MsoListParagraphCxSpMiddle, li.MsoListParagraphCxSpMiddle, div.MsoListParagraphCxSpMiddle 	{mso-style-priority:34; 	mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-type:export-only; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:0cm; 	margin-left:36.0pt; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-add-space:auto; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} p.MsoListParagraphCxSpLast, li.MsoListParagraphCxSpLast, div.MsoListParagraphCxSpLast 	{mso-style-priority:34; 	mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-type:export-only; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:36.0pt; 	mso-add-space:auto; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0 	{mso-list-id:1732197377; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:1978189338 1456762816 68550681 68550683 68550671 68550681 68550683 68550671 68550681 68550683;} @list l0:level1 	{mso-level-number-format:roman-upper; 	mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	margin-left:50.2pt; 	text-indent:-36.0pt;} @list l1 	{mso-list-id:1879663621; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:1396102848 -1246856086 68550681 68550683 68550671 68550681 68550683 68550671 68550681 68550683;} @list l1:level1 	{mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	margin-left:32.2pt; 	text-indent:-18.0pt;} ol 	{margin-bottom:0cm;} ul 	{margin-bottom:0cm;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Texto: Galátas 4:8-31; 5:1-6&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na vida do crente há duas realidades distintas e um marco entre estas duas realidades. Existe a vida anterior à crença em Jesus como Salvador e a vida atual que é uma nova vida com Cristo. O marco entre estas duas realidades é o novo nascimento, o momento em que o crente foi gerado de novo da água e do Espírito, o momento em que entregou sua vida a Jesus como o Filho de Deus unigênito que veio ao mundo para salvar-nos dos nossos pecados. Se alguém estiver em uma igreja e não viver uma nova vida em Cristo e não tiver este marco da crença em Jesus em um momento da sua vida, precisa revisar a sua vida espiritual porque com certeza não será um crente apesar de todas as atividades que exercer na igreja.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A entrega de vida a Jesus Cristo nos leva a diversas realidades espirituais que nos permitem ter comunhão com Deus e viver a paz de Cristo. Somos salvos da perdição eterna, somos justificados, somos resgatados do pecado, somos feitos herdeiros de Deus. Mas há uma realidade espiritual que o apóstolo Paulo aponta aos crentes da Galácia, passamos a conhecer Deus (v. 8,9). Uma realidade profundamente marcante em nossa vida, pois também aponta para uma vida anterior e uma vida presente; uma realidade que tem significados práticos na vida cristã. Mas, também, uma realidade que precisa ser cuidada, mantida, para que seus significados não se desvaneçam e deixem de estarem presentes em nossas vidas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 50.2pt; text-indent: -36pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;I.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;O CONHECIMENTO DE DEUS DEVE NOS LEVAR AO ABANDONO DOS RUDIMENTOS FRACOS E POBRES DA VIDA MUNDANA &lt;/b&gt;– v. 8-11&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt;"&gt;O homem natural, sem a nova vida em Cristo, sempre serve por natureza a outros deuses que não existem realmente, que não são deuses verdadeiros. O homem natural é escravo das crendices nascidas nas mentes humanas, em suas imaginações sem fundamento a respeito das coisas espirituais, em seus sentimentos idolátricos e iníquos. A necessidade que o homem natural tem de prestar culto à divindade, de ter um deus protetor, misturada à arrogância de não querer se curvar ao Deus único, criador de todas as coisas, está sempre levando alguém a criar uma religião e sempre levando milhares de pessoas à adesão de religiosidades falsas. E isto desde Caim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm;"&gt;No entanto, ao conhecer Jesus, o crente conhece a verdade, conhece Deus; como o apóstolo Paulo diz, é conhecido de Deus, e a verdade o liberta de todas as crendices e práticas religiosas da vida sem Deus (João 8:32,33). &lt;b style=""&gt;Como poderíamos retornar à vida anterior e servir novamente às crendices humanas? &lt;/b&gt;Somente através do abandono do conhecimento e do desejo de servir somente a Deus. E se isto acontecer na vida do crente todo o esforço dos apóstolos de Cristo na pregação do evangelho, todo o esforço daqueles que através dos séculos têm se dedicado à pregação do evangelho e ao ensino da Palavra de Deus, será em vão porque quem volta à velha vida é como o cão que volta ao seu vômito ou como a porca que volta à lama após ter sido lavada (2Pedro 2:22).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 50.2pt; text-indent: -36pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;II.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;                  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;O CONHECIMENTO DE DEUS DEVE NOS LEVAR À ACEITAÇÃO DA VERDADE&lt;/b&gt; – v. 12-31&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm;"&gt;Deixar que heresias e comportamentos mundanos penetrassem na igreja fez com que os crentes, de alguma maneira não revelada na carta, rejeitassem o apóstolo Paulo. Aconteceu como uma conseqüência natural. Não pode haver comunhão entre as trevas e a luz, não pode haver comunhão entre os que se entregam às heresias e mundanismos e os que pregam a verdade. A rejeição ao apóstolo está patente no trecho da carta em que faz a defesa do seu apostolado e está, também, patente na indagação: “Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?” Triste situação para aquelas igrejas, pois tinham como inimigo exatamente quem lhes havia pregado o evangelho e ensinado a respeito da vida cristã. As igrejas da Galácia haviam chegado ao fundo do poço da insensatez e da maldade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm;"&gt;Neste texto, além de encontrarmos implícita a necessidade que temos, como crentes em Cristo, de aceitarmos a verdade de Cristo ensinada por ele e seus apóstolos, encontramos, também, alguns elementos a respeito da aceitação da verdade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-indent: 17.85pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;1.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;A aceitação da verdade deve ser através do exemplo dos que vivem na verdade – &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;v. 12. O apóstolo Paulo roga aos crentes que fossem como ele porque também era igual a eles. Em que sentido? No sentido de também ter uma vida nova em Cristo, de também ter sido servo do pecado, de também ter servido a rudimentos fracos e pobres. Ou seja, no sentido de a verdade o ter libertado da servidão do pecado. Satanás tem trabalhado desde aqueles tempos para que o exemplo de homens fiéis a Cristo seja rejeitado, ignorado e, até mesmo, odiado. Escrevendo a Timóteo, pastor da igreja de Éfeso, o apóstolo Paulo deixa o conselho de que fosse “exemplo dos que crêem” (1Tm 4.12). Ora, se um pastor precisa ser exemplo dos crentes em Cristo significa que crentes em Cristo precisam aceitar a verdade através do exemplo de pastores que vivem a verdade. Por outro lado, os crentes devem rejeitar o exemplo dos que, mesmo fascinantes, ensinam a desobediência à verdade (3:1).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-indent: 17.85pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;2.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;A aceitação da verdade deve ser através da anunciação do evangelho –&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; v. 13. A pregação do evangelho precisa ocupar lugar de grande importância na vida do crente. Novamente falando sobre o inimigo de nossas almas, ele tem utilizado inúmeros artifícios para fazer com que o crente não se importe mais com a pregação do evangelho. A música está tomando lugar de predominância até mesmo no coração de muitos pastores e líderes, os divertimentos que nada têm a ver com o evangelho estão cada vez mais penetrando nas igrejas. As pessoas se reúnem nas igrejas para se distrair, divertir, congraçar, dançar, assistir a espetáculos, mas não querem ouvir a pregação do evangelho. Esquecem-se que o início de uma verdadeira vida cristã, da nova vida em Cristo, se inicia na aceitação da verdade do evangelho anunciada em algum momento da sua vida, como é o caso das igrejas da Galácia que haviam recebido o apóstolo Paulo como um anjo de Deus, como se fosse o próprio Jesus Cristo (v. 14). Por isso o apóstolo perguntou: “Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?” (3.3)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-indent: 17.85pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;3.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;A aceitação da verdade deve ser com isenção de preconceitos de aparência pessoal –&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; v. 13-15. O apóstolo escreve com o seu espírito tão surpreso pela queda dos crentes da Galácia que lhes recorda terem recebido a pregação do evangelho através dele, mesmo estando com alguma dificuldade física que naturalmente faria com que o rejeitassem. Pela sua afirmativa de que se possível arrancariam os próprios olhos e dariam a ele deduz-se que estivesse com alguma enfermidade nos olhos que produziam nele uma aparência muito ruim. Teria dificuldade de ler, de olhar para as pessoas e de as pessoas olharem para ele. Mas ouviram as pregações, converteram-se a Cristo, as igrejas se formaram e o evangelho cresceu na região. Hoje se dá valor demais à aparência. Dá-se ouvidos a homens que aparentam ser poderosos, a homens que se vestem com roupas caríssimas, a homens que moram em mansões, a homens que se cobrem de jóias, como se por causa da aparência pregassem a verdade. Se olhassem a aparência os primeiros discípulos de Jesus não teriam ouvido a sua pregação e não teriam se convertido a ele, pois, como diz o profeta Isaías, “&lt;i style=""&gt;não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso&lt;/i&gt;.” (Is 53.2,3)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-indent: 17.85pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;4.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;A aceitação da verdade faz com que Cristo seja formado em nós –&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; v. 19. Impressionante a afirmativa do apóstolo Paulo. Ele sentia a mesma aflição que sentiu quando pregava o evangelho na região da Galácia e via as pessoas se convertendo, nascendo de novo e se preocupava com crescimento espiritual dos crentes. Parecia que tudo voltara atrás e começara tudo novamente. Mas, impressiona muito, a afirmativa “até que Cristo seja formado em vós.” A palavra utilizada pelo apóstolo Paulo traz a idéia de aparência externa, forma visível. Ou seja, ele estava afirmando que os crentes em Cristo, através da aceitação da verdade do próprio Cristo, do evangelho dEle, chegariam ao ponto de mostrarem Cristo visivelmente ao mundo. As igrejas de Cristo tomariam a forma dEle e o mostrariam ao mundo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-indent: 17.85pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;5.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;A aceitação da verdade possibilita a firmeza na liberdade do jugo da servidão do pecado –&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; v. 20-31; 5:1-6. O crente não pode ser lançado novamente debaixo do jugo da servidão. E ele próprio quem se lança ao abandonar o conhecimento de Deus e, consequentemente, a aceitação da verdade de Cristo. Ele pode se lançar debaixo do jugo da servidão do legalismo judeu e pode se lançar debaixo do jugo do mundanismo. Parecem situações diferentes, mas são ligadas, intrínsecas. O legalismo leva ao mundanismo, à hipocrisia religiosa. O crente precisa ter o propósito de estar firme na liberdade de Cristo e precisa se esforçar para cumprir este propósito. Isto porque assim como Ismael perseguia Isaque, assim nos tempos atuais continua a perseguição daqueles que são segundo a carne contra os que são segundo o Espírito (4:29). Os que rejeitam a verdade, que não permanecem firmes na liberdade de Cristo, são pessoas que caíram da graça.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 0cm;"&gt;Concluindo, conhecemos a Deus através de Jesus Cristo. Podemos conhecê-lo profunda e perfeitamente dentro das nossas limitações humanas (daí o apóstolo Paulo dizer que fomos conhecidos por Deus). Mas este conhecimento pode se desvanecer, ser esquecido e ser abandonado se não abandonarmos completamente os rudimentos do mundo, rejeitando-os como inúteis diante da verdade do evangelho de Jesus Cristo, por mais fascinantes que nos pareçam. De maneira inversa, o conhecimento de Deus pode ser recebido através da pregação do evangelho verdadeiro, e pode se aprofundar com a completa e total aceitação da verdade de Deus, registrada na Bíblia, provada pelos servos de Deus que nos deixaram impressionantes exemplos de fé obediente e recebimento das promessas de Deus, e que nos possibilitará estarmos cada vez mais firmes na vida cristã fazendo cada vez mais com que o mundo veja Cristo em nós pela forma dele que será naturalmente realizada em nós.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 0cm;"&gt;Pr Dinelcir de Souza Lima&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-2070724972982351004?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/2070724972982351004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=2070724972982351004' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/2070724972982351004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/2070724972982351004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2009/12/permanencia-no-conhecimento-de-deus-e.html' title='A PERMANÊNCIA NO CONHECIMENTO DE DEUS E A ACEITAÇÃO DA VERDADE'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-4062792318385001936</id><published>2009-12-15T14:05:00.002-02:00</published><updated>2010-02-10T10:16:37.535-02:00</updated><title type='text'>A APOSTASIA</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:6.0pt; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:6.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;O apóstolo Paulo, escrevendo aos crentes da igreja de Tessalônica, alertou: &lt;i style=""&gt;“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.&lt;/i&gt;” (2Ts 2:3,4)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Apostasia é transliteração de palavra grega que significa “deserção”. Isto significa que o apóstolo não estava se referindo a um acontecimento religioso generalizado ou específico de qualquer outra religião, porém estava falando da deserção de igrejas de Cristo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O Senhor Jesus também falou a respeito quando, ensinando sobre os últimos tempos, afirmou que “por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” (Mt 24.12) Quando se referiu ao esfriamento utilizou a palavra &lt;i style=""&gt;polus&lt;/i&gt; que significa grande quantidade, numeroso. Ora, se ele disse que o amor se esfriaria é porque existia amor, e se ele diz que o motivo foi a multiplicação da iniqüidade, deduz-se com certeza de que será trabalho do homem da iniqüidade. Note-se que iniqüidade não é o mesmo que pecado de um modo geral. Iniquidade é pecado proposital, de sã consciência, por rejeição frontal e decidida à Palavra de Deus. O homem da iniqüidade, portanto, é preposto de Satanás. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A apostasia acontecerá porque a iniqüidade invadirá as igrejas de Cristo e as igrejas desertarão da sua função, da sua posição de corpo de Cristo, de pregadora do evangelho da Salvação em Jesus Cristo, de noiva que precisa ser apresentada gloriosa diante do seu Salvador. A apostasia se caracterizará (para mim já está se caracterizando) pela existência de igrejas com “cara” de igreja, porém com comportamentos de iníquas, de corpos que se prostituíram após outros senhores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No entanto, a invasão da iniquidade não será forçada contra a atuação de Deus. Pelo contrário, acontecerá sob a permissão de Deus e como uma das manifestações do furor de Deus sobre a humanidade. No texto de Apocalipse 16:12-16 isto está registrado com muita clareza. Deus se isola no seu santuário celestial, os sete anjos com as sete taças da ira de Deus saem da presença de Deus, sob as ordens dEle, para realizar suas tarefas e a sexta taça é a abertura do caminho para que o dragão, a besta e o falso profeta enviem espíritos de demônios por todo o mundo FAZENDO PRODÍGIOS, congregando os poderosos para a batalha final. Eles não conseguiram por si só enviar os espíritos enganadores, eles não conseguiram por si só enviar os espíritos fazendo prodígios, eles não conseguiram por si só arregimentar forças contrárias à Palavra de Deus (sim, porque no Armagedon serão todos derrotados pela Palavra de Deus), mas foi-lhes aberto caminho para realizarem suas tarefas enganadoras e malignas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que isto significa para os crentes fiéis a Jesus Cristo? Significa que não podemos trabalhar visando atrair multidões, mas que precisamos trabalhar com vigor para salvar alguns arrebatando-os do fogo; significa que precisamos nos precaver para não sermos envolvidos pelo engano; significa que não podemos aceitar como sendo cristianismo, só porque Deus permite, as heresias que penetram nas igrejas de Cristo. Significa que precisamos estar com o Cordeiro como &lt;i style=""&gt;chamados, eleitos &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;fiéis, &lt;/i&gt;sem esmorecermos durante a luta, reconhecendo sempre que somente com Ele seremos vitoriosos (Ap 17.14). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Lutemos para não apostatarmos da fé sob o engano maligno.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-4062792318385001936?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/4062792318385001936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=4062792318385001936' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4062792318385001936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/4062792318385001936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2009/12/apostasia.html' title='A APOSTASIA'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5580021954211196230</id><published>2009-11-19T22:32:00.000-02:00</published><updated>2009-11-19T22:33:26.374-02:00</updated><title type='text'>A SALVAÇÃO DO CORDEIRO E A IRA DE DEUS</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	text-indent:14.2pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 0cm;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;Apocalipse 14&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A revelação do Apocalipse não deixa dúvidas quanto a existirem somente dois destinos para a humanidade. Dois destinos opostos, com características completamente contrárias uma da outra. Também não deixa dúvidas quanto a existir um tempo determinado por Deus em que, tendo resguardado sob o poder do Seu Cordeiro os que receberam em si o Seu nome e o do Seu Filho, estará derramando a sua ira sobre todos os que rejeitaram a sua salvação, e que adoraram a besta e se deixaram marcar por ela, por aquele que é receptáculo do poder, do engano, da astúcia e de toda a malignidade de Satanás. Aqueles que indiretamente, mesmo sem saber por que foram enganados, deixaram de adorar somente a Deus para adorar a Satanás, deixaram de receber a dádiva do amor de Deus para se colocar sob os efeitos terríveis da sua ira. Uma ira que será universal, que levará os marcados pela besta ao tormento eterno, sem repouso em momento algum por toda a eternidade. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que impressiona muito é que a adoração está envolvida no juízo final. E não é para menos, pois Deus estabeleceu que a adoração deveria ser prestada somente a Ele e a ninguém mais, ou a coisa alguma. Também impressiona pelo fato de que a ira de Deus será derramada sobre os que fizeram uma escolha, a de se deixar marcar pela besta e a de adorá-la. Ou seja, é a humanidade que está atraindo para si a ira de Deus, quando Ele quer que todos se salvem, que venham a arrepender-se dos seus pecados e a crer no Seu único Filho como o Salvador de suas almas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Da revelação devemos tirar pelos menos duas verdades que nos levam a estarmos seguros com Cristo enquanto Deus estiver derramando a sua ira sobre a humanidade: Primeiramente só há salvação em Jesus Cristo e, em segundo lugar, sem Jesus Cristo o homem se deixa marcar fatalmente pela besta e, marcado por ela, irá para o tormento eterno.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-5580021954211196230?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/5580021954211196230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=5580021954211196230' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5580021954211196230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/5580021954211196230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2009/11/salvacao-do-cordeiro-e-ira-de-deus.html' title='A SALVAÇÃO DO CORDEIRO E A IRA DE DEUS'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-1243164380415597093</id><published>2009-11-19T12:32:00.000-02:00</published><updated>2009-11-19T12:34:14.043-02:00</updated><title type='text'>A FÉ QUE LEVA À MORTE</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} h1 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-link:"Título 1 Char"; 	mso-style-next:Normal; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	page-break-after:avoid; 	mso-outline-level:1; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-font-kerning:0pt;} span.Ttulo1Char 	{mso-style-name:"Título 1 Char"; 	mso-style-unhide:no; 	mso-style-locked:yes; 	mso-style-link:"Título 1"; 	mso-ansi-font-size:12.0pt; 	mso-bidi-font-size:12.0pt; 	font-weight:bold;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um dia desses estava preparando um sermão sobre a vida eterna como uma dádiva de Deus a todo o que crê em Jesus como o Filho de Deus. Fui pesquisar novamente a palavra &lt;i&gt;pisteuo&lt;/i&gt; no grego, que é traduzida por &lt;i&gt;crer, &lt;/i&gt;e fiquei impressionado com o que aconteceu no Éden. O leitor poderia perguntar porque o texto de João 3:16 teria a ver com o de Gênesis 3:1-6, mas se continuar lendo compreenderá.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;Pisteuo&lt;/i&gt; é fé intelectual, fé com conhecimento. Ou seja, para ser salvo, para ter a vida eterna, uma pessoa precisa ter fé em Jesus conhecendo quem ele é. Por isso Jesus disse a Nicodemos que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito para que todo a aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Jesus queria que Nicodemos soubesse que ele não era apenas um homem de Deus, um profeta, um pregador que poderia dizer como chegar à vida eterna, mas que ele era o Único Filho de Deus, enviado ao mundo com a finalidade de conceder vida eterna, como manifestação máxima do amor de Deus. Queria que Nicodemos cresse nele sabem exatamente em quem e porque estava crendo. Só assim ele seria salvo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E o que tem isso a ver com a queda do homem? Tem que, primeiramente, Deus queria que o homem tivesse fé consciente na sua palavra. Por isso avisou o homem o motivo pelo qual não deveria comer do fruto. Poderia somente ter ordenado que não comesse, mas o homem não teria a fé, a confiança consciente na palavra dEle. Em segundo lugar, tem que Satanás se empenhou para que o ser humano perdesse a fé na palavra de Deus e a substituísse por uma fé na palavra dele, o enganador. Uma palavra mentirosa, mas uma palavra. Observe-se que Satanás não poderia incutir uma fé no homem. A fé é algo íntimo, pessoal. Por isso argumentou mentindo quanto ao motivo que Deus proibiu que comessem do fruto e utilizou de artifício intelectual para despertar no homem o desejo para comer o fruto. Um desejo enganoso, um desejo trabalhado na mente e nos sentidos do homem. Satanás conseguiu que o homem tivesse uma fé consciente na palavra dele, uma fé para a morte.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Satanás não mudou a sua tática. Só mudou as situações e os lugares. Hoje continua influenciando a humanidade para abraçar diversos tipos de fé que são falsas, que levam à perdição eterna. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2385335508840512894-1243164380415597093?l=entendaabiblia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/feeds/1243164380415597093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2385335508840512894&amp;postID=1243164380415597093' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1243164380415597093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2385335508840512894/posts/default/1243164380415597093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entendaabiblia.blogspot.com/2009/11/fe-que-leva-morte.html' title='A FÉ QUE LEVA À MORTE'/><author><name>Pr Dinelcir de Souza Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-8-JkMAR3kM/SR1Yritqp6I/AAAAAAAAAAs/JSSpxA5Rgww/S220/IMG_0100.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2385335508840512894.post-5661047934505930528</id><published>2009-11-18T12:47:00.002-02:00</published><updated>2009-11-18T12:49:51.526-02:00</updated><title type='text'>ADMINISTRANDO O COMPANHEIRISMO</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CEU%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CEU%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CEU%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;EN-US&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Baskerville Old Face"; 	panose-1:2 2 6 2 8 5 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:6.0pt; 	margin-right:0in; 	margin-bottom:0in; 	margin-left:0in; 	margin-bottom:.0001pt; 	text-align:justify; 	text-indent:.2in; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:8.5in 11.0in; 	margin:70.85pt 85.05pt 70.85pt 85.05pt; 	mso-header-margin:.5in; 	mso-footer-margin:.5in; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0 	{mso-list-id:861167514; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:-1202448466 -355802466 67698713 67698715 67698703 67698713 67698715 67698703 67698713 67698715;} @list l0:level1 	{mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	margin-left:63.0pt; 	text-indent:-.25in; 	mso-ascii-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-font-weight:bold;} ol 	{margin-bottom:0in;} ul 	{margin-bottom:0in;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0in 5.4pt 0in 5.4pt; 	mso-para-margin:0in; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0in;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Efésios 5:1-17&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 0in;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;(Extraído da revista DOUTRINA BÍBLICA DA MORDOMIA, 12a. edição, publicada por Edições Vida em Cristo, Rio de Janeiro, RJ, de autoria do Pr Dinelcir de Souza Lima)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;O companheirismo faz parte da natureza humana e, portanto, é uma necessidade no ser humano. Ninguém gosta de estar isolado, a não ser que tenha ou esteja enfrentando algum problema psíquico. Fomos criados por Deus para vivermos em sociedade e, isto, a partir da família, estendendo-se por diversos segmentos sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Não houvesse o pecado no mundo isto seria sempre saudável. No entanto, com a entrada do mal no coração do homem, o companheirismo passou a ter que ser muito bem administrado por causa das más influências que sempre levam à corrupção de indivíduos e da própria sociedade e sempre com conseqüências desastrosas para todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Precisamos respeitar a todos, as individualidades, precisamos amar nosso semelhante, mas a Bíblia é muito clara em mostrar que precisamos administrar muito bem o nosso companheirismo. E é da Bíblia que retiramos alguns princípios básicos para que sejamos bons companheiros e para que vivamos somente em boas companhias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0in;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;PARA SERMOS BONS COMPANHEIROS PRECISAMOS PRATICAR O AMOR&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt; – &lt;i style=""&gt;Ef 5:2&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;O apóstolo Paulo, escrevendo aos crentes de Éfeso, estava preocupado com o companheirismo deles com pessoas sem Cristo Jesus, sem a nova vida em Cristo. Ao invés de andarem como era conveniente a santificados em Cristo, ainda estavam se deixando levar pelas más influências de uma sociedade corrompida pelo pecado. Por isso, em determinado ponto de sua carta escreveu recomendações diretas sobre a necessidade de viverem fora do companheirismo de pessoas que viviam entregues ao pecado. No entanto, primeiramente exorta a uma atitude positiva que é capaz de anular toda a influência do mal sobre nós, crentes em Cristo: Precisamos andar em amor. Mas, que tipo de amor? O homem tem deturpado tanto o que é o amor e as manifestações de amor que não conseguiríamos andar em amor se nos guiássemos pelo padrão humano. Por isso o apóstolo define o amor no qual devemos viver como sendo o mesmo amor que Cristo dedicou a nós. Um &lt;b style=""&gt;amor de entrega pessoal para a salvação&lt;/b&gt;; &lt;b style=""&gt;entrega em oferta &lt;/b&gt;e sem interesses pessoais&lt;b style=""&gt;; uma oferta de sacrifício pessoal a Deus.&lt;/b&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Esta é a chave positiva e prática para sermos companheiros que levam à salvação, companheiros que ajudam a edificar, companheiros que ajudam a caminhar firmemente em atitudes benignas para com nosso Deus e para com nossos semelhantes. Quem ama para a salvação; quem se entrega sem interesses pessoais, porém em oferta; quem dedica sua vida em sacrifício pessoal para Deus será sempre um crente fiel e dedicado em servir a Deus e, por isso, será sempre um companheiro que poderá influenciar, ajudar, e caminhar junto com outros positivamente na igreja de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0in;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;PARA DESFRUTARMOS DO BOM COMPANHEIRISMO PRECISAMOS RECONHECER QUE SOMOS SANTOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt; – &lt;i style=""&gt;Ef. 5:3-5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Santificação é condição primordial para herdarmos o reino de Deus. Em Romanos 6:22&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;lemos: &lt;i style=""&gt;“Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.”&lt;/i&gt; Santificação é separação para Deus, é consagração para Ele. Sem santificação ninguém verá a Deus (Hebreus 12:14). A santificação começa na nossa eleição, na nossa escolha para sermos salvos, quando cremos em Jesus como o unigênito Filho de Deus que nos foi dado para termos a vida eterna (João 3.16). No momento em que cremos em Jesus, Deus nos separa para Ele, para sermos herdeiros do Seu reino; através do Seu Espírito, nos faz nascer de novo como novas criaturas e, assim, naturalmente separados da humanidade sem Cristo. Conseqüentemente a santificação precisa ser uma realidade constante na vida do crente, uma realidade reconhecida e, também, praticada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Daí o apóstolo Paulo nomear diretamente atos e atitudes que caracterizam o mundo sem Cristo, o mundo que vive sem santificação. &lt;b style=""&gt;O crente em Cristo precisa reconhecer que existem coisas que não são convenientes aos santos&lt;/b&gt; (v. 3) &lt;b style=""&gt;e que não devem nem mesmo serem faladas, nomeadas como existentes no seio da igreja.&lt;/b&gt; Os atos e atitudes apontados pelo apóstolo Paulo são os seguintes: a) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;As imoralidades sexuais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;(&lt;i style=""&gt;porneia&lt;/i&gt;) tanto na prática quanto nos pensamentos; b) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;As coisas não purificadas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; também no sentido cerimonial (&lt;i style=""&gt;akatartos&lt;/i&gt;); c) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;A&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;b style=""&gt;avareza&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;(&lt;i style=""&gt;pleonexia&lt;/i&gt;) – desejo ávido de cada vez possuir mais coisas, cobiça; d) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;As torpezas&lt;/i&gt; &lt;/b&gt;(&lt;i style=""&gt;aiscrotes&lt;/i&gt;) – as obscenidades, as conversações imorais; e) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;As parvoíces&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (&lt;i style=""&gt;morologia&lt;/i&gt;) – as conversas tolas; f) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;As chocarrices&lt;/i&gt; &lt;/b&gt;(&lt;i style=""&gt;eutrapelia&lt;/i&gt;) – o humorismo de baixo calão, imoral, as galhofas. Tudo isto faz parte do mundo sem Cristo, tudo isto é característico de quem está entregue ao pecado, de quem não tem herança no reino de Cristo e de Deus (v. 5). Nada disto pode fazer parte da vida de quem é herdeiro do reino de Deus, dos crentes em Cristo. Consequentemente, também não pode fazer parte da Igreja de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0in;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;PARA VIVERMOS UM COMPANHEIRISMO SANTO PRECISAMOS SER SÁBIOS – v. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;6-17&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;O alerta do apóstolo Paulo continua soando em nossos corações: “&lt;i style=""&gt;Portanto, vede prudentemente como andais, não como tolos, mas como sábios...” &lt;/i&gt;O crente em Cristo precisa ser sábio. Precisa pensar como sábio, precisa sentir como sábio, precisa agir como sábio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Reconhecer a própria santidade e discernir a diferença entre o fruto do Espírito (v.9) e as manifestações de impureza do mundo (v. 3-5), é questão de sabedoria, de pensamento sábio. O apóstolo Paulo exorta os crentes a exercerem sabedoria nos seguintes aspectos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 3pt 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;1.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Não nos deixarmos enganar por palavras destituídas de verdade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt; – &lt;i style=""&gt;kenos – &lt;/i&gt;(v. 6). Os maus companheiros, que se deixam levar pelo pecado, que praticam iniqüidades pelas quais a ira de Deus vem sobre eles, sempre tentarão persuadir pessoas a se comportarem como eles e sempre utilizarão palavras mentirosas, destituídas de verdade, já que as querem como suas companheiras. Isto até mesmo porque a luz incomoda as trevas e, ao invés de desejarem viver na luz, preferem arrastar outros para as trevas com eles. Precisamos de sabedoria para conhecermos a Palavra de Deus e para rejeitarmos o que é destituído de verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 3pt 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;2.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt;Não sermos companheiros deles&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT-BR"&gt; – v. 7-13. Evitar o companheirismo com os que insistem em viver praticando o pecado, pensando no pecado, gostando do pecado, divulgando o pecado, é questão de sabedoria. Saber que a amizade do mundo é inimizade contra Deus é questão de sabedoria. Se temos que conviver porque estamos no mundo, porque trabalh
